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Bolsas de Nova York fecham em alta com foco em indicadores da China



17/01/2020 | 19:35


As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira, 17, com otimismo em torno de uma melhora na economia chinesa, após a divulgação de resultados de produção industrial, vendas no varejo e do Produto Interno Bruto (PIB) do país asiático. Os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq renovaram recordes de fechamento apesar dos ganhos terem sido contidos por ações do setor de energia, que apresentaram queda, e pela notícia de que a gigante aérea Boeing enfrenta um novo problema para a retomada de produção do modelo 737 Max, envolvido em acidentes.

O índice Dow Jones subiu 0,17%, a 29.348,10 pontos, com elevação semanal de 1,73%. O S&P 500 avançou 0,39%, a 3.329,62 pontos, e avançou 1,87% na comparação semanal. Já o Nasdaq ganhou 0,34%, a 9.388,94 pontos, subindo 2,15% na semana. Hoje, as ações da Boeing tiveram desvalorização de 2,36%, após fontes da Dow Jones Newswires informarem que a empresa enfrenta dificuldades para retomar a produção do modelo 737 Max, por conta de um erro de software.

As bolsas de Nova York perderam força no início da tarde desta sexta-feira (horário de Brasília), pressionadas pelos recuos de ações empresas de energia, que encerraram o dia em queda de 0,66%, na contramão dos demais setores.

Mas os dados da China sustentaram o apetite por risco, de olho em indicadores econômicos do país. A produção industrial e as vendas no varejo surpreenderam as expectativas, enquanto investidores viram com bons olhos os números do PIB do quatro trimestre de 2019. Embora o resultado, na comparação anual, tenha sido o pior em quase três décadas, não houve alterações na comparação trimestral.

De acordo com a LPL Financial, o resultado do PIB da China representa "uma melhora em relação aos cinco trimestres seguidos de declínio, em meio às tensões comerciais", aponta a instituição em relatório enviado a clientes. "Continuamos a ver sinais de estabilização nos dados globais, um desenvolvimento encorajador, considerando as dificuldades que muitas economias estrangeiras enfrentaram em 2019", completa a LPL.



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Bolsas de Nova York fecham em alta com foco em indicadores da China


17/01/2020 | 19:35


As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira, 17, com otimismo em torno de uma melhora na economia chinesa, após a divulgação de resultados de produção industrial, vendas no varejo e do Produto Interno Bruto (PIB) do país asiático. Os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq renovaram recordes de fechamento apesar dos ganhos terem sido contidos por ações do setor de energia, que apresentaram queda, e pela notícia de que a gigante aérea Boeing enfrenta um novo problema para a retomada de produção do modelo 737 Max, envolvido em acidentes.

O índice Dow Jones subiu 0,17%, a 29.348,10 pontos, com elevação semanal de 1,73%. O S&P 500 avançou 0,39%, a 3.329,62 pontos, e avançou 1,87% na comparação semanal. Já o Nasdaq ganhou 0,34%, a 9.388,94 pontos, subindo 2,15% na semana. Hoje, as ações da Boeing tiveram desvalorização de 2,36%, após fontes da Dow Jones Newswires informarem que a empresa enfrenta dificuldades para retomar a produção do modelo 737 Max, por conta de um erro de software.

As bolsas de Nova York perderam força no início da tarde desta sexta-feira (horário de Brasília), pressionadas pelos recuos de ações empresas de energia, que encerraram o dia em queda de 0,66%, na contramão dos demais setores.

Mas os dados da China sustentaram o apetite por risco, de olho em indicadores econômicos do país. A produção industrial e as vendas no varejo surpreenderam as expectativas, enquanto investidores viram com bons olhos os números do PIB do quatro trimestre de 2019. Embora o resultado, na comparação anual, tenha sido o pior em quase três décadas, não houve alterações na comparação trimestral.

De acordo com a LPL Financial, o resultado do PIB da China representa "uma melhora em relação aos cinco trimestres seguidos de declínio, em meio às tensões comerciais", aponta a instituição em relatório enviado a clientes. "Continuamos a ver sinais de estabilização nos dados globais, um desenvolvimento encorajador, considerando as dificuldades que muitas economias estrangeiras enfrentaram em 2019", completa a LPL.

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