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Petrobras envia dois mil pedidos de desculpas



10/12/2019 | 07:53


A Petrobras vai enviar até o fim deste mês cartas com pedidos de desculpas a cerca de dois mil empregados que foram investigados pela Lava Jato e até hoje não tinham sido comunicados sobre o desfecho dos processos. De acordo com o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, "inocentes foram perseguidos" durante as investigações, e cabe a ele agora pedir desculpas. "Essas pessoas foram investigadas e sequer tiveram direito de serem informadas sobre sua inocência ou se aquele processo havia sido inconclusivo", afirmou Castello Branco nesta segunda-feira, 9, durante evento na Petrobras.

A estatal admitiu um prejuízo de R$ 6 bilhões causado por corrupção e desvios. Castello Branco questionou esse valor. Ele disse considerar que o impacto financeiro de empreendimentos não concluídos ou que não dão retorno, como o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e a Refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, é maior. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Petrobras envia dois mil pedidos de desculpas


10/12/2019 | 07:53


A Petrobras vai enviar até o fim deste mês cartas com pedidos de desculpas a cerca de dois mil empregados que foram investigados pela Lava Jato e até hoje não tinham sido comunicados sobre o desfecho dos processos. De acordo com o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, "inocentes foram perseguidos" durante as investigações, e cabe a ele agora pedir desculpas. "Essas pessoas foram investigadas e sequer tiveram direito de serem informadas sobre sua inocência ou se aquele processo havia sido inconclusivo", afirmou Castello Branco nesta segunda-feira, 9, durante evento na Petrobras.

A estatal admitiu um prejuízo de R$ 6 bilhões causado por corrupção e desvios. Castello Branco questionou esse valor. Ele disse considerar que o impacto financeiro de empreendimentos não concluídos ou que não dão retorno, como o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e a Refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, é maior. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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