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Campos Machado admite pedidos para ser candidato a prefeito em SP

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente paulista do PTB afirma que decisão sobre o futuro será tomada no ano que vem


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

15/11/2019 | 07:00


Em seu nono mandato consecutivo na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Campos Machado (PTB) admite que pode concorrer à prefeitura de São Paulo na eleição do ano que vem.

O deputado, presidente paulista do PTB, declarou que há conversas adiantadas com alguns setores da sociedade civil para que ele banque campanha ao Executivo da Capital, mas sua intenção é decidir o rumo eleitoral somente no começo de 2020.

“A eleição tem que ser tratada no ano que vem. Ainda é tempo de planejar e escutar algumas pessoas. Mas há movimento para que eu possa ser candidato a prefeito na Capital”, sustentou.

O parlamentar ainda lembrou que ele e o PTB têm se articulado para atingir o objetivo de eleger 100 prefeitos em diversas cidades do Estado de São Paulo. Em outubro, o PTB iniciou campanha para viabilizar filiações e tentar se tornar o maior partido em número de militantes até 2020. No Estado, a legenda, que tem Campos Machado como principal cacique, possui mais de 330 mil filiados e se encontra na terceira posição, atrás do MDB, com mais de 500 mil filiados, e do PT, com mais de 380 mil.

Sobre uma possível coligação para formar a chapa que disputará o pleito, Campos Machado alegou que ainda “é muito cedo” para essa discussão e ressaltou que, com as novas regras eleitorais, alianças para disputar o Executivo estarão restritas. “Esse é um assunto ainda muito distante. Ainda não tratei sobre essa possibilidade”, declarou o petebista. Pelas novas normas eleitorais, as coligações proporcionais para bancar disputa entre vereadores estarão proibidas, por exemplo.

O presidente paulista do partido esteve envolvido diretamente na eleição paulistana duas vezes. Na primeira, em 2000, ele foi escolhido para ser vice-prefeito na chapa encabeçada pelo ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB). No pleito, vencido pela ex-prefeita Marta Suplicy (ex-PT, atualmente sem partido), Alckmin e Campos Machado ficaram na terceira posição e não chegaram a brigar no segundo turno – disputado por Marta e pelo ex-governador Paulo Maluf. Naquela eleição, a dupla recebeu 952.890 votos, o que equivaleu a 17,2% das adesões válidas da época.

Em 2008, Alckmin e Campos Machado repetiram a união, mas também não atingiram votação para disputar o segundo turno daquela eleição. Em 2008, Gilberto Kassab (ex-DEM, atual PSD), então prefeito (sucedeu José Serra, PSDB, que havia renunciado à função dois anos antes para ser candidato, com êxito, ao Palácio dos Bandeirantes), venceu a corrida tendo Alda Marco Antonio (ex-MDB, atual PSD) como vice-prefeita. Atingiram 1.431.670 votos (22,48% dos válidos), ficando atrás de Kassab e Marta. 



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Campos Machado admite pedidos para ser candidato a prefeito em SP

Presidente paulista do PTB afirma que decisão sobre o futuro será tomada no ano que vem

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

15/11/2019 | 07:00


Em seu nono mandato consecutivo na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Campos Machado (PTB) admite que pode concorrer à prefeitura de São Paulo na eleição do ano que vem.

O deputado, presidente paulista do PTB, declarou que há conversas adiantadas com alguns setores da sociedade civil para que ele banque campanha ao Executivo da Capital, mas sua intenção é decidir o rumo eleitoral somente no começo de 2020.

“A eleição tem que ser tratada no ano que vem. Ainda é tempo de planejar e escutar algumas pessoas. Mas há movimento para que eu possa ser candidato a prefeito na Capital”, sustentou.

O parlamentar ainda lembrou que ele e o PTB têm se articulado para atingir o objetivo de eleger 100 prefeitos em diversas cidades do Estado de São Paulo. Em outubro, o PTB iniciou campanha para viabilizar filiações e tentar se tornar o maior partido em número de militantes até 2020. No Estado, a legenda, que tem Campos Machado como principal cacique, possui mais de 330 mil filiados e se encontra na terceira posição, atrás do MDB, com mais de 500 mil filiados, e do PT, com mais de 380 mil.

Sobre uma possível coligação para formar a chapa que disputará o pleito, Campos Machado alegou que ainda “é muito cedo” para essa discussão e ressaltou que, com as novas regras eleitorais, alianças para disputar o Executivo estarão restritas. “Esse é um assunto ainda muito distante. Ainda não tratei sobre essa possibilidade”, declarou o petebista. Pelas novas normas eleitorais, as coligações proporcionais para bancar disputa entre vereadores estarão proibidas, por exemplo.

O presidente paulista do partido esteve envolvido diretamente na eleição paulistana duas vezes. Na primeira, em 2000, ele foi escolhido para ser vice-prefeito na chapa encabeçada pelo ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB). No pleito, vencido pela ex-prefeita Marta Suplicy (ex-PT, atualmente sem partido), Alckmin e Campos Machado ficaram na terceira posição e não chegaram a brigar no segundo turno – disputado por Marta e pelo ex-governador Paulo Maluf. Naquela eleição, a dupla recebeu 952.890 votos, o que equivaleu a 17,2% das adesões válidas da época.

Em 2008, Alckmin e Campos Machado repetiram a união, mas também não atingiram votação para disputar o segundo turno daquela eleição. Em 2008, Gilberto Kassab (ex-DEM, atual PSD), então prefeito (sucedeu José Serra, PSDB, que havia renunciado à função dois anos antes para ser candidato, com êxito, ao Palácio dos Bandeirantes), venceu a corrida tendo Alda Marco Antonio (ex-MDB, atual PSD) como vice-prefeita. Atingiram 1.431.670 votos (22,48% dos válidos), ficando atrás de Kassab e Marta. 

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