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Jornalista do Diário Ademir Medici apresenta livro e documentário pelos 50 anos do Semasa

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Autarquia ganhou livro comemorativo, lançado ontem, em grande evento no Cinemark do Grand Plaza Shopping


Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

14/11/2019 | 07:07


No ano em que comemora cinco décadas de sua criação, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) tem devida celebração. A autarquia ganhou livro comemorativo, Família Semasa 50 Anos, lançado ontem, em grande evento no Cinemark do Grand Plaza Shopping, em Santo André. A obra – que não é comercializada – é assinada pelo jornalista e historiador do Diário Ademir Medici.

Além da apresentação do livro, houve ainda o lançamento do documentário Nossa História, Nossas Conquistas, também apresentado por Medici, que conta da trajetória do Semasa, ilustrado por depoimentos de trabalhadores das mais diversas áreas.

O evento contou com a presença do escritor, do prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), da primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra, do superintendente do Semasa, Almir Cicote, e de diversos trabalhadores da autarquia.

“A ideia foi contar a história do Semasa pela memória oral”, explica Medici. “São 50 anos, mas se formos colocar os serviços públicos de água e esgoto (realizados em Santo André), vai desde o início do século XX”, afirma. O autor conta que o livro é resultado de cerca de quatro meses de trabalho de pesquisa, em seu acervo e de campo também.

O jornalista escutou a história de pessoas como a de Maria Joana Souza, varredora de rua. Ela cuida da limpeza de pontos como a Praça do Carmo e a Rua Cel. Oliveira Lima. No Semasa há 27 anos, a profissional diz que comprou sua casa e um carro para sua filha graças ao trabalho que realiza na autarquia.

Regina Tadiello, no Semasa há 45 anos, também aparece no filme. “Fiquei muito feliz com o livro e o documentário. Foi uma homenagem bem legal. É uma história para a cidade conhecer”, afirma ela, que estava no lançamento. A trabalhadora diz que depois da exibição da produção, o pessoal brincou com ela sobre sua participação. “A gente se sente mais valorizada no serviço”, diz.

No Semasa há 37 anos, Edna Regina Smigly, citada no livro, também acompanhou o lançamento. “Foi realmente uma emoção muito grande. Você revê tudo. A construção do Semasa e onde chegou. Vê o esforço de cada funcionário”, afirma.

Medici revela que em suas andanças por Santo André encontrou peças curiosas, como um tampão na Rua Campos Sales, no Centro, que data de 1912. “É raríssimo”, afirma. “Muita coisa ao longo da pesquisa me chamou a atenção. Comecei a andar pela cidade procurando tampões. Encontrei também um de 1926”, revela, animado.

O autor fala também sobre outro fator curioso de sua pesquisa, o primeiro piscinão da cidade. “Se não for do Brasil”, questiona. “E ele existe até hoje, fica bem debaixo deste shopping (Grand Plaza)”, afirma.

Paulo Serra comemorou o resultado do livro, do filme e dos 50 anos do Semasa. Ele acredita que é mais do que justo o roteiro do documentário homenagear o trabalhador da autarquia. “São mais de 1.000 servidores. É muito difícil passar por algum lugar de Santo André que não tenha algum trabalho deles”, diz. O chefe do Executivo celebrou também a escolha de Medici para conduzir os trabalhos. “Quando o Ademir aceitou eu sabia que a qualidade seria de excelência.”



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Jornalista do Diário Ademir Medici apresenta livro e documentário pelos 50 anos do Semasa

Autarquia ganhou livro comemorativo, lançado ontem, em grande evento no Cinemark do Grand Plaza Shopping

Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

14/11/2019 | 07:07


No ano em que comemora cinco décadas de sua criação, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) tem devida celebração. A autarquia ganhou livro comemorativo, Família Semasa 50 Anos, lançado ontem, em grande evento no Cinemark do Grand Plaza Shopping, em Santo André. A obra – que não é comercializada – é assinada pelo jornalista e historiador do Diário Ademir Medici.

Além da apresentação do livro, houve ainda o lançamento do documentário Nossa História, Nossas Conquistas, também apresentado por Medici, que conta da trajetória do Semasa, ilustrado por depoimentos de trabalhadores das mais diversas áreas.

O evento contou com a presença do escritor, do prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), da primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra, do superintendente do Semasa, Almir Cicote, e de diversos trabalhadores da autarquia.

“A ideia foi contar a história do Semasa pela memória oral”, explica Medici. “São 50 anos, mas se formos colocar os serviços públicos de água e esgoto (realizados em Santo André), vai desde o início do século XX”, afirma. O autor conta que o livro é resultado de cerca de quatro meses de trabalho de pesquisa, em seu acervo e de campo também.

O jornalista escutou a história de pessoas como a de Maria Joana Souza, varredora de rua. Ela cuida da limpeza de pontos como a Praça do Carmo e a Rua Cel. Oliveira Lima. No Semasa há 27 anos, a profissional diz que comprou sua casa e um carro para sua filha graças ao trabalho que realiza na autarquia.

Regina Tadiello, no Semasa há 45 anos, também aparece no filme. “Fiquei muito feliz com o livro e o documentário. Foi uma homenagem bem legal. É uma história para a cidade conhecer”, afirma ela, que estava no lançamento. A trabalhadora diz que depois da exibição da produção, o pessoal brincou com ela sobre sua participação. “A gente se sente mais valorizada no serviço”, diz.

No Semasa há 37 anos, Edna Regina Smigly, citada no livro, também acompanhou o lançamento. “Foi realmente uma emoção muito grande. Você revê tudo. A construção do Semasa e onde chegou. Vê o esforço de cada funcionário”, afirma.

Medici revela que em suas andanças por Santo André encontrou peças curiosas, como um tampão na Rua Campos Sales, no Centro, que data de 1912. “É raríssimo”, afirma. “Muita coisa ao longo da pesquisa me chamou a atenção. Comecei a andar pela cidade procurando tampões. Encontrei também um de 1926”, revela, animado.

O autor fala também sobre outro fator curioso de sua pesquisa, o primeiro piscinão da cidade. “Se não for do Brasil”, questiona. “E ele existe até hoje, fica bem debaixo deste shopping (Grand Plaza)”, afirma.

Paulo Serra comemorou o resultado do livro, do filme e dos 50 anos do Semasa. Ele acredita que é mais do que justo o roteiro do documentário homenagear o trabalhador da autarquia. “São mais de 1.000 servidores. É muito difícil passar por algum lugar de Santo André que não tenha algum trabalho deles”, diz. O chefe do Executivo celebrou também a escolha de Medici para conduzir os trabalhos. “Quando o Ademir aceitou eu sabia que a qualidade seria de excelência.”

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