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Santo André quer reabrir piscina do Dell’Antonia até o fim de abril

Hèlber Aggio/PMSA Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Promessa é atender 300 atletas e cerca de 4.000 munícipes após conclusão da obra, cujo investimento é de R$ 1,5 mi


Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

28/01/2020 | 23:40


Com problemas estruturais que perduram desde 2013, a piscina olímpica do Complexo Esportivo Pedro Dell’Antonia, na Vila América, em Santo André, será reaberta até o fim de abril, mês em que a cidade completará 467 anos. Atualmente, a natação municipal conta com 150 atletas, entretanto, com a reforma, a expectativa é dobrar este número, passando para 300. Além disso, o equipamento terá capacidade para atender cerca de 4.000 munícipes em aulas de hidroginástica, natação e esportes aquáticos.

As obras tiveram início em novembro, com a retirada das caldeiras de aquecimento do equipamento, que eram de 1954. A reforma, porém, compreende toda a estrutura do espaço, que comporta vestiários, arquibancada, casa de máquinas, aquecimento – que passará a ser feito por gás e solar –, pisos, revestimentos e também a cobertura, que não estava prevista no projeto. Será estudada a troca do telhado para que, em dias de chuva, já que o espaço não é completamente fechado, a qualidade da água não seja influenciada.

A piscina olímpica comporta 2,75 milhões de mililitros cúbicos de água, distribuídos em 25 metros de largura por 50 metros de comprimento, e 2,20 metros de profundidade – padrões mundiais de piscinas de competição. Segundo a Prefeitura, com a reforma a ideia é poder, além de treinar os atletas municipais, receber eventos nacionais e internacionais.

Durante vistoria realizada na manhã de ontem, o prefeito Paulo Serra (PSDB) garantiu que as obras serão realizadas “em ritmo acelerado”. “Aqui temos uma reforma bem complexa. Estamos felizes em ver a reestruturação caminhando bem e em poder, também, resgatar um espaço esportivo de grande importância para a cidade”, afirmou o chefe do Executivo.

Ex-nadador e medalhista olímpico, Ricardo Prado, além de integrantes da FAP (Federação Aquática Paulista) foram convidados para acompanhar a vistoria e, com olhar crítico, darem sugestões para que o espaço se torne adequado para atender grandes eventos, além de ser piscina multifuncional, abrindo espaço à população. “Com 50 anos no esporte, me preocupo com a qualidade das áreas esportivas e se a natação está crescendo no nosso País. Sabendo desse tesouro sendo renovado, é um prazer dar minha contribuição para que Santo André tenha a melhor piscina olímpica do Estado”, comemorou Prado.

O investimento total da obra está avaliado em R$ 1,5 milhão, proveniente do Finisa (Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento), projeto da Caixa. Entretanto, acrescentando a reforma da cobertura, o valor deverá aumentar. A manutenção mensal deverá custar cerca de R$ 30 mil aos cofres públicos. 

Atualmente, a equipe de natação da cidade está treinando na piscina semiolímpica do Dell’Antonia. O investimento para manutenção mensal do espaço é de R$ 7.000.



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Santo André quer reabrir piscina do Dell’Antonia até o fim de abril

Promessa é atender 300 atletas e cerca de 4.000 munícipes após conclusão da obra, cujo investimento é de R$ 1,5 mi

Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

28/01/2020 | 23:40


Com problemas estruturais que perduram desde 2013, a piscina olímpica do Complexo Esportivo Pedro Dell’Antonia, na Vila América, em Santo André, será reaberta até o fim de abril, mês em que a cidade completará 467 anos. Atualmente, a natação municipal conta com 150 atletas, entretanto, com a reforma, a expectativa é dobrar este número, passando para 300. Além disso, o equipamento terá capacidade para atender cerca de 4.000 munícipes em aulas de hidroginástica, natação e esportes aquáticos.

As obras tiveram início em novembro, com a retirada das caldeiras de aquecimento do equipamento, que eram de 1954. A reforma, porém, compreende toda a estrutura do espaço, que comporta vestiários, arquibancada, casa de máquinas, aquecimento – que passará a ser feito por gás e solar –, pisos, revestimentos e também a cobertura, que não estava prevista no projeto. Será estudada a troca do telhado para que, em dias de chuva, já que o espaço não é completamente fechado, a qualidade da água não seja influenciada.

A piscina olímpica comporta 2,75 milhões de mililitros cúbicos de água, distribuídos em 25 metros de largura por 50 metros de comprimento, e 2,20 metros de profundidade – padrões mundiais de piscinas de competição. Segundo a Prefeitura, com a reforma a ideia é poder, além de treinar os atletas municipais, receber eventos nacionais e internacionais.

Durante vistoria realizada na manhã de ontem, o prefeito Paulo Serra (PSDB) garantiu que as obras serão realizadas “em ritmo acelerado”. “Aqui temos uma reforma bem complexa. Estamos felizes em ver a reestruturação caminhando bem e em poder, também, resgatar um espaço esportivo de grande importância para a cidade”, afirmou o chefe do Executivo.

Ex-nadador e medalhista olímpico, Ricardo Prado, além de integrantes da FAP (Federação Aquática Paulista) foram convidados para acompanhar a vistoria e, com olhar crítico, darem sugestões para que o espaço se torne adequado para atender grandes eventos, além de ser piscina multifuncional, abrindo espaço à população. “Com 50 anos no esporte, me preocupo com a qualidade das áreas esportivas e se a natação está crescendo no nosso País. Sabendo desse tesouro sendo renovado, é um prazer dar minha contribuição para que Santo André tenha a melhor piscina olímpica do Estado”, comemorou Prado.

O investimento total da obra está avaliado em R$ 1,5 milhão, proveniente do Finisa (Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento), projeto da Caixa. Entretanto, acrescentando a reforma da cobertura, o valor deverá aumentar. A manutenção mensal deverá custar cerca de R$ 30 mil aos cofres públicos. 

Atualmente, a equipe de natação da cidade está treinando na piscina semiolímpica do Dell’Antonia. O investimento para manutenção mensal do espaço é de R$ 7.000.

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