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Doria transfere para 1º semestre divulgação da Linha 18 em BRT

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Governo havia prometido apresentar estudos sobre ramal até o fim do ano, mas descumpriu prazo


Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

28/01/2020 | 16:25


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), transferiu para o fim do primeiro semestre o prazo para divulgação dos estudos sobre a Linha 18-Bronze, que ligaria o Grande ABC ao sistema de Metrô da Capital por monotrilho, mas teve sua concepção alterada para BRT (sigla em inglês para ônibus de alta velocidade).

Em entrevista à rádio CBN, o tucano argumentou que colocou fim à PPP (Parceria Público-Privada) assinada em 2014 pelo ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) por ser um projeto economicamente inviável e que a proposta do BRT está “em fase final de modelagem” dentro do governo paulista.

“Era inviável economicamente e temos que fazer aquilo que apresenta ser a melhor alternativa para o poder público. Inviável porque não faremos (a obra) com dinheiro público, (faremos) com (o setor) privado. Devemos anunciar o cronograma muito em breve. No primeiro semestre tudo estará devidamente anunciado”, comentou.

O prazo inicial para dar publicidade à ideia do BRT para a Linha 18-Bronze era até o fim do ano passado, data essa confirmada pelo secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, durante audiência na Assembleia Legislativa. A promessa, entretanto, não foi cumprida.

Na entrevista, Doria disse que “não haverá perda de nenhum minuto sequer na economia de tempo dos moradores” do Grande ABC na ligação com o Metrô paulistano. “Será em transporte de pneus, não de trilhos, mas com mesmo grau de conforto, ar-condicionado, wi-fi, (coletivos) articulados, estações de embarque e desembarque rápidos, sistema de leitura eletrônica”, discorreu.

Em agosto, Doria anunciou a mudança no modal da Linha 18-Bronze argumentando que, em valores atualizados, o governo paulista iria despender R$ 6 bilhões para tirar o monotrilho do papel – o contrato inicial, assinado em 2014, estimava investimento na ordem de R$ 4,26 bilhões, em acordo com o Consórcio Vem ABC. À ocasião, o tucano assinalou que o BRT demandará aporte de R$ 680 milhões.

Desde esse anúncio, especulações em torno do projeto surgiram. A principal delas diz respeito à parada final da Linha 18-Bronze. Se na PPP o ramal partiria do Centro de São Bernardo (Estação Djalma-Dutra) até a Estação Tamanduateí, que já faz conexão entre as linhas 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e 2-Verde do Metrô, a gestão Doria considera levar o viário até o Terminal Sacomã, também da Linha 2-Verde. 



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Doria transfere para 1º semestre divulgação da Linha 18 em BRT

Governo havia prometido apresentar estudos sobre ramal até o fim do ano, mas descumpriu prazo

Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

28/01/2020 | 16:25


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), transferiu para o fim do primeiro semestre o prazo para divulgação dos estudos sobre a Linha 18-Bronze, que ligaria o Grande ABC ao sistema de Metrô da Capital por monotrilho, mas teve sua concepção alterada para BRT (sigla em inglês para ônibus de alta velocidade).

Em entrevista à rádio CBN, o tucano argumentou que colocou fim à PPP (Parceria Público-Privada) assinada em 2014 pelo ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) por ser um projeto economicamente inviável e que a proposta do BRT está “em fase final de modelagem” dentro do governo paulista.

“Era inviável economicamente e temos que fazer aquilo que apresenta ser a melhor alternativa para o poder público. Inviável porque não faremos (a obra) com dinheiro público, (faremos) com (o setor) privado. Devemos anunciar o cronograma muito em breve. No primeiro semestre tudo estará devidamente anunciado”, comentou.

O prazo inicial para dar publicidade à ideia do BRT para a Linha 18-Bronze era até o fim do ano passado, data essa confirmada pelo secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, durante audiência na Assembleia Legislativa. A promessa, entretanto, não foi cumprida.

Na entrevista, Doria disse que “não haverá perda de nenhum minuto sequer na economia de tempo dos moradores” do Grande ABC na ligação com o Metrô paulistano. “Será em transporte de pneus, não de trilhos, mas com mesmo grau de conforto, ar-condicionado, wi-fi, (coletivos) articulados, estações de embarque e desembarque rápidos, sistema de leitura eletrônica”, discorreu.

Em agosto, Doria anunciou a mudança no modal da Linha 18-Bronze argumentando que, em valores atualizados, o governo paulista iria despender R$ 6 bilhões para tirar o monotrilho do papel – o contrato inicial, assinado em 2014, estimava investimento na ordem de R$ 4,26 bilhões, em acordo com o Consórcio Vem ABC. À ocasião, o tucano assinalou que o BRT demandará aporte de R$ 680 milhões.

Desde esse anúncio, especulações em torno do projeto surgiram. A principal delas diz respeito à parada final da Linha 18-Bronze. Se na PPP o ramal partiria do Centro de São Bernardo (Estação Djalma-Dutra) até a Estação Tamanduateí, que já faz conexão entre as linhas 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e 2-Verde do Metrô, a gestão Doria considera levar o viário até o Terminal Sacomã, também da Linha 2-Verde. 

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