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Maioria das bolsas da Europa cai após Trump negar retirada de tarifas para China



08/11/2019 | 14:45


A maioria das bolsas da Europa fechou em território negativo nesta sexta-feira - as exceções foram Milão e Lisboa - com a piora das expectativas no mercado internacional sobre a remoção mútua de tarifas comerciais entre Estados Unidos e China.

O índice pan-europeu Stoxx 600 teve queda de 0,28%, aos 405,42 pontos, com alta semanal de 4,14%.

O otimismo dos investidores piorou no início da tarde quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou que tenha concordado em remover tarifas impostas à China como parte da chamada "fase 1" do acordo comercial entre os dois países.

Durante a manhã, os mercados já operavam com dúvidas sobre os desdobramentos nas negociações sino-americanas, após o diretor do Conselho Nacional de Comércio da Casa Branca, Peter Navarro, ter afirmado na quinta-feira à Fox Business que não havia acerto para eventual retirada das tarifas e que a decisão caberia a Trump.

Em Londres, o índice FTSE 100 recuou 0,63%, aos 7.359,39 pontos, mas teve alta semanal de 0,78%. As ações da Rio Tinto caíram 2,92%, as da Antofagasta, 1,10%, e as do HSBC, 0,87%.

Na bolsa de Frankfurt, o índice DAX fechou com perda de 0,46%, aos 13.228,56 pontos, mas teve alta semanal de 2,06%. As ações do Wirecard recuaram 3,53% e as da Volkswagen, 1,39%. As perdas na bolsa alemã ocorreram apesar de o país ter informado que teve superávit comercial de 19,2 bilhões de euros em setembro, maior do que o registrado em agosto.

Já o índice FTSE MIB, da bolsa de Milão, subiu 0,13%, aos 23.534,49 pontos, com alta semanal de 2,62%. Os papéis da Telecom Italia, controladora da TIM Brasil, avançaram 1,17%, após a empresa informar que teve lucro líquido de 301 milhões de euros no terceiro trimestre, revertendo prejuízo em igual período de 2018. Enel fechou em alta de 1,69% e Fiat teve ganho de 0,90%.

Em Paris, o índice CAC 40 fechou em leve queda de 0,02%, aos 5.889,70 pontos, mas na máxima do dia. Na comparação semanal, o índice subiu 2,22%. O Crédit Agricole, segundo maior banco francês em ativos, liderou as perdas e caiu 2,31%, depois de ter informado um lucro líquido de 1,2 bilhão de euros no terceiro trimestre, 8,9% maior do que o obtido em igual período do ano passado, mas com resultado modesto na receita com o segmento de varejo, segundo analistas. Renault caiu 1,48% e BNP Paribas, 1,23%.

O índice IBEX 35, da bolsa de Madri, caiu 0,57%, a 9.393,70 pontos, mas subiu 0,70% na comparação semanal.

Já em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,16%, aos 5.304,81 pontos, com avanço de 3,69% na semana.



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Maioria das bolsas da Europa cai após Trump negar retirada de tarifas para China


08/11/2019 | 14:45


A maioria das bolsas da Europa fechou em território negativo nesta sexta-feira - as exceções foram Milão e Lisboa - com a piora das expectativas no mercado internacional sobre a remoção mútua de tarifas comerciais entre Estados Unidos e China.

O índice pan-europeu Stoxx 600 teve queda de 0,28%, aos 405,42 pontos, com alta semanal de 4,14%.

O otimismo dos investidores piorou no início da tarde quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou que tenha concordado em remover tarifas impostas à China como parte da chamada "fase 1" do acordo comercial entre os dois países.

Durante a manhã, os mercados já operavam com dúvidas sobre os desdobramentos nas negociações sino-americanas, após o diretor do Conselho Nacional de Comércio da Casa Branca, Peter Navarro, ter afirmado na quinta-feira à Fox Business que não havia acerto para eventual retirada das tarifas e que a decisão caberia a Trump.

Em Londres, o índice FTSE 100 recuou 0,63%, aos 7.359,39 pontos, mas teve alta semanal de 0,78%. As ações da Rio Tinto caíram 2,92%, as da Antofagasta, 1,10%, e as do HSBC, 0,87%.

Na bolsa de Frankfurt, o índice DAX fechou com perda de 0,46%, aos 13.228,56 pontos, mas teve alta semanal de 2,06%. As ações do Wirecard recuaram 3,53% e as da Volkswagen, 1,39%. As perdas na bolsa alemã ocorreram apesar de o país ter informado que teve superávit comercial de 19,2 bilhões de euros em setembro, maior do que o registrado em agosto.

Já o índice FTSE MIB, da bolsa de Milão, subiu 0,13%, aos 23.534,49 pontos, com alta semanal de 2,62%. Os papéis da Telecom Italia, controladora da TIM Brasil, avançaram 1,17%, após a empresa informar que teve lucro líquido de 301 milhões de euros no terceiro trimestre, revertendo prejuízo em igual período de 2018. Enel fechou em alta de 1,69% e Fiat teve ganho de 0,90%.

Em Paris, o índice CAC 40 fechou em leve queda de 0,02%, aos 5.889,70 pontos, mas na máxima do dia. Na comparação semanal, o índice subiu 2,22%. O Crédit Agricole, segundo maior banco francês em ativos, liderou as perdas e caiu 2,31%, depois de ter informado um lucro líquido de 1,2 bilhão de euros no terceiro trimestre, 8,9% maior do que o obtido em igual período do ano passado, mas com resultado modesto na receita com o segmento de varejo, segundo analistas. Renault caiu 1,48% e BNP Paribas, 1,23%.

O índice IBEX 35, da bolsa de Madri, caiu 0,57%, a 9.393,70 pontos, mas subiu 0,70% na comparação semanal.

Já em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,16%, aos 5.304,81 pontos, com avanço de 3,69% na semana.

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