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À espera do Copom, taxas futuras de juros têm viés de baixa alinhadas com o dólar



11/12/2019 | 09:58


As taxas de juros negociadas no mercado futuro oscilam próximas da estabilidade nos vencimentos de curto prazo e com leve viés de baixa nos vértices intermediários e longos, em linha com a queda do dólar neste início de atividade nos mercados domésticos. A aceleração do IGP-M na primeira prévia de dezembro, que ficou em 1,83%, ante 0,08% da primeira leitura de novembro, chamou a atenção no mercado, mas não o suficiente para adicionar prêmio à curva de juros. Já as vendas no varejo, que subiram 0,1% em outubro, ficaram dentro da mediana das estimativas do Projeções Broadcast, do sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Às 9h47 desta quarta-feira, 11, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2020, que projeta as estimativas para a Selic neste ano, estava em 4,451%, ante 4,459% do ajuste de terça-feira. O DI para janeiro de 2021 projetava 4,62%, de 4,61%. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2025 tinha taxa de 6,33%, de 6,35% da véspera.

A iminência do desfecho das reuniões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos deve manter os mercados em compasso de espera nos negócios desta manhã, com oscilações contidas nos juros futuros. Mais ainda que as reuniões do Copom e do Fed, gera cautela no investidor a incerteza quanto à chance de um acordo entre Estados Unidos e China que leve ao adiamento da vigência das tarifas sobre US$ 156 bilhões em produtos chineses, marcada para começar daqui a quatro dias.

A avaliação de que o Copom fará nesta quarta-feira o último corte do atual ciclo de afrouxamento monetário é praticamente unânime entre analistas, embora a curva de juros ainda mostre divisão de apostas entre a manutenção da Selic em fevereiro e a adoção de um último ajuste, de 0,25 ponto porcentual. Para hoje, não se espera surpresas, uma vez que o próprio presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, acenou com novo corte "na mesma proporção" dos adotados na última reunião.



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À espera do Copom, taxas futuras de juros têm viés de baixa alinhadas com o dólar


11/12/2019 | 09:58


As taxas de juros negociadas no mercado futuro oscilam próximas da estabilidade nos vencimentos de curto prazo e com leve viés de baixa nos vértices intermediários e longos, em linha com a queda do dólar neste início de atividade nos mercados domésticos. A aceleração do IGP-M na primeira prévia de dezembro, que ficou em 1,83%, ante 0,08% da primeira leitura de novembro, chamou a atenção no mercado, mas não o suficiente para adicionar prêmio à curva de juros. Já as vendas no varejo, que subiram 0,1% em outubro, ficaram dentro da mediana das estimativas do Projeções Broadcast, do sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Às 9h47 desta quarta-feira, 11, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2020, que projeta as estimativas para a Selic neste ano, estava em 4,451%, ante 4,459% do ajuste de terça-feira. O DI para janeiro de 2021 projetava 4,62%, de 4,61%. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2025 tinha taxa de 6,33%, de 6,35% da véspera.

A iminência do desfecho das reuniões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos deve manter os mercados em compasso de espera nos negócios desta manhã, com oscilações contidas nos juros futuros. Mais ainda que as reuniões do Copom e do Fed, gera cautela no investidor a incerteza quanto à chance de um acordo entre Estados Unidos e China que leve ao adiamento da vigência das tarifas sobre US$ 156 bilhões em produtos chineses, marcada para começar daqui a quatro dias.

A avaliação de que o Copom fará nesta quarta-feira o último corte do atual ciclo de afrouxamento monetário é praticamente unânime entre analistas, embora a curva de juros ainda mostre divisão de apostas entre a manutenção da Selic em fevereiro e a adoção de um último ajuste, de 0,25 ponto porcentual. Para hoje, não se espera surpresas, uma vez que o próprio presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, acenou com novo corte "na mesma proporção" dos adotados na última reunião.

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