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Em filme, a voz política de Taylor Swift



25/01/2020 | 07:50


Mesmo fãs de música menos afeitos ao pop e especialmente a Taylor Swift podem encontrar beleza no documentário Miss Americana, produção da Netflix e atração da abertura do Festival de Cinema de Sundance, na quinta, 23, com a presença da cantora. O documentário chega à plataforma no dia 31. Para fazer o filme, a diretora Lana Wilson, vencedora de um Emmy e indicada para dois Independent Spirit Award por documentários anteriores, teve acesso privilegiado a diversos momentos da vida de Taylor nos dois últimos anos, e Miss Americana tem imagens que vão emocionar os fãs, seja quando brinca com gatos ou quando compõe músicas em tempo real, que resultariam no seu álbum de 2019, Lover.

Se o filme pega leve com a cantora e compositora em relação a seu silêncio na eleição presidencial americana de 2016, que suscitou um rumor (falso) de que seria apoiadora de Trump, Miss Americana também mostra como ela criou uma voz política própria depois de 2017. O ponto de virada aconteceu após julgamento de um caso de assédio sexual do qual ela saiu vitoriosa naquele ano. Isso pode ter animado Taylor a opinar sobre questões em que acreditava.

Em cena do filme, a cantora, na época com 28 anos, debate com sua equipe e seu pai se deve divulgar nas redes seu apoio ao candidato democrata nas eleições para o Senado, em 2018. "Nos últimos 12 anos não falamos de política e tudo esteve bem", diz seu pai e um membro da equipe garante que um posicionamento cortaria a audiência da próxima turnê pela metade.

Decidida, a cantora rebate que a candidata republicana Marsha Blackburn votou contra legislações que endureciam penas para agressores e também contra o casamento gay. "Não vou aguentar ver outra candidata disfarçando essas políticas como 'valores cristãos do Tennessee'. Vivo no Tennessee e sou cristã. Não é isso que defendemos." Swift comentou a cena no Festival de Sundance. E reforçou que a vitória no tribunal no caso de assédio a ensinou a ser "menos bem-comportada". "Todas as mulheres da minha vida estavam comigo naquela corte. Nossa política é o que acontece conosco ao longo da vida."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Em filme, a voz política de Taylor Swift


25/01/2020 | 07:50


Mesmo fãs de música menos afeitos ao pop e especialmente a Taylor Swift podem encontrar beleza no documentário Miss Americana, produção da Netflix e atração da abertura do Festival de Cinema de Sundance, na quinta, 23, com a presença da cantora. O documentário chega à plataforma no dia 31. Para fazer o filme, a diretora Lana Wilson, vencedora de um Emmy e indicada para dois Independent Spirit Award por documentários anteriores, teve acesso privilegiado a diversos momentos da vida de Taylor nos dois últimos anos, e Miss Americana tem imagens que vão emocionar os fãs, seja quando brinca com gatos ou quando compõe músicas em tempo real, que resultariam no seu álbum de 2019, Lover.

Se o filme pega leve com a cantora e compositora em relação a seu silêncio na eleição presidencial americana de 2016, que suscitou um rumor (falso) de que seria apoiadora de Trump, Miss Americana também mostra como ela criou uma voz política própria depois de 2017. O ponto de virada aconteceu após julgamento de um caso de assédio sexual do qual ela saiu vitoriosa naquele ano. Isso pode ter animado Taylor a opinar sobre questões em que acreditava.

Em cena do filme, a cantora, na época com 28 anos, debate com sua equipe e seu pai se deve divulgar nas redes seu apoio ao candidato democrata nas eleições para o Senado, em 2018. "Nos últimos 12 anos não falamos de política e tudo esteve bem", diz seu pai e um membro da equipe garante que um posicionamento cortaria a audiência da próxima turnê pela metade.

Decidida, a cantora rebate que a candidata republicana Marsha Blackburn votou contra legislações que endureciam penas para agressores e também contra o casamento gay. "Não vou aguentar ver outra candidata disfarçando essas políticas como 'valores cristãos do Tennessee'. Vivo no Tennessee e sou cristã. Não é isso que defendemos." Swift comentou a cena no Festival de Sundance. E reforçou que a vitória no tribunal no caso de assédio a ensinou a ser "menos bem-comportada". "Todas as mulheres da minha vida estavam comigo naquela corte. Nossa política é o que acontece conosco ao longo da vida."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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