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Casa Branca marca data para anunciar plano de paz para o Oriente Médio

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


24/01/2020 | 06:19


O presidente dos EUA, Donald Trump, discutirá detalhes de seu plano de paz para o Oriente Médio na próxima semana, em Washington, com o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, e o rival dele nas próximas eleições, Benny Gantz. O anúncio foi feito ontem pelo vice-presidente, Mike Pence. A ideia é lançar o plano até junho.

Pence encontrou-se com Bibi e Gantz em Jerusalém, na cerimônia pelos 75 anos do fim de Auschwitz, e os convidou para irem à Casa Branca e debaterem uma prévia da proposta, que foi concluída no ano passado, mas mantida em sigilo em meio à turbulência política em Israel. Nenhum detalhe do pacote foi divulgado.

No ano passado, o governo de Trump divulgou uma série de investimentos que começariam a ser feitos em territórios palestinos, como parte de uma estratégia para tentar apaziguar a região. No entanto, o republicano optou por não divulgar mais detalhes na ocasião, principalmente os itens que foram considerados politicamente sensíveis, para evitar críticas de que estaria interferindo em favor de Bibi nas eleições de Israel.

Com os israelenses agora se preparando para sua terceira disputa eleitoral em menos de 12 meses, as autoridades americanas decidiram liberar o plano e deixar "que as coisas sigam seu curso", de acordo com diplomatas americanos. Os esforços para delinear um plano de paz para o Oriente Médio foram liderados pelo genro e conselheiro de Trump, Jared Kushner. A nova proposta teria a marca do presidente, pois envolveria negociações para melhorar o ambiente de negócios nos países da região.

Em junho do ano passado, Kushner chegou a apresentar uma série de propostas econômicas para a região. O projeto ficou conhecido como "acordo do século". Os palestinos, no entanto, rejeitaram o plano de paz, alegando que ele não fazia nenhuma menção ao fim da ocupação israelense e a não abordava as questões políticas mais relevantes da região. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Casa Branca marca data para anunciar plano de paz para o Oriente Médio


24/01/2020 | 06:19


O presidente dos EUA, Donald Trump, discutirá detalhes de seu plano de paz para o Oriente Médio na próxima semana, em Washington, com o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, e o rival dele nas próximas eleições, Benny Gantz. O anúncio foi feito ontem pelo vice-presidente, Mike Pence. A ideia é lançar o plano até junho.

Pence encontrou-se com Bibi e Gantz em Jerusalém, na cerimônia pelos 75 anos do fim de Auschwitz, e os convidou para irem à Casa Branca e debaterem uma prévia da proposta, que foi concluída no ano passado, mas mantida em sigilo em meio à turbulência política em Israel. Nenhum detalhe do pacote foi divulgado.

No ano passado, o governo de Trump divulgou uma série de investimentos que começariam a ser feitos em territórios palestinos, como parte de uma estratégia para tentar apaziguar a região. No entanto, o republicano optou por não divulgar mais detalhes na ocasião, principalmente os itens que foram considerados politicamente sensíveis, para evitar críticas de que estaria interferindo em favor de Bibi nas eleições de Israel.

Com os israelenses agora se preparando para sua terceira disputa eleitoral em menos de 12 meses, as autoridades americanas decidiram liberar o plano e deixar "que as coisas sigam seu curso", de acordo com diplomatas americanos. Os esforços para delinear um plano de paz para o Oriente Médio foram liderados pelo genro e conselheiro de Trump, Jared Kushner. A nova proposta teria a marca do presidente, pois envolveria negociações para melhorar o ambiente de negócios nos países da região.

Em junho do ano passado, Kushner chegou a apresentar uma série de propostas econômicas para a região. O projeto ficou conhecido como "acordo do século". Os palestinos, no entanto, rejeitaram o plano de paz, alegando que ele não fazia nenhuma menção ao fim da ocupação israelense e a não abordava as questões políticas mais relevantes da região. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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