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A meca dos beatlemaníacos


Heloísa Cestari
Do Diário do Grande ABC

09/08/2007 | 07:07


Pensou em Liverpool, lembrou de Beatles. E não é para menos: por toda parte que se vai, há sempre uma referência à banda, principal responsável pela inserção da cidade no Guinness Book, o Livro dos Recordes, como Capital Mundial da Música Pop, com a invejável marca de 54 hits no topo das paradas de sucesso.

O tour começa no número 10 da Mathew Street, onde um letreiro faz os beatlemaníacos se beliscarem para ter certeza: sim, lá está, diante dos olhos, o lendário Cavern Club, de portas abertas para os que sonham em reviver os velhos e bons tempos do rock’n’roll.

Na mesma rua, a Beatles Shop faz a festa dos fãs com uma infinidade de suvenires, CDs e discos antigos – alguns deles raríssimos! Mais adiante, vislumbra-se a parede da fama, com miniaturas do músicos e, metros depois, uma estátua de John Lennon, exatamente como ele aparece na capa do LP Rock’n’Roll.

Outra boa opção de passeio para os aficionados por Beatles é o Magical Mistery Tour. Ao contrário do que sugere o filme idealizado por Paul em 1967, todos que embarcam no ônibus – idêntico ao do longa-metragem – sabem muito bem aonde estão indo. O percurso dura cerca de duas horas e inclui vários pontos que fizeram parte da vida dos quatro rapazes, como suas casas, os bairros onde passaram a infância, escolas e pontos que inspiraram duas de suas mais memoráveis canções: Penny Lane e Strawberry Fields Forever.

MORANGOS

Ao contrário do que o nome sugere, Strawberry Fields não possui fruta alguma, e já não as possuía nos tempos de Lennon, quando a casa, em estilo vitoriano, abrigava órfãos do Exército de Salvação.

Mesmo assim, muita gente se emociona diante do terreno, cerrado por um portão vermelho. Talvez, por finalmente compreenderem a frustração do ídolo nos versos nothing is real and nothing to get hungabout strawberry fields forever (“nada é real, não há por que esperar campos de morango para sempre”). A propriedade ficava na esquina da rua onde Jonh morava, e ele costumava pular o muro para passear em seus jardins.

Já Penny Lane remete ao distrito onde o líder dos Beatles passou parte da infância, “sentado sob o céu azul do subúrbio”, enquanto observava o cotidiano de seus moradores.

Na biografia autorizada de Paul McCartney, ele explica a composição: “A enfermeira, o barbeiro e o bombeiro eram apenas pessoas que víamos quando passávamos de ônibus em Penny Lane, mas, dessa vez, elas estariam conosco. Nós só realçamos a realidade para dar surrealismo”.

FRASES

“Penny Lane é o primeiro lugar de que me lembro. Vivi lá com minha mãe, meu pai (embora ele fosse marinheiro, sempre no mar) e o meu avô, numa rua chamada Newcastle Road (...) Roubava maçãs com um garoto. A gente também se segurava no pára-choque dos bondes e andava por quilômetros sem pagar. Eu ficava apavorado, mas fingia coragem para mim mesmo o tempo todo.”

(John Lennon)

“Quando eu era criança, havia mistery tours lá no Norte. A gente entrava no ônibus e não sabia para onde estava indo, mas quase sempre era para a praia em Blackpool.”

(Paul McCartney)

“Quando eu era menino, costumava ir a festas ao ar livre nos jardins de Strawberry Fields com os meus amigos Ivan, Nigel e Pete. Íamos lá e vendíamos garrafas de limonada. Era divertido.” (John Lennon)

“Certa noite de 1960, caminhando entre Gambier Terrace e a Liverpool Cathedral, John e Stuart anunciaram: ‘Ei, queremos chamar a banda de The Beatles’. Pensei: ‘Um tanto horripilante, não?’ ”

(Paul McCartney)

FRASES

“Tocamos no Cavern uma vez. Ainda era uma casa de jazz, e nos dispensaram porque tocávamos rock’n’roll”

(George Harrison)

“Cresci achando que local bombardeado era quase o mesmo que playground” (Paul McCartney)

<USturismonovo>“Liverpool é cosmopolita. Era lá que os marinheiros aportavam, retornando da América cheios de discos de blues jamais ouvidos do outro lado da Inglaterra ou da Europa. Eram exclusividade das zonas portuárias.”

