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'Terei resiliência para manter serenidade', afirma Pio

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente da Câmara de São Caetano espera que ano na política local seja propositivo, embora admita indústria de boatos


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

05/01/2020 | 07:00


Presidente da Câmara de São Caetano, Pio Mielo (MDB) chega ao quarto ano à frente do Legislativo com a missão de controlar a casa em ano eleitoral e em um pleito que se apresenta com aprofundamento da polarização da política local, vivenciada desde 2012. Em tom conciliador, o emedebista declarou que precisará de resiliência para manter a serenidade caso os debates no parlamento fujam da raia do respeito.

“Adotarei o R ao quadrado, com respeito e resiliência. Não cair em tentação ou sucumbir a rede de boataria, da indústria de boato que se planta na cidade. Tenho que superar as dificuldades. Ter respeito com os vereadores, com o prefeito (José Auricchio Júnior, PSDB), com as forças de oposição, com ex-prefeito Paulo Pinheiro (DEM). É desta maneira que construiremos o debate, em cima da política de propostas para saúde, educação, infraestrutura”, disse.

Há oito anos, o racha no grupo de Auricchio, que conduziu Pinheiro à oposição, estremeceu a classe política local, acostumada a eleições mais tranquilas, sobretudo quando Luiz Olinto Tortorello estava vivo – o prefeito morreu em 2004.

Pio admitiu que parte dos agentes políticos do município tem recorrido às especulações, apostando no aprofundamento da polarização, ainda mais em tempos de campanha pela internet. O emedebista, que está em seu segundo mandato como vereador, porém, pregou a adoção de política propositiva.

“Todo radicalismo, seja à esquerda ou direita, é ruim para democracia, para o País, para a cidade. É muito fácil se esconder atrás de uma tela de computador, de fake news, de personagem que não existe para atacar vida pessoal. Tenho convicção que o eleitorado, principalmente o de São Caetano, tem de a ser mais criterioso na gestão da cidade. Mais de 80% da população têm orgulho e gratidão por morar em São Caetano. Esse sentimento de satisfação não se dá por osmose, se dá por decisão política, por política pública”, comentou o presidente da Câmara.

“Respeito as redes sociais, atuo nas redes sociais, mas a diferença é o apertar de mãos. O candidato que achar que terá algum êxito com três assessores atrás de um computador se passando por ele estará errado. Tem de à rua, tocar campainha da casa e apresentar o que foi feito no mandato e propostas.”



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'Terei resiliência para manter serenidade', afirma Pio

Presidente da Câmara de São Caetano espera que ano na política local seja propositivo, embora admita indústria de boatos

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

05/01/2020 | 07:00


Presidente da Câmara de São Caetano, Pio Mielo (MDB) chega ao quarto ano à frente do Legislativo com a missão de controlar a casa em ano eleitoral e em um pleito que se apresenta com aprofundamento da polarização da política local, vivenciada desde 2012. Em tom conciliador, o emedebista declarou que precisará de resiliência para manter a serenidade caso os debates no parlamento fujam da raia do respeito.

“Adotarei o R ao quadrado, com respeito e resiliência. Não cair em tentação ou sucumbir a rede de boataria, da indústria de boato que se planta na cidade. Tenho que superar as dificuldades. Ter respeito com os vereadores, com o prefeito (José Auricchio Júnior, PSDB), com as forças de oposição, com ex-prefeito Paulo Pinheiro (DEM). É desta maneira que construiremos o debate, em cima da política de propostas para saúde, educação, infraestrutura”, disse.

Há oito anos, o racha no grupo de Auricchio, que conduziu Pinheiro à oposição, estremeceu a classe política local, acostumada a eleições mais tranquilas, sobretudo quando Luiz Olinto Tortorello estava vivo – o prefeito morreu em 2004.

Pio admitiu que parte dos agentes políticos do município tem recorrido às especulações, apostando no aprofundamento da polarização, ainda mais em tempos de campanha pela internet. O emedebista, que está em seu segundo mandato como vereador, porém, pregou a adoção de política propositiva.

“Todo radicalismo, seja à esquerda ou direita, é ruim para democracia, para o País, para a cidade. É muito fácil se esconder atrás de uma tela de computador, de fake news, de personagem que não existe para atacar vida pessoal. Tenho convicção que o eleitorado, principalmente o de São Caetano, tem de a ser mais criterioso na gestão da cidade. Mais de 80% da população têm orgulho e gratidão por morar em São Caetano. Esse sentimento de satisfação não se dá por osmose, se dá por decisão política, por política pública”, comentou o presidente da Câmara.

“Respeito as redes sociais, atuo nas redes sociais, mas a diferença é o apertar de mãos. O candidato que achar que terá algum êxito com três assessores atrás de um computador se passando por ele estará errado. Tem de à rua, tocar campainha da casa e apresentar o que foi feito no mandato e propostas.”

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