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Cheidde Jr. se apresenta à polícia e nega participação em homicídio


Artur Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

25/03/2006 | 08:14


O empresário Felipe Cheidde Júnior prestou depoimento sexta-feira no 6º  DP de São Bernardo. Um dos suspeitos do assassinato do comerciante informal Maurício Vieira da Cruz, 19 anos, no Jardim Farina, ele apresentou um álibi para comprovar que estava em outro local na hora do crime.

O rapaz morreu na terça-feira, no Hospital Anchieta, de anemia aguda e hemorragia interna, decorrentes dos cinco tiros que levou na madrugada de segunda-feira.

O motorista do empresário Cheidde Júnior, o soldado da PM Weiden Alves, foi preso temporariamente e aguarda os resultados da investigação. Cinco dias depois do crime, o empresário compareceu à delegacia. “Tudo vai ser esclarecido”, disse à reportagem. Ele nega qualquer participação no crime.

Uma Mercedes Benz idêntica à de Cheidde Júnior foi vista na cena do crime por duas testemunhas. Esse é o principal indício da polícia para suspeitar do empresário e de seu motorista. O PM Weiden Alves também nega participação no crime e diz que passou a noite a serviço do empresário.

Na versão apresentada pelo empresário, o PM teria se ausentado de sua companhia durante alguns momentos, afirma o delegado Pietrantonio Araújo, que chefia o inquérito. O local onde o empresário disse que estava na noite do crime não foi divulgado pela polícia para não prejudicar as investigações. O próximo passo no inquérito é checar o álibi de Cheidde Júnior, diz o delegado do 6º DP.



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Cheidde Jr. se apresenta à polícia e nega participação em homicídio

Artur Rodrigues
Do Diário do Grande ABC

25/03/2006 | 08:14


O empresário Felipe Cheidde Júnior prestou depoimento sexta-feira no 6º  DP de São Bernardo. Um dos suspeitos do assassinato do comerciante informal Maurício Vieira da Cruz, 19 anos, no Jardim Farina, ele apresentou um álibi para comprovar que estava em outro local na hora do crime.

O rapaz morreu na terça-feira, no Hospital Anchieta, de anemia aguda e hemorragia interna, decorrentes dos cinco tiros que levou na madrugada de segunda-feira.

O motorista do empresário Cheidde Júnior, o soldado da PM Weiden Alves, foi preso temporariamente e aguarda os resultados da investigação. Cinco dias depois do crime, o empresário compareceu à delegacia. “Tudo vai ser esclarecido”, disse à reportagem. Ele nega qualquer participação no crime.

Uma Mercedes Benz idêntica à de Cheidde Júnior foi vista na cena do crime por duas testemunhas. Esse é o principal indício da polícia para suspeitar do empresário e de seu motorista. O PM Weiden Alves também nega participação no crime e diz que passou a noite a serviço do empresário.

Na versão apresentada pelo empresário, o PM teria se ausentado de sua companhia durante alguns momentos, afirma o delegado Pietrantonio Araújo, que chefia o inquérito. O local onde o empresário disse que estava na noite do crime não foi divulgado pela polícia para não prejudicar as investigações. O próximo passo no inquérito é checar o álibi de Cheidde Júnior, diz o delegado do 6º DP.

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