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Vereadores se calam após fim de aliança entre Ribeirão e Sesi


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

08/11/2019 | 06:59


Os vereadores de Ribeirão Pires recorreram ao silêncio no dia em que o Diário mostrou que Prefeitura e Sesi (Serviço Social da Indústria) romperam parceria firmada no ano passado para construção de escola e restauro da Fábrica de Sal, patrimônio histórico localizado no Centro.

Durante a sessão de ontem, nenhum dos 17 parlamentares fez uso da palavra sobre o fim do convênio, que previa R$ 30 milhões para restauração do imóvel e a construção de colégio da entidade na cidade.
Nesta semana, o Sesi abortou plano de recuperação da Fábrica de Sal, projeto do Executivo que foi apreciado e aprovado pelo Legislativo no ano passado com 16 votos. Apenas o vereador Anselmo Martins (PL) votou contrário à época.

Amaury Dias (PV) desconversou sobre a extinção da parceria entre a Prefeitura e o Sesi, alegou que não estava “a par” do assunto e que precisaria ouvir o Executivo. “Ainda não li a reportagem do Diário. Preciso entender o que está acontecendo. Vamos ver o que pode acontecer agora.”

No mesmo tom, Danilo da Casa da Sopa (PSB) disse que não sabia do fim da parceria e que assim que se informasse conversaria com outros vereadores. “Não tratamos do assunto (da Fábrica de Sal) na sessão de hoje (ontem). Agora, nós, vereadores, precisamos conversar e ter ideias de como ajudar o Executivo.”

Apesar de também não ter falado sobre a fábrica na sessão, o oposicionista Amigão D’Orto (PTC) admitiu a possibilidade de requerer à Prefeitura informações sobre o fim da parceria com o Sesi. “Há três sessões eu já tinha pedido informações sobre a questão da Fábrica de Sal e até o momento não me responderam.”

RETORNO
Liberado pela Justiça de Ribeirão para voltar ao Legislativo, o vereador Flávio Gomes (Cidadania) não compareceu à Câmara na sessão de ontem. O parlamentar estava afastado de suas funções desde abril de 2018.  



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Vereadores se calam após fim de aliança entre Ribeirão e Sesi

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

08/11/2019 | 06:59


Os vereadores de Ribeirão Pires recorreram ao silêncio no dia em que o Diário mostrou que Prefeitura e Sesi (Serviço Social da Indústria) romperam parceria firmada no ano passado para construção de escola e restauro da Fábrica de Sal, patrimônio histórico localizado no Centro.

Durante a sessão de ontem, nenhum dos 17 parlamentares fez uso da palavra sobre o fim do convênio, que previa R$ 30 milhões para restauração do imóvel e a construção de colégio da entidade na cidade.
Nesta semana, o Sesi abortou plano de recuperação da Fábrica de Sal, projeto do Executivo que foi apreciado e aprovado pelo Legislativo no ano passado com 16 votos. Apenas o vereador Anselmo Martins (PL) votou contrário à época.

Amaury Dias (PV) desconversou sobre a extinção da parceria entre a Prefeitura e o Sesi, alegou que não estava “a par” do assunto e que precisaria ouvir o Executivo. “Ainda não li a reportagem do Diário. Preciso entender o que está acontecendo. Vamos ver o que pode acontecer agora.”

No mesmo tom, Danilo da Casa da Sopa (PSB) disse que não sabia do fim da parceria e que assim que se informasse conversaria com outros vereadores. “Não tratamos do assunto (da Fábrica de Sal) na sessão de hoje (ontem). Agora, nós, vereadores, precisamos conversar e ter ideias de como ajudar o Executivo.”

Apesar de também não ter falado sobre a fábrica na sessão, o oposicionista Amigão D’Orto (PTC) admitiu a possibilidade de requerer à Prefeitura informações sobre o fim da parceria com o Sesi. “Há três sessões eu já tinha pedido informações sobre a questão da Fábrica de Sal e até o momento não me responderam.”

RETORNO
Liberado pela Justiça de Ribeirão para voltar ao Legislativo, o vereador Flávio Gomes (Cidadania) não compareceu à Câmara na sessão de ontem. O parlamentar estava afastado de suas funções desde abril de 2018.  

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