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Bolsonaro lamenta mortes em baile funk em São Paulo após chegada da PM



02/12/2019 | 11:04


O presidente Jair Bolsonaro lamentou nesta segunda-feira, 29, a morte de nove pessoas pisoteadas durante tumulto após ação da Polícia Militar (PM) em baile funk na comunidade de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, na madrugada de domingo, 1º. "Lamento a morte de inocentes", disse Bolsonaro em frente ao Palácio da Alvorada.

A polícia e moradores da região apresentam versões distintas sobre as mortes. Em relatos e vídeos, moradores acusam os PMs de agir com truculência. Já a corporação afirma que os agentes perseguiam dois suspeitos em uma moto, quando entraram no local da festa, que reuniu cerca de 5 mil pessoas.

O governo de São Paulo informou que vai investigar as circunstâncias das mortes para apontar se houve excessos.

GLO

Desde o período como deputado federal, Bolsonaro defende ampliar garantias legais para não criminalizar militares por atos durante operações de segurança. Recentemente, o governo enviou projeto de lei ao Congresso Nacional sobre a excludente de ilicitude para agentes em ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).



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Bolsonaro lamenta mortes em baile funk em São Paulo após chegada da PM


02/12/2019 | 11:04


O presidente Jair Bolsonaro lamentou nesta segunda-feira, 29, a morte de nove pessoas pisoteadas durante tumulto após ação da Polícia Militar (PM) em baile funk na comunidade de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, na madrugada de domingo, 1º. "Lamento a morte de inocentes", disse Bolsonaro em frente ao Palácio da Alvorada.

A polícia e moradores da região apresentam versões distintas sobre as mortes. Em relatos e vídeos, moradores acusam os PMs de agir com truculência. Já a corporação afirma que os agentes perseguiam dois suspeitos em uma moto, quando entraram no local da festa, que reuniu cerca de 5 mil pessoas.

O governo de São Paulo informou que vai investigar as circunstâncias das mortes para apontar se houve excessos.

GLO

Desde o período como deputado federal, Bolsonaro defende ampliar garantias legais para não criminalizar militares por atos durante operações de segurança. Recentemente, o governo enviou projeto de lei ao Congresso Nacional sobre a excludente de ilicitude para agentes em ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

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