Fechar
Publicidade

Sexta-Feira, 28 de Fevereiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Setecidades

setecidades@dgabc.com.br | 4435-8319

Dise de Santo André estoura 'laboratório' de maconha

Divulgação/Polícia Civil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Investigação de seis meses descobriu espécie de estufa que produzia droga modificada geneticamente


Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

13/12/2019 | 12:32


Policiais Civis da Dise (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes) de Santo André – que abrange também as cidades de Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra – prenderam, no início da tarde desta quinta-feira (12), três pessoas envolvidas com tráfico, na Praia Grande, no litoral Paulista. A droga, que abastecia o comércio do Grande ABC, foi encaminhada para incineração.

Centenas de pés de maconha, que estavam sob responsabilidade de Moacir Santos de Oliveira, 33, Fernando de Moaraes Silva, 34 e Dayane Ferreira Silva, 24 – presos em flagrante – foram recolhidos. As mudas eram cultivadas em uma casa, no litoral, alugada há cerca de um ano. O local servia de produção, e foi adaptado em espécie de estufa. Cada cômodo foi climatizado com luzes e temperaturas que serviam para fases específicas de crescimento da planta.

A polícia apurou que cada grama da droga era vendida a R$ 15, o que caracteriza um valor alto para o produto. Por se tratar de entorpecente modificado geneticamente e produzido de foma artesanal, com graus de pureza, a equipe de investigação acredita que a maconha era fornecida para consumidores que classificam como ''''elite''''.

De acordo com a polícia, a apreensão foi resultado de investigação que já perdura por seis meses, e tem, aos poucos, encontrado pontos de tráfico de importância. Na semana passada, dois locais foram descobertos pela equipe, sendo um em Santo André e outro em Diadema. “Essa operação de ontem foi mais um braço descoberto de uma grande quadrilha de tráfico. A cada espaço encontrado conseguimos informações de mais braços do esquema e, assim, vamos coibindo a venda,” afirma Gilmar Bessa, delegado titular do 4º DP (Jardim), que também está responsável pela Dise durante o mês de dezembro.

Para Bessa, a operação de ontem foi mais um sucesso da policia. Segundo o delegado, a equipe de investigação vê possibilidades de o esquema pertencer ao PCC, e buscam por mais pessoas envolvidas. “O importante dessas prisões são as novas informações que colhemos. É evidente que há muito mais gente envolvida e que essa droga também era destinada para outras localidades”, explicou.

No local a polícia apreendeu ainda dinheiro, celulares e um veículo.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Dise de Santo André estoura 'laboratório' de maconha

Investigação de seis meses descobriu espécie de estufa que produzia droga modificada geneticamente

Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

13/12/2019 | 12:32


Policiais Civis da Dise (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes) de Santo André – que abrange também as cidades de Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra – prenderam, no início da tarde desta quinta-feira (12), três pessoas envolvidas com tráfico, na Praia Grande, no litoral Paulista. A droga, que abastecia o comércio do Grande ABC, foi encaminhada para incineração.

Centenas de pés de maconha, que estavam sob responsabilidade de Moacir Santos de Oliveira, 33, Fernando de Moaraes Silva, 34 e Dayane Ferreira Silva, 24 – presos em flagrante – foram recolhidos. As mudas eram cultivadas em uma casa, no litoral, alugada há cerca de um ano. O local servia de produção, e foi adaptado em espécie de estufa. Cada cômodo foi climatizado com luzes e temperaturas que serviam para fases específicas de crescimento da planta.

A polícia apurou que cada grama da droga era vendida a R$ 15, o que caracteriza um valor alto para o produto. Por se tratar de entorpecente modificado geneticamente e produzido de foma artesanal, com graus de pureza, a equipe de investigação acredita que a maconha era fornecida para consumidores que classificam como ''''elite''''.

De acordo com a polícia, a apreensão foi resultado de investigação que já perdura por seis meses, e tem, aos poucos, encontrado pontos de tráfico de importância. Na semana passada, dois locais foram descobertos pela equipe, sendo um em Santo André e outro em Diadema. “Essa operação de ontem foi mais um braço descoberto de uma grande quadrilha de tráfico. A cada espaço encontrado conseguimos informações de mais braços do esquema e, assim, vamos coibindo a venda,” afirma Gilmar Bessa, delegado titular do 4º DP (Jardim), que também está responsável pela Dise durante o mês de dezembro.

Para Bessa, a operação de ontem foi mais um sucesso da policia. Segundo o delegado, a equipe de investigação vê possibilidades de o esquema pertencer ao PCC, e buscam por mais pessoas envolvidas. “O importante dessas prisões são as novas informações que colhemos. É evidente que há muito mais gente envolvida e que essa droga também era destinada para outras localidades”, explicou.

No local a polícia apreendeu ainda dinheiro, celulares e um veículo.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;