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Projeto aprovado na CCJ permite liberdade para gestantes e mães condenadas

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


20/11/2019 | 12:30


A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira, 20, um projeto para permitir que gestantes ou mães com filhos até seis anos de idade possam cumprir penas alternativas, inclusive em liberdade, em vez de ficar em regime fechado. A proposta poderá seguir agora diretamente para a Câmara dos Deputados, após despacho da Mesa Diretora do Senado.

O benefício, no entanto, não poderá ser concedido a condenadas integrantes de facções criminosas e acusadas de crimes cometidos com violência ou "grave ameaça" a uma pessoa. Além disso, a condição colocada na proposta é de que a pena alternativa não seja superior a oito anos.

O projeto foi apresentado pelo senador Telmário Mota (PROS-RR) em 2015. A relatora, Rose de Freitas (Pode-ES), escreveu no parecer que "a presença da mãe na criação do filho supera em muito a necessidade de encarcerá-la, sobretudo porque, nos moldes estabelecidos no projeto, a mãe não representa perigo relevante à sociedade."



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Projeto aprovado na CCJ permite liberdade para gestantes e mães condenadas


20/11/2019 | 12:30


A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira, 20, um projeto para permitir que gestantes ou mães com filhos até seis anos de idade possam cumprir penas alternativas, inclusive em liberdade, em vez de ficar em regime fechado. A proposta poderá seguir agora diretamente para a Câmara dos Deputados, após despacho da Mesa Diretora do Senado.

O benefício, no entanto, não poderá ser concedido a condenadas integrantes de facções criminosas e acusadas de crimes cometidos com violência ou "grave ameaça" a uma pessoa. Além disso, a condição colocada na proposta é de que a pena alternativa não seja superior a oito anos.

O projeto foi apresentado pelo senador Telmário Mota (PROS-RR) em 2015. A relatora, Rose de Freitas (Pode-ES), escreveu no parecer que "a presença da mãe na criação do filho supera em muito a necessidade de encarcerá-la, sobretudo porque, nos moldes estabelecidos no projeto, a mãe não representa perigo relevante à sociedade."

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