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Paços têm R$ 2,1 bi em empréstimos para obras

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Após ajustes, Sto.André, S.Bernardo e S.Caetano conseguem aporte para investimentos nas cidades


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

17/11/2019 | 07:00


Após ajustes nas contas públicas, as prefeituras de Santo André, de São Bernardo e de São Caetano conquistaram fôlego financeiro capaz de atrair linhas de financiamento que, somadas, representam R$ 2,1 bilhões para investimentos nas três cidades. Os empréstimos foram autorizados por instituições financeiras estrangeiras e nacionais.

Em 2017, os prefeitos Paulo Serra (PSDB), de Santo André, Orlando Morando (PSDB), de São Bernardo, e José Auricchio Júnior (PSDB), de São Caetano, anunciaram que haviam recebido os governos com R$ 584,8 milhões em restos a pagar – R$ 312 milhões em Santo André, R$ 200 milhões em São Bernardo e R$ 72,8 milhões em São Caetano.

Diante do quadro, os chefes de Executivo definiram pacote de contenção de gastos – como fim de carros oficiais e de celulares corporativos, além de demissão de comissionados. Houve reclassificação de notas fiscais por parte da Caixa e do Banco do Brasil, fato que trouxe outras perspectivas para atração de financiamentos para obras estruturantes.

São Bernardo foi a cidade que obteve mais valores de linhas de créditos internacionais. Somente da CAF (Confederação Andina de Fomento), da América Latina, foram US$ 250 milhões, o que equivale a R$ 1,05 bilhão – a verba foi utilizada para resgate de obras paradas, entre elas o Corredor Leste-Oeste e o Piscinão do Paço, entregue em agosto.

O município ainda conseguiu US$ 118 milhões (R$ 494,8 milhões) junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para auxílio em intervenções na área de saúde, como a construção do Hospital de Urgência, no lugar do antigo PS (Pronto-Socorro) Central. A Caixa reclassificou nota de crédito da administração são-bernardense para A+.

Em Santo André, o Paço obteve rating BB da Caixa. A cidade contraiu cinco empréstimos, sendo o maior deles do BID, no valor de US$ 25 milhões (R$ 108,8 milhões), recurso utilizado para a construção das alças do viaduto Adib Chammas, para constituir complexo viário no bairro Santa Teresinha e os corredores da Avenida Coronel Alfredo Fláquer e área central.

Outros R$ 14,1 milhões têm como destino a informatização e modernização de 20 estações de coleta eletiva e foram pleiteados junto ao programa Saneamento Para Todos. Já pelo CPAC (Programa de Financiamento de Contrapartidas do PAC), R$ 84 milhões serão empregados em obras de habitação e para o CEU (Centro Educacional Unificado) Ana Maria. Ainda há empréstimo do Finisa (Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento na Modalidade de Apoio Financeiro), no valor de R$ 60 milhões, que deverá ser utilizado para recapeamento, obras como modernização das USFs (Unidades de Saúde da Família) Parque Miami e Vila Luzita e reforma da piscina olímpica do Complexo Esportivo Pedro Dell’Antonia.

Em São Caetano, destaque para as linhas de financiamento que totalizam R$ 145,4 milhões, sendo parte delas – junto ao Finisa – para revitalização do complexo da Emef Eda Montoanelli (R$ 15 milhões) e Teatro Municipal Paulo Machado de Carvalho (R$ 18 milhões).



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Paços têm R$ 2,1 bi em empréstimos para obras

Após ajustes, Sto.André, S.Bernardo e S.Caetano conseguem aporte para investimentos nas cidades

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

17/11/2019 | 07:00


Após ajustes nas contas públicas, as prefeituras de Santo André, de São Bernardo e de São Caetano conquistaram fôlego financeiro capaz de atrair linhas de financiamento que, somadas, representam R$ 2,1 bilhões para investimentos nas três cidades. Os empréstimos foram autorizados por instituições financeiras estrangeiras e nacionais.

Em 2017, os prefeitos Paulo Serra (PSDB), de Santo André, Orlando Morando (PSDB), de São Bernardo, e José Auricchio Júnior (PSDB), de São Caetano, anunciaram que haviam recebido os governos com R$ 584,8 milhões em restos a pagar – R$ 312 milhões em Santo André, R$ 200 milhões em São Bernardo e R$ 72,8 milhões em São Caetano.

Diante do quadro, os chefes de Executivo definiram pacote de contenção de gastos – como fim de carros oficiais e de celulares corporativos, além de demissão de comissionados. Houve reclassificação de notas fiscais por parte da Caixa e do Banco do Brasil, fato que trouxe outras perspectivas para atração de financiamentos para obras estruturantes.

São Bernardo foi a cidade que obteve mais valores de linhas de créditos internacionais. Somente da CAF (Confederação Andina de Fomento), da América Latina, foram US$ 250 milhões, o que equivale a R$ 1,05 bilhão – a verba foi utilizada para resgate de obras paradas, entre elas o Corredor Leste-Oeste e o Piscinão do Paço, entregue em agosto.

O município ainda conseguiu US$ 118 milhões (R$ 494,8 milhões) junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para auxílio em intervenções na área de saúde, como a construção do Hospital de Urgência, no lugar do antigo PS (Pronto-Socorro) Central. A Caixa reclassificou nota de crédito da administração são-bernardense para A+.

Em Santo André, o Paço obteve rating BB da Caixa. A cidade contraiu cinco empréstimos, sendo o maior deles do BID, no valor de US$ 25 milhões (R$ 108,8 milhões), recurso utilizado para a construção das alças do viaduto Adib Chammas, para constituir complexo viário no bairro Santa Teresinha e os corredores da Avenida Coronel Alfredo Fláquer e área central.

Outros R$ 14,1 milhões têm como destino a informatização e modernização de 20 estações de coleta eletiva e foram pleiteados junto ao programa Saneamento Para Todos. Já pelo CPAC (Programa de Financiamento de Contrapartidas do PAC), R$ 84 milhões serão empregados em obras de habitação e para o CEU (Centro Educacional Unificado) Ana Maria. Ainda há empréstimo do Finisa (Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento na Modalidade de Apoio Financeiro), no valor de R$ 60 milhões, que deverá ser utilizado para recapeamento, obras como modernização das USFs (Unidades de Saúde da Família) Parque Miami e Vila Luzita e reforma da piscina olímpica do Complexo Esportivo Pedro Dell’Antonia.

Em São Caetano, destaque para as linhas de financiamento que totalizam R$ 145,4 milhões, sendo parte delas – junto ao Finisa – para revitalização do complexo da Emef Eda Montoanelli (R$ 15 milhões) e Teatro Municipal Paulo Machado de Carvalho (R$ 18 milhões).

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