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Por que é preciso cuidar da pele?

Exposição intensa ao Sol, principalmente durante o verão, demanda proteção para a saúde


Tauana Marin
Diário do Grande ABC

05/01/2020 | 07:00


A proteção da pele deve ser realizada desde o nascimento como maneira de manutenção da saúde. Se proteger do Sol, por exemplo, evita queimaduras e a chamada insolação (provocada pelo excesso de exposição ao raios solares e ao calor intenso), capazes de deixar o corpo dolorido e provocar desidratação, quando as pessoas perdem muita água. A falta de cuidados também pode gerar complicações como mal-estar, febre e vômito. Casos extremos precisam ser levados para a análise de médicos.

Exposição intensa ao Sol pode desencadear doenças bem graves, como o câncer, decorrente do crescimento desordenado de células de maneira um tanto quanto agressiva e incontrolável, prejudicando todo o organismo. A chegada do verão, estação climática mais quente do ano, que ocorre entre 22 de dezembro e 20 de março, intensifica os cuidados, principalmente por causa de períodos na praia e em piscinas a céu aberto.

Parte da prevenção ocorre com ajuda de um protetor solar, creme que possui FPS (Fator de Proteção Solar), representado na embalagem por meio de números – quanto mais alta a numeração, maior é a proteção. Ele impede a passagem total da radiação (chamada de ultravermelha), que é dividida em dois tipos: os raios UVA, que fazem muito mal e entram em camada profunda da pele, e os UVB, que atingem a superfície e causam vermelhidão. Recomenda-se que as crianças utilizem, no mínimo, FPS 30, com preferência para os pacotes infantis, adequados por darem menos alergias e serem mais resistentes à água. É preciso ficar atento à quantidade suficiente para ser espalhado pelo corpo, caso contrário não fará o ‘bloqueio’ de maneira desejada. Questões como a cor da pele da pessoa, disponibilidade de reaplicar o produto e tempo de exposição ao Sol devem ser levadas em conta.

Após os 6 primeiros meses de idade, a pele do bebê está mais madura e apta para receber o protetor solar com segurança. Nenhum produto desse tipo protege 100% o indivíduo. Associar esse tipo de proteção com o uso de acessórios, entre eles chapéus, bonés e roupas com fator de proteção, faz parte do ‘pacote’ na relação com os raios solares. Tanto para bebês, crianças, jovens, adultos e idosos, é recomendado evitar o Sol no período entre as 10h e as 16h.

De modo geral, o protetor deve ser reaplicado a cada duas horas, para manter o fator de proteção solar. Outra dica é hidratar a pele depois da exposição, uma vez que ela resseca. O consumo contínuo de água também é fundamental.

Pessoas negras também precisam se proteger dos raios solares, uma vez que a incidência do Sol na pele não difere com a cor.

Consultoria de Daniela Taniguchi, médica dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. 



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Por que é preciso cuidar da pele?

Exposição intensa ao Sol, principalmente durante o verão, demanda proteção para a saúde

Tauana Marin
Diário do Grande ABC

05/01/2020 | 07:00


A proteção da pele deve ser realizada desde o nascimento como maneira de manutenção da saúde. Se proteger do Sol, por exemplo, evita queimaduras e a chamada insolação (provocada pelo excesso de exposição ao raios solares e ao calor intenso), capazes de deixar o corpo dolorido e provocar desidratação, quando as pessoas perdem muita água. A falta de cuidados também pode gerar complicações como mal-estar, febre e vômito. Casos extremos precisam ser levados para a análise de médicos.

Exposição intensa ao Sol pode desencadear doenças bem graves, como o câncer, decorrente do crescimento desordenado de células de maneira um tanto quanto agressiva e incontrolável, prejudicando todo o organismo. A chegada do verão, estação climática mais quente do ano, que ocorre entre 22 de dezembro e 20 de março, intensifica os cuidados, principalmente por causa de períodos na praia e em piscinas a céu aberto.

Parte da prevenção ocorre com ajuda de um protetor solar, creme que possui FPS (Fator de Proteção Solar), representado na embalagem por meio de números – quanto mais alta a numeração, maior é a proteção. Ele impede a passagem total da radiação (chamada de ultravermelha), que é dividida em dois tipos: os raios UVA, que fazem muito mal e entram em camada profunda da pele, e os UVB, que atingem a superfície e causam vermelhidão. Recomenda-se que as crianças utilizem, no mínimo, FPS 30, com preferência para os pacotes infantis, adequados por darem menos alergias e serem mais resistentes à água. É preciso ficar atento à quantidade suficiente para ser espalhado pelo corpo, caso contrário não fará o ‘bloqueio’ de maneira desejada. Questões como a cor da pele da pessoa, disponibilidade de reaplicar o produto e tempo de exposição ao Sol devem ser levadas em conta.

Após os 6 primeiros meses de idade, a pele do bebê está mais madura e apta para receber o protetor solar com segurança. Nenhum produto desse tipo protege 100% o indivíduo. Associar esse tipo de proteção com o uso de acessórios, entre eles chapéus, bonés e roupas com fator de proteção, faz parte do ‘pacote’ na relação com os raios solares. Tanto para bebês, crianças, jovens, adultos e idosos, é recomendado evitar o Sol no período entre as 10h e as 16h.

De modo geral, o protetor deve ser reaplicado a cada duas horas, para manter o fator de proteção solar. Outra dica é hidratar a pele depois da exposição, uma vez que ela resseca. O consumo contínuo de água também é fundamental.

Pessoas negras também precisam se proteger dos raios solares, uma vez que a incidência do Sol na pele não difere com a cor.

Consultoria de Daniela Taniguchi, médica dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. 

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