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Bolsas de NY fecham em alta com payroll e comércio e com petroleiras em destaque



06/12/2019 | 18:54


As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira, 6. Os índices acionários foram apoiados por algumas notícias positivas nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China e por um relatório mensal de empregos (payroll) de novembro que superou as expectativas. Além disso, ações do setor de energia se destacaram, após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados, que formam o grupo Opep+, chegarem a um acordo para cortar mais a oferta a fim de apoiar o preço da commodity.

O índice Dow Jones fechou em alta de 1,22%, em 28.015,06 pontos, retomando a marca de 28 mil pontos, mas com baixa de 0,13% na comparação semanal. O Nasdaq avançou 1,00%, a 8.656,53 pontos, com baixa de 0,10% na semana, e o S&P 500 teve ganho de 0,91%, a 3.145,91 pontos, registrando alta semanal de 0,16%.

Na frente comercial, o Ministério das Finanças chinês informou mais cedo que isentará de tarifas parte da soja, da carne de porco e de outras commodities importadas dos americanos. Já o diretor do Conselho Econômico Nacional dos EUA, Larry Kudlow, afirmou que a "fase 1" do acordo comercial estaria "muito próxima", com negociações "boas" e "quase diárias". Ele não garantiu, contudo, que o pacto possa se materializar. De qualquer modo, Kudlow disse que Trump "gosta do que vê" nas negociações.

Na agenda de indicadores, a economia americana gerou 266 mil empregos em novembro, acima da previsão de 183 mil que era a mediana dos analistas consultados pelo Projeções Broadcast. A taxa de desemprego caiu de 3,6% em outubro a 3,5% em novembro. Na avaliação da Oxford Economics, os dados dos EUA nesta semana mostram "numerosos ventos contrários" para a economia local, após alguns números frustrantes do Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês), mas também um mercado de trabalho "saudável", que pode apoiar o crescimento rumo ao próximo ano.

Entre os setores do S&P 500, o de energia se destacou em Nova York, com ConocoPhillips em alta de 3,56% e Chevron, de 1,44%. As petroleiras foram impulsionadas pela decisão da Opep+ de aprofundar o corte na oferta para apoiar os preços da commodity. O bom humor, de qualquer modo, foi praticamente generalizado, com quase todos os setores em alta.

No caso dos bancos, Goldman Sachs subiu 3,44%, JPMorgan ganhou 1,49%, e Wells Fargo, 2,14%. O payroll forte puxou para cima os juros dos Treasuries, o que tende a ajudar essas companhias. Além disso, o dado levou ao aumento nas apostas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) manterá os juros por mais tempo em 2020, sem cortá-los em breve, o que também beneficia os bancos.



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Bolsas de NY fecham em alta com payroll e comércio e com petroleiras em destaque


06/12/2019 | 18:54


As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira, 6. Os índices acionários foram apoiados por algumas notícias positivas nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China e por um relatório mensal de empregos (payroll) de novembro que superou as expectativas. Além disso, ações do setor de energia se destacaram, após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados, que formam o grupo Opep+, chegarem a um acordo para cortar mais a oferta a fim de apoiar o preço da commodity.

O índice Dow Jones fechou em alta de 1,22%, em 28.015,06 pontos, retomando a marca de 28 mil pontos, mas com baixa de 0,13% na comparação semanal. O Nasdaq avançou 1,00%, a 8.656,53 pontos, com baixa de 0,10% na semana, e o S&P 500 teve ganho de 0,91%, a 3.145,91 pontos, registrando alta semanal de 0,16%.

Na frente comercial, o Ministério das Finanças chinês informou mais cedo que isentará de tarifas parte da soja, da carne de porco e de outras commodities importadas dos americanos. Já o diretor do Conselho Econômico Nacional dos EUA, Larry Kudlow, afirmou que a "fase 1" do acordo comercial estaria "muito próxima", com negociações "boas" e "quase diárias". Ele não garantiu, contudo, que o pacto possa se materializar. De qualquer modo, Kudlow disse que Trump "gosta do que vê" nas negociações.

Na agenda de indicadores, a economia americana gerou 266 mil empregos em novembro, acima da previsão de 183 mil que era a mediana dos analistas consultados pelo Projeções Broadcast. A taxa de desemprego caiu de 3,6% em outubro a 3,5% em novembro. Na avaliação da Oxford Economics, os dados dos EUA nesta semana mostram "numerosos ventos contrários" para a economia local, após alguns números frustrantes do Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês), mas também um mercado de trabalho "saudável", que pode apoiar o crescimento rumo ao próximo ano.

Entre os setores do S&P 500, o de energia se destacou em Nova York, com ConocoPhillips em alta de 3,56% e Chevron, de 1,44%. As petroleiras foram impulsionadas pela decisão da Opep+ de aprofundar o corte na oferta para apoiar os preços da commodity. O bom humor, de qualquer modo, foi praticamente generalizado, com quase todos os setores em alta.

No caso dos bancos, Goldman Sachs subiu 3,44%, JPMorgan ganhou 1,49%, e Wells Fargo, 2,14%. O payroll forte puxou para cima os juros dos Treasuries, o que tende a ajudar essas companhias. Além disso, o dado levou ao aumento nas apostas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) manterá os juros por mais tempo em 2020, sem cortá-los em breve, o que também beneficia os bancos.

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