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Bolsas da Europa fecham em queda, com foco em postura de Trump no comércio global

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


02/12/2019 | 14:19


As bolsas europeias fecharam em baixa nesta segunda-feira (2). O fato de que o presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta data novas tarifas provocou cautela, embora a Europa não tenha sido alvo desta vez. Além disso, foram monitorados indicadores e as declarações da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 1,58%, em 401,01 pontos.

O presidente dos EUA anunciou pela manhã a restauração imediata de tarifas contra aço e alumínio do Brasil e Argentina, com o argumento de que os países teriam promovido grande desvalorização de suas moedas. A notícia foi vista como mau sinal para o comércio global em geral, diante da postura de Trump, e com isso as bolsas caíram dos dois lados do Atlântico. O MUFG diz que o anúncio foi "um lembrete de que a guerra comercial não será resolvida da noite para o dia".

Como não houve ainda solução clara à vista também para as divergências comerciais entre Estados Unidos e China e a conclusão da fase 1 do acordo bilateral, a cautela foi reforçada pelo anúncio de Trump. Mais cedo, as praças europeias chegaram a subir, apoiadas pela recuperação da manufatura da China.

Na agenda de indicadores europeias, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial da zona do euro subiu de 45,9 em outubro a 46,9 em novembro, na máxima em três meses, quando a previsão dos analistas era de 46,6. Já no Reino Unido, o PMI industrial que passou de 49,6 em outubro para 48,9 em novembro.

Com a postura de Trump, o bom humor inicial se transformou em quedas nas praças europeias. O movimento foi ainda acentuado em meio a alguns indicadores fracos dos EUA, como o índice do Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) da indústria americana.

Além disso, a presidente do BCE reafirmou o compromisso da instituição com a busca da meta de inflação de quase 2%. Segundo Lagarde, esse patamar será atingido "o mais rápido possível", mas a autoridade não citou um prazo. Ela disse que a política monetária continua a apoiar a economia e que os efeitos colaterais são monitorados.

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em baixa de 0,82%, em 7.285,94 pontos.

Em Frankfurt, o índice DAX teve queda de 2,05%, a 12.964,68 pontos.

O índice CAC-40, da Bolsa de Paris, recuou 2,01%, a 5.786,74 pontos.

Na Bolsa de Milão, o índice FTSE-MIB caiu 2,28%, a 22.728,59 pontos.

Em Madri, o índice IBEX-35 fechou em queda de 2,09%, em 9.156,30 pontos. Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 caiu 0,77%, a 5.088,04 pontos, encerrando na mínima do dia.

* Com informações da Dow Jones Newswires



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Bolsas da Europa fecham em queda, com foco em postura de Trump no comércio global


02/12/2019 | 14:19


As bolsas europeias fecharam em baixa nesta segunda-feira (2). O fato de que o presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta data novas tarifas provocou cautela, embora a Europa não tenha sido alvo desta vez. Além disso, foram monitorados indicadores e as declarações da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 1,58%, em 401,01 pontos.

O presidente dos EUA anunciou pela manhã a restauração imediata de tarifas contra aço e alumínio do Brasil e Argentina, com o argumento de que os países teriam promovido grande desvalorização de suas moedas. A notícia foi vista como mau sinal para o comércio global em geral, diante da postura de Trump, e com isso as bolsas caíram dos dois lados do Atlântico. O MUFG diz que o anúncio foi "um lembrete de que a guerra comercial não será resolvida da noite para o dia".

Como não houve ainda solução clara à vista também para as divergências comerciais entre Estados Unidos e China e a conclusão da fase 1 do acordo bilateral, a cautela foi reforçada pelo anúncio de Trump. Mais cedo, as praças europeias chegaram a subir, apoiadas pela recuperação da manufatura da China.

Na agenda de indicadores europeias, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial da zona do euro subiu de 45,9 em outubro a 46,9 em novembro, na máxima em três meses, quando a previsão dos analistas era de 46,6. Já no Reino Unido, o PMI industrial que passou de 49,6 em outubro para 48,9 em novembro.

Com a postura de Trump, o bom humor inicial se transformou em quedas nas praças europeias. O movimento foi ainda acentuado em meio a alguns indicadores fracos dos EUA, como o índice do Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) da indústria americana.

Além disso, a presidente do BCE reafirmou o compromisso da instituição com a busca da meta de inflação de quase 2%. Segundo Lagarde, esse patamar será atingido "o mais rápido possível", mas a autoridade não citou um prazo. Ela disse que a política monetária continua a apoiar a economia e que os efeitos colaterais são monitorados.

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em baixa de 0,82%, em 7.285,94 pontos.

Em Frankfurt, o índice DAX teve queda de 2,05%, a 12.964,68 pontos.

O índice CAC-40, da Bolsa de Paris, recuou 2,01%, a 5.786,74 pontos.

Na Bolsa de Milão, o índice FTSE-MIB caiu 2,28%, a 22.728,59 pontos.

Em Madri, o índice IBEX-35 fechou em queda de 2,09%, em 9.156,30 pontos. Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 caiu 0,77%, a 5.088,04 pontos, encerrando na mínima do dia.

* Com informações da Dow Jones Newswires

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