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No Iraque, estudantes se unem em protestos contra o governo



26/01/2020 | 16:15


Grupos de estudantes iraquianos se juntaram neste domingo, 26, para protestar contra o governo do país. Parte das críticas é dirigida a Moqtada al-Sadr, líder xiita acusado por manifestantes de tentar ganhar politicamente com protestos de rua que acontecem há quatro meses.

As manifestações acontecem depois que Moqtada al-Sadr retirou seu apoio aos protestos e permitiu a forças de segurança usar gás lacrimogêneo e munição verdadeira para conter os manifestantes. Como resultado, 12 pessoas morreram, segundo a Comissão de Direitos Humanos do Iraque. De acordo com a entidade, mais de 500 pessoas morreram em protestos no país desde outubro de 2019.

Os protestos aumentaram a pressão sobre o governo local e sobre grupos pró-Irã, que acusam os Estados Unidos de fomentar as manifestações. Já integrantes dos protestos tentam se distanciar da hostilidade crescente contra os EUA. "Viemos aqui para mostrar nossa lealdade à nação, não a um indivíduo", disse um estudante de medicina que pediu para não ser identificado.



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No Iraque, estudantes se unem em protestos contra o governo


26/01/2020 | 16:15


Grupos de estudantes iraquianos se juntaram neste domingo, 26, para protestar contra o governo do país. Parte das críticas é dirigida a Moqtada al-Sadr, líder xiita acusado por manifestantes de tentar ganhar politicamente com protestos de rua que acontecem há quatro meses.

As manifestações acontecem depois que Moqtada al-Sadr retirou seu apoio aos protestos e permitiu a forças de segurança usar gás lacrimogêneo e munição verdadeira para conter os manifestantes. Como resultado, 12 pessoas morreram, segundo a Comissão de Direitos Humanos do Iraque. De acordo com a entidade, mais de 500 pessoas morreram em protestos no país desde outubro de 2019.

Os protestos aumentaram a pressão sobre o governo local e sobre grupos pró-Irã, que acusam os Estados Unidos de fomentar as manifestações. Já integrantes dos protestos tentam se distanciar da hostilidade crescente contra os EUA. "Viemos aqui para mostrar nossa lealdade à nação, não a um indivíduo", disse um estudante de medicina que pediu para não ser identificado.

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