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Novo admite que falta de nomes na região atrapalha

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Daniel Tossato
Do Diário Do Grande ABC

28/01/2020 | 22:40


Único pré-candidato do Partido Novo a prefeito no Grande ABC na eleição deste ano, o empresário Mario Bohm admite que o fato de outras cidades da região não lançarem nomes próprios pode atrapalhar sua empreitada em São Caetano. Porém, ele defendeu as regras de escolha de candidatos estipuladas pela legenda.

Na visão do pré-candidato, o processo seletivo que o partido utiliza para selecionar os candidatos às prefeituras e às câmaras é rigoroso. A declaração foi dada em evento da sigla em bufê em São Caetano, com a participação do pré-prefeiturável do Novo na Capital, Filipe Sabará.

“Não é porque não conseguimos (aval da direção estadual para lançar) todos os nomes (às prefeituras) que vamos completar com nomes que estão de fora da metodologia. Logicamente que poderia ter ido mais rápido (o processo de definição), mas não é essa a preocupação”, disse Bohm. O Novo tinha intenção se lançar 70 candidatos aos governos municipais na eleição deste ano. Ontem, confirmou que apenas 35 estão aptos para a missão – entre eles Bohm.

“Na verdade, o Novo tinha intenção de fazer 70 nomes para a disputa (do Executivo). Isso não foi alcançado por causa do rigor do processo. Mas se antes o partido tinha apenas um candidato ao Executivo, nesta eleição já teremos 35. É um grande passo”, analisou ele – em 2016, apenas no Rio de Janeiro, com Carmen Migueles, o Novo participou do pleito.

O Novo utiliza processo seletivo para escolher prefeituráveis e candidatos à vereança. Comitê analisa o currículo, atuação na sociedade e conhecimento em políticas públicas. Em Santo André e em São Bernardo, por exemplo, os pré-candidatos não atingiram a pontuação necessária para viabilizar os projetos.

O presidente do Novo de São Caetano, Valdir Bignardi, também acredita que a falta de militantes da agremiação nas maiores cidades do Grande ABC poderá atrapalhar os planos políticos do Novo na região. Sem nomes para o Executivo em Santo André e São Bernardo, o partido também não poderá lançar figuras às câmaras dessas cidades. “Sem dúvida (atrapalha). Nenhum dirigente do Novo gostaria de ficar fora da eleição. Gostaríamos de ter nomes (ao Executivo) em todas as cidades da região”, pontuou Bignardi. 



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Novo admite que falta de nomes na região atrapalha

Daniel Tossato
Do Diário Do Grande ABC

28/01/2020 | 22:40


Único pré-candidato do Partido Novo a prefeito no Grande ABC na eleição deste ano, o empresário Mario Bohm admite que o fato de outras cidades da região não lançarem nomes próprios pode atrapalhar sua empreitada em São Caetano. Porém, ele defendeu as regras de escolha de candidatos estipuladas pela legenda.

Na visão do pré-candidato, o processo seletivo que o partido utiliza para selecionar os candidatos às prefeituras e às câmaras é rigoroso. A declaração foi dada em evento da sigla em bufê em São Caetano, com a participação do pré-prefeiturável do Novo na Capital, Filipe Sabará.

“Não é porque não conseguimos (aval da direção estadual para lançar) todos os nomes (às prefeituras) que vamos completar com nomes que estão de fora da metodologia. Logicamente que poderia ter ido mais rápido (o processo de definição), mas não é essa a preocupação”, disse Bohm. O Novo tinha intenção se lançar 70 candidatos aos governos municipais na eleição deste ano. Ontem, confirmou que apenas 35 estão aptos para a missão – entre eles Bohm.

“Na verdade, o Novo tinha intenção de fazer 70 nomes para a disputa (do Executivo). Isso não foi alcançado por causa do rigor do processo. Mas se antes o partido tinha apenas um candidato ao Executivo, nesta eleição já teremos 35. É um grande passo”, analisou ele – em 2016, apenas no Rio de Janeiro, com Carmen Migueles, o Novo participou do pleito.

O Novo utiliza processo seletivo para escolher prefeituráveis e candidatos à vereança. Comitê analisa o currículo, atuação na sociedade e conhecimento em políticas públicas. Em Santo André e em São Bernardo, por exemplo, os pré-candidatos não atingiram a pontuação necessária para viabilizar os projetos.

O presidente do Novo de São Caetano, Valdir Bignardi, também acredita que a falta de militantes da agremiação nas maiores cidades do Grande ABC poderá atrapalhar os planos políticos do Novo na região. Sem nomes para o Executivo em Santo André e São Bernardo, o partido também não poderá lançar figuras às câmaras dessas cidades. “Sem dúvida (atrapalha). Nenhum dirigente do Novo gostaria de ficar fora da eleição. Gostaríamos de ter nomes (ao Executivo) em todas as cidades da região”, pontuou Bignardi. 

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