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Para China, globalização é tendência histórica; não há quem possa freá-la



13/11/2019 | 15:09


O presidente da Seção Chinesa do Conselho Empresarial Brics, Xu Lirong, pediu aos seus pares do grupo a defesa do multilateralismo econômico. "Estamos em uma nova etapa de revolução industrial com novas tecnologias permitindo uma nova fase ao comércio internacional, será uma transformação", afirmou.

"Precisamos ter um entendimento correto de desse desenvolvimento", disse. "Precisamos saber que direção rumar e defender o multilateralismo."

Segundo ele, a globalização econômica é uma tendência histórica e não há quem possa freá-la. Xu Lirong defendeu ainda a elevação da parceria entre os Brics, "de forma estável e com mais energia".

"Existe a necessidade e desejo dos países em ver as cooperações seguirem adiante e em patamar mais elevado", afirmou.

Já para a presidente da seção Sul-Africana, Busi Mabuza, as organizações econômicas estão passando por uma crise existencial. "As tensões também deverão gerar desigualdade", disse. "Tensões exacerbam desigualdades, especialmente no continente africano", afirmou.

Para Mabuza, é preciso reiniciar as relações entre grandes economias e pequenas economias "para nosso benefício mútuo".

"Precisamos examinar as fontes de desequilíbrio nas nossas relações comerciais, precisamos ver por que as economias menores não estão recebendo os benefícios que elas precisam", afirmou.



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Para China, globalização é tendência histórica; não há quem possa freá-la


13/11/2019 | 15:09


O presidente da Seção Chinesa do Conselho Empresarial Brics, Xu Lirong, pediu aos seus pares do grupo a defesa do multilateralismo econômico. "Estamos em uma nova etapa de revolução industrial com novas tecnologias permitindo uma nova fase ao comércio internacional, será uma transformação", afirmou.

"Precisamos ter um entendimento correto de desse desenvolvimento", disse. "Precisamos saber que direção rumar e defender o multilateralismo."

Segundo ele, a globalização econômica é uma tendência histórica e não há quem possa freá-la. Xu Lirong defendeu ainda a elevação da parceria entre os Brics, "de forma estável e com mais energia".

"Existe a necessidade e desejo dos países em ver as cooperações seguirem adiante e em patamar mais elevado", afirmou.

Já para a presidente da seção Sul-Africana, Busi Mabuza, as organizações econômicas estão passando por uma crise existencial. "As tensões também deverão gerar desigualdade", disse. "Tensões exacerbam desigualdades, especialmente no continente africano", afirmou.

Para Mabuza, é preciso reiniciar as relações entre grandes economias e pequenas economias "para nosso benefício mútuo".

"Precisamos examinar as fontes de desequilíbrio nas nossas relações comerciais, precisamos ver por que as economias menores não estão recebendo os benefícios que elas precisam", afirmou.

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