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Todos prontos para se aventurar

Versão ‘live-action’ para os cinemas do desenho animado ‘Dora, a Aventureira’ está em cartaz


Luís Felipe Soares
Diário do Grande ABC

17/11/2019 | 07:00


Se aventurar faz parte da vida de Dora desde pequena. A garotinha, de origem latina, abusa de sua imaginação e inventividade para vivenciar momentos especiais e aproveitar ao máximo a selva onde vive. Essa ideia é a base da série animada Dora, a Aventureira, criada pela Nickelodeon no fim dos anos 1990 e serve apenas como ponto de partida para os acontecimentos do primeiro filme baseado no programa. Nas mãos de Hollywood, o mundo da personagem ganhou proporções dignas de grandes produções.

Elementos de ação, mistério, suspense e comédia estão em Dora e a Cidade Perdida, que acaba de entrar em cartaz nos cinemas brasileiros meses depois de ser exibido nos Estados Unidos, em agosto. Cópias dubladas podem ser encontradas em salas do Grande ABC.

A versão em live-action, ou seja, com atores reais, tem pegada mais infantojuvenil e serve como atração para toda a família. Na história, a protagonista é uma adolescente que acaba enviada para ficar com o primo Diego na cidade grande enquanto seus pais partem em jornada atrás de área perdida na floresta peruana que seria feita com ouro. As confusões iniciais mostram como ela tenta se encaixar no colégio, ambiente que nunca frequentou por ter sempre estudado em casa.

Dora achava que não iria viajar, mas, na companhia de novos amigos, retorna para a selva ao ser sequestrada por bandidos que querem informações sobre a descoberta da sua família.

Fuga com carro, plantas gigantes, templos inundados, passagens secretas e brigas com bandidos – além da presença da versão digital do macaco Botas – fazem parte do pacote revelado pelo diretor James Bobin (de filmes como Os Muppets e Alice Através do Espelho). Ele escalou Isabela Moner para dar vida à protagonista. “Fui chamada de Dora a vida inteira. E quanto eu cortei a franja (penteado característico da personagem animada) foi uma loucura”, conta a atriz, vendo parte da sua infância ganhar espaço especial em sua carreira no cinema.

Animação aposta em curiosidades

Aproveitar a curiosidade típica das fases iniciais da infância e revelar informações sobre diversos assuntos. Essa é a base para o desenho animado Dora, a Aventureira, criado pelo Nickelodeon Animation Studios em 1999. Assuntos sobre cores, lugares, direções e números fazem parte do conteúdo.

O diferencial do programa é que ele tenta incluir o pequeno espectador nas aventuras dos capítulos. Um dos recursos mais utilizados são pequenas pausas durante as conversas com a tela para que o público possa responder ao que lhe é perguntado ou incentivado no seriado. A versão em português também tenta ensinar termos em inglês, sendo que o desenho original norte-americano aposta em dicas de espanhol, aproveitando a origem latina da
menina.

Os capítulos de Dora, a Aventureira podem ser vistos na programação do canal Nick Jr. ou em seu site do canal pago (www.nickjr.com.br), além de estar no acervo da Netflix.

As gravações do filme foram feitas na Autrália, país que serviu de cenário para os acontecimentos que são passados, na história, em floresta no Peru.

Entre 2014 e 2017, a personagem cresceu e protagonizou o seriado ‘Dora e Seus Amigos: na Cidade’, com aventuras em ambiente urbano. 



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Todos prontos para se aventurar

Versão ‘live-action’ para os cinemas do desenho animado ‘Dora, a Aventureira’ está em cartaz

Luís Felipe Soares
Diário do Grande ABC

17/11/2019 | 07:00


Se aventurar faz parte da vida de Dora desde pequena. A garotinha, de origem latina, abusa de sua imaginação e inventividade para vivenciar momentos especiais e aproveitar ao máximo a selva onde vive. Essa ideia é a base da série animada Dora, a Aventureira, criada pela Nickelodeon no fim dos anos 1990 e serve apenas como ponto de partida para os acontecimentos do primeiro filme baseado no programa. Nas mãos de Hollywood, o mundo da personagem ganhou proporções dignas de grandes produções.

Elementos de ação, mistério, suspense e comédia estão em Dora e a Cidade Perdida, que acaba de entrar em cartaz nos cinemas brasileiros meses depois de ser exibido nos Estados Unidos, em agosto. Cópias dubladas podem ser encontradas em salas do Grande ABC.

A versão em live-action, ou seja, com atores reais, tem pegada mais infantojuvenil e serve como atração para toda a família. Na história, a protagonista é uma adolescente que acaba enviada para ficar com o primo Diego na cidade grande enquanto seus pais partem em jornada atrás de área perdida na floresta peruana que seria feita com ouro. As confusões iniciais mostram como ela tenta se encaixar no colégio, ambiente que nunca frequentou por ter sempre estudado em casa.

Dora achava que não iria viajar, mas, na companhia de novos amigos, retorna para a selva ao ser sequestrada por bandidos que querem informações sobre a descoberta da sua família.

Fuga com carro, plantas gigantes, templos inundados, passagens secretas e brigas com bandidos – além da presença da versão digital do macaco Botas – fazem parte do pacote revelado pelo diretor James Bobin (de filmes como Os Muppets e Alice Através do Espelho). Ele escalou Isabela Moner para dar vida à protagonista. “Fui chamada de Dora a vida inteira. E quanto eu cortei a franja (penteado característico da personagem animada) foi uma loucura”, conta a atriz, vendo parte da sua infância ganhar espaço especial em sua carreira no cinema.

Animação aposta em curiosidades

Aproveitar a curiosidade típica das fases iniciais da infância e revelar informações sobre diversos assuntos. Essa é a base para o desenho animado Dora, a Aventureira, criado pelo Nickelodeon Animation Studios em 1999. Assuntos sobre cores, lugares, direções e números fazem parte do conteúdo.

O diferencial do programa é que ele tenta incluir o pequeno espectador nas aventuras dos capítulos. Um dos recursos mais utilizados são pequenas pausas durante as conversas com a tela para que o público possa responder ao que lhe é perguntado ou incentivado no seriado. A versão em português também tenta ensinar termos em inglês, sendo que o desenho original norte-americano aposta em dicas de espanhol, aproveitando a origem latina da
menina.

Os capítulos de Dora, a Aventureira podem ser vistos na programação do canal Nick Jr. ou em seu site do canal pago (www.nickjr.com.br), além de estar no acervo da Netflix.

As gravações do filme foram feitas na Autrália, país que serviu de cenário para os acontecimentos que são passados, na história, em floresta no Peru.

Entre 2014 e 2017, a personagem cresceu e protagonizou o seriado ‘Dora e Seus Amigos: na Cidade’, com aventuras em ambiente urbano. 

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