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Testemunha confirma que pressionou Ucrânia por ordem de Trump



20/11/2019 | 13:10


O embaixador dos EUA na União Europeia, Gordon Sondland, - testemuna-chave na investigação de impeachment contra o presidente dos EUA Donald Trump - disse ao Congresso nesta quarta-feira que pressionou o Governo da Ucrânia, juntamente com o advogado pessoal de Trump, Rudy Giuliani, a investigar as atividades da família de Joe Biden, rival político de Trump, por "instruções expressas" do presidente americano.

Durante a audição pública na comissão de inquérito para o impeachment de Trump, Gordon Sondland disse ainda que houve uma relação de troca ("quid pro quo") entre a entrega de ajuda militar à Ucrânia e a investigação à família Biden e que ele expressou preocupação sobre esse fato ao vice-Presidente, Mike Pence.

"Todos nós entendemos que uma reunião na Casa Branca com o presidente da Ucrânia e um telefonema com Trump aconteceriam apenas se o presidente Volodymyr Zelenskiy concordasse com uma investigação sobre as eleições de 2016 nos EUA e o filho do ex-vice-presidente Joe Biden", disse Sondland.

Segundo o embaixador, ele enviou um e-mail em 19 de julho, poucos dias antes da ligação de 25 de julho no centro do inquérito de impeachment, onde expôs a questão em detalhes a membros dos departamentos de Estado e de Energia e funcionários da Casa Branca. "Não era segredo", acrescentou.

Fonte: Associated Press



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Testemunha confirma que pressionou Ucrânia por ordem de Trump


20/11/2019 | 13:10


O embaixador dos EUA na União Europeia, Gordon Sondland, - testemuna-chave na investigação de impeachment contra o presidente dos EUA Donald Trump - disse ao Congresso nesta quarta-feira que pressionou o Governo da Ucrânia, juntamente com o advogado pessoal de Trump, Rudy Giuliani, a investigar as atividades da família de Joe Biden, rival político de Trump, por "instruções expressas" do presidente americano.

Durante a audição pública na comissão de inquérito para o impeachment de Trump, Gordon Sondland disse ainda que houve uma relação de troca ("quid pro quo") entre a entrega de ajuda militar à Ucrânia e a investigação à família Biden e que ele expressou preocupação sobre esse fato ao vice-Presidente, Mike Pence.

"Todos nós entendemos que uma reunião na Casa Branca com o presidente da Ucrânia e um telefonema com Trump aconteceriam apenas se o presidente Volodymyr Zelenskiy concordasse com uma investigação sobre as eleições de 2016 nos EUA e o filho do ex-vice-presidente Joe Biden", disse Sondland.

Segundo o embaixador, ele enviou um e-mail em 19 de julho, poucos dias antes da ligação de 25 de julho no centro do inquérito de impeachment, onde expôs a questão em detalhes a membros dos departamentos de Estado e de Energia e funcionários da Casa Branca. "Não era segredo", acrescentou.

Fonte: Associated Press

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