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Amigão quer convocar secretário após demissões

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vereador pretende obter explicações de Adriano Dias Campos, titular de Administração, sobre fim da frente de trabalho


Daniel Tossato
Diário do Grande ABC

18/01/2020 | 23:59


O vereador Humberto D’Orto, o Amigão (PTC), se articula com os colegas na Câmara de Ribeirão Pires para convocar o secretário de Administração, Adriano Dias Campos, para dar explicações sobre a demissão-relâmpago dos selecionados do Programa Auxílio Desemprego, a frente de trabalho municipal, assim que o recesso terminar, no início de fevereiro.

Segundo o parlamentar, o desligamento de cerca de 50 pessoas que foram convocadas para trabalhar “é um absurdo” e precisa ser explicado, não somente aos vereadores, mas também aos moradores da cidade. Campos, do primeiro escalão do governo do prefeito Adler Kiko Teixeira (PSB), teria se responsabilizado pela contratação e demissão dos selecionados, segundo os próprios trabalhadores que se reuniram com o secretário logo após demissão.

“Isso já era uma tragédia anunciada. Pais e mães de família passando pela humilhação de assinar contrato e depois de dois dias receber a informação de que a contratação foi cancelada”, declarou Amigão, que também estuda convocar o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, César Ferreira. Segundo o vereador, as contratações também passaram pela pasta de Ferreira.

Além disso, Amigão pretende enviar requerimento de informações para tentar mapear como foi o processo de inscrições, de contratações e de demissões dos convocados para a frente de trabalho. “Por que o prefeito Kiko não contratou essas pessoas ainda em 2019? O edital foi aberto em maio. Será que em sete meses não foi possível dar andamento a um processo seletivo?”, questionou o vereador.

A Prefeitura de Ribeirão Pires anunciou a convocação de 100 inscritos a partir da última segunda-feira, mas só 50 compareceram e receberam informações sobre o cronograma de atuação naquele dia. Já na terça-feira, os selecionados foram informados que as contratações haviam sido suspensas por se tratar de ano de eleição. Contrato de trabalho foi assinado no dia 6 de janeiro.

A Secretaria de Administração convocou para amanhã uma reunião com os demitidos para se posicionar oficialmente sobre a situação. Segundo o Executivo, o episódio está sob análise do corpo jurídico da Prefeitura de Ribeirão.  



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Amigão quer convocar secretário após demissões

Vereador pretende obter explicações de Adriano Dias Campos, titular de Administração, sobre fim da frente de trabalho

Daniel Tossato
Diário do Grande ABC

18/01/2020 | 23:59


O vereador Humberto D’Orto, o Amigão (PTC), se articula com os colegas na Câmara de Ribeirão Pires para convocar o secretário de Administração, Adriano Dias Campos, para dar explicações sobre a demissão-relâmpago dos selecionados do Programa Auxílio Desemprego, a frente de trabalho municipal, assim que o recesso terminar, no início de fevereiro.

Segundo o parlamentar, o desligamento de cerca de 50 pessoas que foram convocadas para trabalhar “é um absurdo” e precisa ser explicado, não somente aos vereadores, mas também aos moradores da cidade. Campos, do primeiro escalão do governo do prefeito Adler Kiko Teixeira (PSB), teria se responsabilizado pela contratação e demissão dos selecionados, segundo os próprios trabalhadores que se reuniram com o secretário logo após demissão.

“Isso já era uma tragédia anunciada. Pais e mães de família passando pela humilhação de assinar contrato e depois de dois dias receber a informação de que a contratação foi cancelada”, declarou Amigão, que também estuda convocar o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, César Ferreira. Segundo o vereador, as contratações também passaram pela pasta de Ferreira.

Além disso, Amigão pretende enviar requerimento de informações para tentar mapear como foi o processo de inscrições, de contratações e de demissões dos convocados para a frente de trabalho. “Por que o prefeito Kiko não contratou essas pessoas ainda em 2019? O edital foi aberto em maio. Será que em sete meses não foi possível dar andamento a um processo seletivo?”, questionou o vereador.

A Prefeitura de Ribeirão Pires anunciou a convocação de 100 inscritos a partir da última segunda-feira, mas só 50 compareceram e receberam informações sobre o cronograma de atuação naquele dia. Já na terça-feira, os selecionados foram informados que as contratações haviam sido suspensas por se tratar de ano de eleição. Contrato de trabalho foi assinado no dia 6 de janeiro.

A Secretaria de Administração convocou para amanhã uma reunião com os demitidos para se posicionar oficialmente sobre a situação. Segundo o Executivo, o episódio está sob análise do corpo jurídico da Prefeitura de Ribeirão.  

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