Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 21 de Janeiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Renda melhora, mas indústria ainda sofre com Argentina

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Deficit da balança comercial da região chega a US$ 148 mi; renda média aumenta R$ 61


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

14/12/2019 | 07:28


Apesar de a indústria do Grande ABC continuar acumulando perdas, com a balança comercial da região apresentando deficit de US$ 148 milhões neste ano, o que foi impactado principalmente pela crise na Argentina, alguns resultados positivos começam a aparecer na economia regional. A massa de renda do emprego formal teve aumento de 3,2% e o salário médio do trabalhador da região teve acréscimo real de R$ 61, chegando a R$ 3.210, na comparação com outubro do ano passado.

Os dados foram divulgados pelo 20º Boletim EconomiABC, da Universidade Metodista de São Paulo. O resultado sinaliza pequena melhora na dinâmica do mercado de trabalho, ainda que morosa, conforme o coordenador de estudos do Observatório Econômico, Sandro Maskio. “A economia brasileira deve ter crescimento de 1% e, a do Estado, 1,5%. A região está em linha com essa pequena melhora da renda média”, afirmou o especialista. A estimativa é que a economia leve três anos para recuperar o patamar de 2014, antes do pico da crise.

Impactada pela turbulência na Argentina, a balança comercial da região registrou US$ 148 milhões de deficit – quando há mais importações do que exportações –, enquanto que há um ano havia superavit de US$ 426 milhões – quando as exportações são maioria. Maskio diz que principalmente a cadeia automotiva, que representa mais de 80% das exportações, sofre com a situação. “Somos muito dependentes da Argentina e é difícil conseguir outros parceiros comerciais, já que a indústria ainda sofre com problemas de competitividade, além da questão da proximidade com o nosso país e o volume de negócios”, disse. As vendas ao país despencaram 48%. Em contrapartida, a aprovação do Pró-Ferramentaria deve fomentar a cadeia da região.
 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Renda melhora, mas indústria ainda sofre com Argentina

Deficit da balança comercial da região chega a US$ 148 mi; renda média aumenta R$ 61

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

14/12/2019 | 07:28


Apesar de a indústria do Grande ABC continuar acumulando perdas, com a balança comercial da região apresentando deficit de US$ 148 milhões neste ano, o que foi impactado principalmente pela crise na Argentina, alguns resultados positivos começam a aparecer na economia regional. A massa de renda do emprego formal teve aumento de 3,2% e o salário médio do trabalhador da região teve acréscimo real de R$ 61, chegando a R$ 3.210, na comparação com outubro do ano passado.

Os dados foram divulgados pelo 20º Boletim EconomiABC, da Universidade Metodista de São Paulo. O resultado sinaliza pequena melhora na dinâmica do mercado de trabalho, ainda que morosa, conforme o coordenador de estudos do Observatório Econômico, Sandro Maskio. “A economia brasileira deve ter crescimento de 1% e, a do Estado, 1,5%. A região está em linha com essa pequena melhora da renda média”, afirmou o especialista. A estimativa é que a economia leve três anos para recuperar o patamar de 2014, antes do pico da crise.

Impactada pela turbulência na Argentina, a balança comercial da região registrou US$ 148 milhões de deficit – quando há mais importações do que exportações –, enquanto que há um ano havia superavit de US$ 426 milhões – quando as exportações são maioria. Maskio diz que principalmente a cadeia automotiva, que representa mais de 80% das exportações, sofre com a situação. “Somos muito dependentes da Argentina e é difícil conseguir outros parceiros comerciais, já que a indústria ainda sofre com problemas de competitividade, além da questão da proximidade com o nosso país e o volume de negócios”, disse. As vendas ao país despencaram 48%. Em contrapartida, a aprovação do Pró-Ferramentaria deve fomentar a cadeia da região.
 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;