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Nome importante do cenário reggae, Mato Seco toca na região, repassa 17 anos de carreira e mostra novo single


Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

27/01/2020 | 23:30


Não há como negar que um dos nomes mais importantes do cenário reggae nacional é prata da casa. E é olhando para toda a trajetória que a consagrou e soma 17 anos que a banda de São Caetano Mato Seco se apresenta sexta-feira, em São Bernardo, no palco do Giramundo (Rua Olegário Herculano, 235), a partir das 20h. As entradas custam R$ 30 e podem ser compradas pelo site www.sympla.com.br.

“Para começar o ano com o pé direto, nada melhor que cantar e abraçar o pessoal da nossa região’, diz Rodrigo Piccolo (voz e guitarra), que é acompanhado por Eric Oliveira (guitarra), Osvaldo Ciziniaukas Jr. (contrabaixo), João Paz (órgão e piano), Tiago Rezende (bateria), Carlos Eduardo Gonçalves (percussão e voz) e Mauro Peres (percussão e voz).

Piccolo conta que a ideia, no show, é passar por todas as fases da banda, desde o início até as músicas atuais. Enquanto o próximo disco não sai – deve ficar pronto no fim do ano –, a banda apresenta o novo single, Levante Popular, que gravou com o rapper nordestino Rapadura. “Faremos dentro de uma hora e meia um resumo da nossa história”, diz.

Canções como Tudo Nos é Dado, Caminho da Luz e Pedras Pesadas não ficam de fora. E as letras abordam temas como paz, a luta das minorias, resistência. Para Piccolo, sempre é tempo de falar sobre isso, e atualmente mais do que nunca. “Estamos sendo atacados e sufocados, cada vez mais vemos nossos direitos sendo extinguidos. Nós sempre prezamos pela liberdade de expressão e respeito mútuo, e vamos cada vez mais incutir isso em nossos fãs, acreditamos que pessoas públicas devem sempre usar sua influência para fazer o bem, repassar conhecimento e palavras bonitas, nunca a desordem e a guerra”, explica.

Ele diz, aliás, que por onde passam recebem retorno de seu trabalho e de como as mensagens fazem a diferença na vida do público.

“Os fãs nos agradecem e falam de como nossas letras foram importantes em suas vidas, seja em problemas de relacionamento, na luta com alguma doença e até mesmo na cura de alguns vícios”, revela o cantor. Mensagens chegam diariamente. Ele conta que há até casos de pessoas que estavam depressivas, que tentaram se matar, “mas foram salvas graças às nossas músicas. Isso, para nós, não tem valor. É só gratidão que conseguimos sentir, em saber que estamos fazendo o que gostamos e ajudando milhares de pessoas”, encerra.



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Nome importante do cenário reggae, Mato Seco toca na região, repassa 17 anos de carreira e mostra novo single

Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

27/01/2020 | 23:30


Não há como negar que um dos nomes mais importantes do cenário reggae nacional é prata da casa. E é olhando para toda a trajetória que a consagrou e soma 17 anos que a banda de São Caetano Mato Seco se apresenta sexta-feira, em São Bernardo, no palco do Giramundo (Rua Olegário Herculano, 235), a partir das 20h. As entradas custam R$ 30 e podem ser compradas pelo site www.sympla.com.br.

“Para começar o ano com o pé direto, nada melhor que cantar e abraçar o pessoal da nossa região’, diz Rodrigo Piccolo (voz e guitarra), que é acompanhado por Eric Oliveira (guitarra), Osvaldo Ciziniaukas Jr. (contrabaixo), João Paz (órgão e piano), Tiago Rezende (bateria), Carlos Eduardo Gonçalves (percussão e voz) e Mauro Peres (percussão e voz).

Piccolo conta que a ideia, no show, é passar por todas as fases da banda, desde o início até as músicas atuais. Enquanto o próximo disco não sai – deve ficar pronto no fim do ano –, a banda apresenta o novo single, Levante Popular, que gravou com o rapper nordestino Rapadura. “Faremos dentro de uma hora e meia um resumo da nossa história”, diz.

Canções como Tudo Nos é Dado, Caminho da Luz e Pedras Pesadas não ficam de fora. E as letras abordam temas como paz, a luta das minorias, resistência. Para Piccolo, sempre é tempo de falar sobre isso, e atualmente mais do que nunca. “Estamos sendo atacados e sufocados, cada vez mais vemos nossos direitos sendo extinguidos. Nós sempre prezamos pela liberdade de expressão e respeito mútuo, e vamos cada vez mais incutir isso em nossos fãs, acreditamos que pessoas públicas devem sempre usar sua influência para fazer o bem, repassar conhecimento e palavras bonitas, nunca a desordem e a guerra”, explica.

Ele diz, aliás, que por onde passam recebem retorno de seu trabalho e de como as mensagens fazem a diferença na vida do público.

“Os fãs nos agradecem e falam de como nossas letras foram importantes em suas vidas, seja em problemas de relacionamento, na luta com alguma doença e até mesmo na cura de alguns vícios”, revela o cantor. Mensagens chegam diariamente. Ele conta que há até casos de pessoas que estavam depressivas, que tentaram se matar, “mas foram salvas graças às nossas músicas. Isso, para nós, não tem valor. É só gratidão que conseguimos sentir, em saber que estamos fazendo o que gostamos e ajudando milhares de pessoas”, encerra.

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