(John Lennon)

“Não me lembro da guerra e das bombas, embora tenha feito Liverpool em pedaços"

(Ringo Starr)

“As mulheres usam as menores minissaias do mundo, mesmo no frio”

(Guto Goffi)



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A meca dos beatlemaníacos

Heloísa Cestari
Do Diário do Grande ABC

09/08/2007 | 07:07


Pensou em Liverpool, lembrou de Beatles. E não é para menos: por toda parte que se vai, há sempre uma referência à banda, principal responsável pela inserção da cidade no Guinness Book, o Livro dos Recordes, como Capital Mundial da Música Pop, com a invejável marca de 54 hits no topo das paradas de sucesso.

O tour começa no número 10 da Mathew Street, onde um letreiro faz os beatlemaníacos se beliscarem para ter certeza: sim, lá está, diante dos olhos, o lendário Cavern Club, de portas abertas para os que sonham em reviver os velhos e bons tempos do rock’n’roll.

Na mesma rua, a Beatles Shop faz a festa dos fãs com uma infinidade de suvenires, CDs e discos antigos – alguns deles raríssimos! Mais adiante, vislumbra-se a parede da fama, com miniaturas do músicos e, metros depois, uma estátua de John Lennon, exatamente como ele aparece na capa do LP Rock’n’Roll.

Outra boa opção de passeio para os aficionados por Beatles é o Magical Mistery Tour. Ao contrário do que sugere o filme idealizado por Paul em 1967, todos que embarcam no ônibus – idêntico ao do longa-metragem – sabem muito bem aonde estão indo. O percurso dura cerca de duas horas e inclui vários pontos que fizeram parte da vida dos quatro rapazes, como suas casas, os bairros onde passaram a infância, escolas e pontos que inspiraram duas de suas mais memoráveis canções: Penny Lane e Strawberry Fields Forever.

MORANGOS

Ao contrário do que o nome sugere, Strawberry Fields não possui fruta alguma, e já não as possuía nos tempos de Lennon, quando a casa, em estilo vitoriano, abrigava órfãos do Exército de Salvação.

Mesmo assim, muita gente se emociona diante do terreno, cerrado por um portão vermelho. Talvez, por finalmente compreenderem a frustração do ídolo nos versos nothing is real and nothing to get hungabout strawberry fields forever (“nada é real, não há por que esperar campos de morango para sempre”). A propriedade ficava na esquina da rua onde Jonh morava, e ele costumava pular o muro para passear em seus jardins.

Já Penny Lane remete ao distrito onde o líder dos Beatles passou parte da infância, “sentado sob o céu azul do subúrbio”, enquanto observava o cotidiano de seus moradores.

Na biografia autorizada de Paul McCartney, ele explica a composição: “A enfermeira, o barbeiro e o bombeiro eram apenas pessoas que víamos quando passávamos de ônibus em Penny Lane, mas, dessa vez, elas estariam conosco. Nós só realçamos a realidade para dar surrealismo”.

FRASES

“Penny Lane é o primeiro lugar de que me lembro. Vivi lá com minha mãe, meu pai (embora ele fosse marinheiro, sempre no mar) e o meu avô, numa rua chamada Newcastle Road (...) Roubava maçãs com um garoto. A gente também se segurava no pára-choque dos bondes e andava por quilômetros sem pagar. Eu ficava apavorado, mas fingia coragem para mim mesmo o tempo todo.”

(John Lennon)

“Quando eu era criança, havia mistery tours lá no Norte. A gente entrava no ônibus e não sabia para onde estava indo, mas quase sempre era para a praia em Blackpool.”

(Paul McCartney)

“Quando eu era menino, costumava ir a festas ao ar livre nos jardins de Strawberry Fields com os meus amigos Ivan, Nigel e Pete. Íamos lá e vendíamos garrafas de limonada. Era divertido.” (John Lennon)

“Certa noite de 1960, caminhando entre Gambier Terrace e a Liverpool Cathedral, John e Stuart anunciaram: ‘Ei, queremos chamar a banda de The Beatles’. Pensei: ‘Um tanto horripilante, não?’ ”

(Paul McCartney)

FRASES

“Tocamos no Cavern uma vez. Ainda era uma casa de jazz, e nos dispensaram porque tocávamos rock’n’roll”

(George Harrison)

“Cresci achando que local bombardeado era quase o mesmo que playground” (Paul McCartney)

<USturismonovo>“Liverpool é cosmopolita. Era lá que os marinheiros aportavam, retornando da América cheios de discos de blues jamais ouvidos do outro lado da Inglaterra ou da Europa. Eram exclusividade das zonas portuárias.”

(John Lennon)

“Não me lembro da guerra e das bombas, embora tenha feito Liverpool em pedaços"

(Ringo Starr)

“As mulheres usam as menores minissaias do mundo, mesmo no frio”

(Guto Goffi)

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