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Após seis perdas, Bolsa retoma 117 mil pontos, em reaproximação de pico histórico

Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


13/01/2020 | 18:56


Após seis sessões de queda, o Ibovespa iniciou a semana em terreno positivo, retomando os 117 mil pontos e alcançando o segundo melhor fechamento de que se tem registro, abaixo apenas da marca histórica de 118.573,10 pontos alcançada na primeira sessão do ano, no dia 2, quando subiu 2,53%. Logo depois do Natal, o rali de fim de ano havia levado o índice de referência da B3 pela primeira vez acima dos 117 mil no fechamento de 26 de dezembro, aos 117.203,20 pontos.

Nesta segunda-feira, 13, o índice encerrou em alta de 1,58%, aos 117.325,28 pontos, com giro financeiro de R$ 21,9 bilhões, em linha com o observado nas últimas sessões, sustentado acima de R$ 20 bilhões. Na mínima de hoje, o Ibovespa foi a 115.502,53 e, na máxima, a 117.333,11 pontos, atingida pouco antes do fechamento. O desempenho foi condicionado por dois segmentos com forte peso no índice: bancos e mineração/siderurgia.

A semana traz indicadores importantes para balizar apostas sobre os próximos movimentos na política monetária: volume de serviços (terça-feira), vendas no varejo (quarta-feira) e IBC-Br (quinta-feira). No exterior, expectativa para o início da temporada de balanços, com bancos, amanhã, e a assinatura da fase 1 do acordo comercial entre Estados Unidos e China em Washington, na quarta-feira, dia anterior ao que será divulgado o PIB chinês. Aqui, o mercado segue dividido quanto à possibilidade de o Copom efetivar, no início de fevereiro, novo corte na Selic já na mínima histórica, hoje a 4,5%.

"A recuperação de hoje foi muito puxada pelas ações de bancos, que estavam um pouco atrasadas após uma sequência de perdas, como Itaú, e também pelas de mineração e siderurgia, como Vale (+3,64% no fechamento), CSN (+6,05%), Usiminas (+4,38%) e Gerdau (+4,30%)", diz Pedro Nieman, analista da Toro Investimentos. Na China, o minério de ferro fechou nesta segunda-feira com ganho acentuado, de 2,14%, em Qingdao. "O mercado exagerou um pouco na última semana, especialmente com relação aos bancos, e temos uma correção hoje muito baseada em preço", diz Luiz Roberto Monteiro, operador sênior da Renascença.

Nesta segunda-feira, Itaú Unibanco PN fechou em alta de 1,33%, Bradesco PN avançou 1,07% e Banco do Brasil ON ganhou 1,12%, ainda acumulando perdas, respectivamente, de 5,46%, de 3,75% e de 4,54% neste início de ano.

No exterior, em novo passo para reduzir a tensão bilateral, os Estados Unidos podem remover a China de lista de países considerados manipuladores de câmbio, faltando dois dias para a assinatura de acordo comercial preliminar entre Washington e Pequim, de acordo com relato da CNBC. Assim, a distensão do cenário externo, com os índices de NY em torno das máximas históricas, contribui para que o Ibovespa, após uma semana de descolamento, volte a refletir a melhora do ambiente global.



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Após seis perdas, Bolsa retoma 117 mil pontos, em reaproximação de pico histórico


13/01/2020 | 18:56


Após seis sessões de queda, o Ibovespa iniciou a semana em terreno positivo, retomando os 117 mil pontos e alcançando o segundo melhor fechamento de que se tem registro, abaixo apenas da marca histórica de 118.573,10 pontos alcançada na primeira sessão do ano, no dia 2, quando subiu 2,53%. Logo depois do Natal, o rali de fim de ano havia levado o índice de referência da B3 pela primeira vez acima dos 117 mil no fechamento de 26 de dezembro, aos 117.203,20 pontos.

Nesta segunda-feira, 13, o índice encerrou em alta de 1,58%, aos 117.325,28 pontos, com giro financeiro de R$ 21,9 bilhões, em linha com o observado nas últimas sessões, sustentado acima de R$ 20 bilhões. Na mínima de hoje, o Ibovespa foi a 115.502,53 e, na máxima, a 117.333,11 pontos, atingida pouco antes do fechamento. O desempenho foi condicionado por dois segmentos com forte peso no índice: bancos e mineração/siderurgia.

A semana traz indicadores importantes para balizar apostas sobre os próximos movimentos na política monetária: volume de serviços (terça-feira), vendas no varejo (quarta-feira) e IBC-Br (quinta-feira). No exterior, expectativa para o início da temporada de balanços, com bancos, amanhã, e a assinatura da fase 1 do acordo comercial entre Estados Unidos e China em Washington, na quarta-feira, dia anterior ao que será divulgado o PIB chinês. Aqui, o mercado segue dividido quanto à possibilidade de o Copom efetivar, no início de fevereiro, novo corte na Selic já na mínima histórica, hoje a 4,5%.

"A recuperação de hoje foi muito puxada pelas ações de bancos, que estavam um pouco atrasadas após uma sequência de perdas, como Itaú, e também pelas de mineração e siderurgia, como Vale (+3,64% no fechamento), CSN (+6,05%), Usiminas (+4,38%) e Gerdau (+4,30%)", diz Pedro Nieman, analista da Toro Investimentos. Na China, o minério de ferro fechou nesta segunda-feira com ganho acentuado, de 2,14%, em Qingdao. "O mercado exagerou um pouco na última semana, especialmente com relação aos bancos, e temos uma correção hoje muito baseada em preço", diz Luiz Roberto Monteiro, operador sênior da Renascença.

Nesta segunda-feira, Itaú Unibanco PN fechou em alta de 1,33%, Bradesco PN avançou 1,07% e Banco do Brasil ON ganhou 1,12%, ainda acumulando perdas, respectivamente, de 5,46%, de 3,75% e de 4,54% neste início de ano.

No exterior, em novo passo para reduzir a tensão bilateral, os Estados Unidos podem remover a China de lista de países considerados manipuladores de câmbio, faltando dois dias para a assinatura de acordo comercial preliminar entre Washington e Pequim, de acordo com relato da CNBC. Assim, a distensão do cenário externo, com os índices de NY em torno das máximas históricas, contribui para que o Ibovespa, após uma semana de descolamento, volte a refletir a melhora do ambiente global.

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