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Bolsa renova máxima de fechamento pelo 2º dia aos 110.622,27 pontos



05/12/2019 | 18:56


Pelo segundo dia, o Ibovespa renovou máxima histórica de fechamento, sem, contudo, encerrar no pico como na quarta-feira, quando havia ainda prevalecido certo entusiasmo com o PIB do terceiro trimestre e algum sinal de progresso entre EUA e China. Nesta quinta-feira, 5, sem novos catalisadores do mesmo calibre, o principal índice de referência da B3 fechou em alta de 0,29%, aos 110.622,27 pontos, distanciando-se da nova máxima intradiária, de 111.072,80 pontos, alcançada à tarde.

O giro financeiro totalizou R$ 17,6 bilhões. Na semana, o Ibovespa acumula agora ganho de 2,21% e de 25,87% no ano. O índice de ações defendeu bem a marca recorde do dia anterior, acima dos 110 mil pontos ao longo da sessão, tendo oscilado a 110.007,67 pontos na mínima desta quinta-feira.

Embora limitando os ganhos observados mais cedo, destaque para avanço de 1,3% nas ações ordinárias e preferenciais da Petrobras, em dia de sinalização positiva sobre corte de produção na reunião da Opep. Após a renovação de máximas, o Ibovespa perdeu ímpeto, com parte das ações que demonstravam fôlego mais cedo e ofereciam desconto, como Itaú Unibanco (-0,14% no fechamento), acabando por devolver recuperação no dia.

A avaliação geral é a de que o humor externo continuará a ser modulado pela expectativa quanto a um possível acordo até o dia 15 entre EUA e China, que impeça a imposição de novas sobretaxas. "Há ainda muito ruído, idas e vindas, mas o mercado parece já estar antecipando desfecho positivo sobre EUA-China, na medida em que as notícias eventualmente ruins têm reverberado bem menos (sobre os preços dos ativos) do que algum tempo atrás", diz Raphael Figueredo, sócio e analista da Eleven Financial Research.

No plano interno, as recentes leituras sobre o PIB do terceiro trimestre e mesmo sobre a produção industrial sustentam a percepção de um ritmo de recuperação econômica mais favorável em 2020, especialmente quando se observa o desempenho do consumo das famílias e da Formação Bruta de Capital Fixo, observa Victor Beyruti, economista-chefe da área de varejo na Guide Investimentos.

Em Nova York, o dia foi de leves variações, com os três índices de referência encerrando o dia perto da estabilidade, em viés de alta, à espera da divulgação, amanhã, do relatório oficial de novembro sobre o mercado de trabalho nos EUA, com dados como a geração de vagas e o ganho médio na renda salarial.



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Bolsa renova máxima de fechamento pelo 2º dia aos 110.622,27 pontos


05/12/2019 | 18:56


Pelo segundo dia, o Ibovespa renovou máxima histórica de fechamento, sem, contudo, encerrar no pico como na quarta-feira, quando havia ainda prevalecido certo entusiasmo com o PIB do terceiro trimestre e algum sinal de progresso entre EUA e China. Nesta quinta-feira, 5, sem novos catalisadores do mesmo calibre, o principal índice de referência da B3 fechou em alta de 0,29%, aos 110.622,27 pontos, distanciando-se da nova máxima intradiária, de 111.072,80 pontos, alcançada à tarde.

O giro financeiro totalizou R$ 17,6 bilhões. Na semana, o Ibovespa acumula agora ganho de 2,21% e de 25,87% no ano. O índice de ações defendeu bem a marca recorde do dia anterior, acima dos 110 mil pontos ao longo da sessão, tendo oscilado a 110.007,67 pontos na mínima desta quinta-feira.

Embora limitando os ganhos observados mais cedo, destaque para avanço de 1,3% nas ações ordinárias e preferenciais da Petrobras, em dia de sinalização positiva sobre corte de produção na reunião da Opep. Após a renovação de máximas, o Ibovespa perdeu ímpeto, com parte das ações que demonstravam fôlego mais cedo e ofereciam desconto, como Itaú Unibanco (-0,14% no fechamento), acabando por devolver recuperação no dia.

A avaliação geral é a de que o humor externo continuará a ser modulado pela expectativa quanto a um possível acordo até o dia 15 entre EUA e China, que impeça a imposição de novas sobretaxas. "Há ainda muito ruído, idas e vindas, mas o mercado parece já estar antecipando desfecho positivo sobre EUA-China, na medida em que as notícias eventualmente ruins têm reverberado bem menos (sobre os preços dos ativos) do que algum tempo atrás", diz Raphael Figueredo, sócio e analista da Eleven Financial Research.

No plano interno, as recentes leituras sobre o PIB do terceiro trimestre e mesmo sobre a produção industrial sustentam a percepção de um ritmo de recuperação econômica mais favorável em 2020, especialmente quando se observa o desempenho do consumo das famílias e da Formação Bruta de Capital Fixo, observa Victor Beyruti, economista-chefe da área de varejo na Guide Investimentos.

Em Nova York, o dia foi de leves variações, com os três índices de referência encerrando o dia perto da estabilidade, em viés de alta, à espera da divulgação, amanhã, do relatório oficial de novembro sobre o mercado de trabalho nos EUA, com dados como a geração de vagas e o ganho médio na renda salarial.

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