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Relatora da 2ª instância no Senado ameaça obstrução se Alcolumbre adiar votação



21/11/2019 | 20:12


A relatora da proposta de prisão em segunda instância no Senado, Juíza Selma (Podemos-MT), ameaçou obstruir votações se o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), atrasar a discussão do projeto.

Conforme o Broadcast Político publicou mais cedo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), lançou mão de uma manobra para atrasar a votação do tema. O argumento é construir um texto em consenso com a Câmara, que discute outra proposta, e não apressar a análise de um projeto diferente.

A proposta relatada pela parlamentar deveria ser votada na próxima quarta-feira, 27, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Alcolumbre, no entanto, agendou uma sessão conjunta do Congresso para o mesmo horário, às 10 horas.

Juíza Selma integra o grupo "Muda, Senado", que reúne 21 senadores e se contrapõe ao presidente da Casa. "Se essa decisão for mantida, nós seremos obrigados a obstruir qualquer votação enquanto esse assunto não for resolvido", afirmou, em nota encaminhada à reportagem.



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Relatora da 2ª instância no Senado ameaça obstrução se Alcolumbre adiar votação


21/11/2019 | 20:12


A relatora da proposta de prisão em segunda instância no Senado, Juíza Selma (Podemos-MT), ameaçou obstruir votações se o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), atrasar a discussão do projeto.

Conforme o Broadcast Político publicou mais cedo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), lançou mão de uma manobra para atrasar a votação do tema. O argumento é construir um texto em consenso com a Câmara, que discute outra proposta, e não apressar a análise de um projeto diferente.

A proposta relatada pela parlamentar deveria ser votada na próxima quarta-feira, 27, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Alcolumbre, no entanto, agendou uma sessão conjunta do Congresso para o mesmo horário, às 10 horas.

Juíza Selma integra o grupo "Muda, Senado", que reúne 21 senadores e se contrapõe ao presidente da Casa. "Se essa decisão for mantida, nós seremos obrigados a obstruir qualquer votação enquanto esse assunto não for resolvido", afirmou, em nota encaminhada à reportagem.

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