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Para CPI, setor financeiro da Aciscs atua de forma ‘amadora’

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Depois de oitiva de funcionária da área, bloco critica condução do Natal Iluminado de 2016


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

18/12/2019 | 07:00


A segunda oitiva da CPI do Natal Iluminado na Câmara de São Caetano ouviu, na manhã de ontem, Solange Gomes de Carvalho, funcionária da Aciscs (Associação Comercial de São Caetano) e que atua no setor financeiro da entidade. Ao fim do depoimento, os vereadores que integram o bloco classificaram como “amador” o modo como a entidade administra os recursos.

Segundo o presidente da comissão, Tite Campanella (Cidadania), o amadorismo ficou claro no modus operandi da Aciscs e se replicou na condução do Natal Iluminado de 2016, evento que contou com recursos públicos e teve prestação de contas rejeitadas por comissão da Secretaria de Desenvolvimento Econômico – o caso está sob análise do TCE (Tribunal de Contas do Estado).

“Eu achava que ia conversar com alguém que tinha uma expertise financeira, que cuida da parte financeira da Aciscs, mas eu fico até preocupado, porque é muito amadora a gestão financeira da associação comercial. Tem erros formais graves, como não ter conta separada para receber o aporte da Prefeitura, ou a situação de estagiários realizando compras, cheque que está sem cruzamento e sem o número da conta do depositante. Isso nos preocupa tanto na gestão da Aciscs, quanto na malversação do dinheiro público”, disse.

Solange, ao responder os questionamentos da comissão, revelou que duas pessoas ficaram responsáveis pelo projeto do Natal Iluminado. Um deles era Marcelo Alciati, que, segundo Solange, foi quem ficou responsável pela realização do certame que escolheu a empresa VBX Light para a parte de iluminação. A outra pessoa era Carla Bassi.

Ex-presidente da entidade e quem assinou o contrato do Natal Iluminado de 2016, Walter Estevam Junior (Republicanos) alegou que a comissão é ilegal e que fere a Constituição. Ele não quis responder as críticas feitas sobre a gestão financeira da Aciscs. 



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Para CPI, setor financeiro da Aciscs atua de forma ‘amadora’

Depois de oitiva de funcionária da área, bloco critica condução do Natal Iluminado de 2016

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

18/12/2019 | 07:00


A segunda oitiva da CPI do Natal Iluminado na Câmara de São Caetano ouviu, na manhã de ontem, Solange Gomes de Carvalho, funcionária da Aciscs (Associação Comercial de São Caetano) e que atua no setor financeiro da entidade. Ao fim do depoimento, os vereadores que integram o bloco classificaram como “amador” o modo como a entidade administra os recursos.

Segundo o presidente da comissão, Tite Campanella (Cidadania), o amadorismo ficou claro no modus operandi da Aciscs e se replicou na condução do Natal Iluminado de 2016, evento que contou com recursos públicos e teve prestação de contas rejeitadas por comissão da Secretaria de Desenvolvimento Econômico – o caso está sob análise do TCE (Tribunal de Contas do Estado).

“Eu achava que ia conversar com alguém que tinha uma expertise financeira, que cuida da parte financeira da Aciscs, mas eu fico até preocupado, porque é muito amadora a gestão financeira da associação comercial. Tem erros formais graves, como não ter conta separada para receber o aporte da Prefeitura, ou a situação de estagiários realizando compras, cheque que está sem cruzamento e sem o número da conta do depositante. Isso nos preocupa tanto na gestão da Aciscs, quanto na malversação do dinheiro público”, disse.

Solange, ao responder os questionamentos da comissão, revelou que duas pessoas ficaram responsáveis pelo projeto do Natal Iluminado. Um deles era Marcelo Alciati, que, segundo Solange, foi quem ficou responsável pela realização do certame que escolheu a empresa VBX Light para a parte de iluminação. A outra pessoa era Carla Bassi.

Ex-presidente da entidade e quem assinou o contrato do Natal Iluminado de 2016, Walter Estevam Junior (Republicanos) alegou que a comissão é ilegal e que fere a Constituição. Ele não quis responder as críticas feitas sobre a gestão financeira da Aciscs. 

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