Fechar
Publicidade

Sábado, 29 de Fevereiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Nacional

nacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Ciclone subtropical se afasta da costa do Sudeste



24/01/2020 | 19:00


O ciclone subtropical formado na última quinta-feira, 23, na costa do Sudeste, já está se afastando do país e deve se dissipar até domingo, sem causar maiores alterações meteorológicas. O único efeito da tempestade em alto mar foi contribuir para a leve chuva que atinge no sul do Rio de Janeiro. As enxurradas registradas em Minas e no Espírito Santo, no entanto, não estão relacionadas ao fenômeno.

"Na verdade, o principal sistema meteorológico atuando em Minas, Espírito Santo e Rio de Janeiro hoje é a chamada zona de convergência do Atlântico Sul, a umidade da Amazônia que chega ao Sudeste", explicou a meteorologista Caroline Vidal, do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Meteorologia (Inpe).

"Segundo a especialista, a formação de ciclones em alto mar relativamente próximo da costa Sudeste e Sul do Brasil não é raro, uma vez que acontece, em média, de uma a duas vezes por ano, no período do verão. "É um fenômeno comum, não atípico", explicou. "Pode não ser muito frequente, mas acontece sempre."

O ciclone pode ser definido como uma grande perturbação da atmosfera terrestre, um sistema de tempestade. Os ciclones podem ser classificados como extratropicais (quando é mais frio), subtropicais (quando é quente no centro e mais frio na superfície) ou tropicais (quando é todo mais quente). Dependendo da velocidade alcançada por seus ventos, o ciclone tropical pode se transformar em furacão.

O atual fenômeno formado na costa brasileira é subtropical e foi, inicialmente, classificado como depressão. Depois, com os ventos alcançando 65 km/h foi reclassificado como tempestade pela Marinha e ganhou o nome de Kurumin (criança em tupi). Por conta da tempestade, a Marinha também lançou um alerta a navegantes.

"Ele ganhou força ontem (quinta) à noite e chegou a ter ventos de 67 km/h", explicou Vidal. "Os ventos continuam intensos, mas ele está se afastando cada vez mais da costa; até domingo deverá se dissipar."



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Ciclone subtropical se afasta da costa do Sudeste


24/01/2020 | 19:00


O ciclone subtropical formado na última quinta-feira, 23, na costa do Sudeste, já está se afastando do país e deve se dissipar até domingo, sem causar maiores alterações meteorológicas. O único efeito da tempestade em alto mar foi contribuir para a leve chuva que atinge no sul do Rio de Janeiro. As enxurradas registradas em Minas e no Espírito Santo, no entanto, não estão relacionadas ao fenômeno.

"Na verdade, o principal sistema meteorológico atuando em Minas, Espírito Santo e Rio de Janeiro hoje é a chamada zona de convergência do Atlântico Sul, a umidade da Amazônia que chega ao Sudeste", explicou a meteorologista Caroline Vidal, do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Meteorologia (Inpe).

"Segundo a especialista, a formação de ciclones em alto mar relativamente próximo da costa Sudeste e Sul do Brasil não é raro, uma vez que acontece, em média, de uma a duas vezes por ano, no período do verão. "É um fenômeno comum, não atípico", explicou. "Pode não ser muito frequente, mas acontece sempre."

O ciclone pode ser definido como uma grande perturbação da atmosfera terrestre, um sistema de tempestade. Os ciclones podem ser classificados como extratropicais (quando é mais frio), subtropicais (quando é quente no centro e mais frio na superfície) ou tropicais (quando é todo mais quente). Dependendo da velocidade alcançada por seus ventos, o ciclone tropical pode se transformar em furacão.

O atual fenômeno formado na costa brasileira é subtropical e foi, inicialmente, classificado como depressão. Depois, com os ventos alcançando 65 km/h foi reclassificado como tempestade pela Marinha e ganhou o nome de Kurumin (criança em tupi). Por conta da tempestade, a Marinha também lançou um alerta a navegantes.

"Ele ganhou força ontem (quinta) à noite e chegou a ter ventos de 67 km/h", explicou Vidal. "Os ventos continuam intensos, mas ele está se afastando cada vez mais da costa; até domingo deverá se dissipar."

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;