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Indicador de preço dos alimentos no atacado da Ceagesp sobe 0,71% em outubro

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


06/11/2019 | 12:21


O índice de preços da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) encerrou outubro com alta de 0,71%, em comparação com o mês anterior. Todos os setores apresentaram alta no atacado, com exceção do setor de Diversos, que registrou queda pelo terceiro mês consecutivo.

"Para os próximos meses, com a chegada da estação das chuvas, existe a possibilidade de elevações dos preços dos alimentos e perda de qualidade", prevê a Ceagesp, em comunicado.

No período de janeiro a outubro de 2019 foram comercializadas no entreposto de São Paulo cerca de 2.657.082 toneladas ante 2.523.298 toneladas negociadas no mesmo período de 2018. Elevação de 5,3% ou 133.784 toneladas. "Duas ocorrências no ano passado contribuíram com esse porcentual de crescimento entre 2019 e 2018, que foram a greve dos caminhoneiros em maio e dos funcionários da Ceagesp entre fim de julho e começo de agosto, quando não houve recolhimento das notas fiscais de entrada", explica a companhia.

Em outubro, o setor de frutas subiu 0,28%. As principais altas foram: carambola (42,6%), limão taiti (33,5%), abacate margarida (22,3%), kiwi estrangeiro (17,6%) e laranja pera (15,8%). As principais quedas ocorreram com o mamão havaí (-42,9%), acerola (-15,9%), banana nanica (-14,9%), mamão formosa (-14,3%) e banana prata (-10,7%).

O setor de legumes registrou alta de 1,83% no mês passado. Os principais aumentos ocorreram com: ervilha torta (47,2%), berinjela (33,8%), quiabo (29,9%), cará (21,0%), jiló (18,7%) e pimentão verde (17,3%). As principais quedas foram registradas nos preços do chuchu (-21,8%), pimenta cambuci (-15,8%), cenoura (-14,2%), berinjela japonesa (-13,7%) e abobrinha brasileira (-13,6%).

O setor de verduras teve alta de 1,35%. As principais altas registradas foram: coentro (74,5%), couve flor (38,0%), rúcula (33,7%), brócolis (29,0%), rabanete (27,3%) e erva doce (24,5%). As maiores baixas se deram nos preços do salsão (-25,5%), do louro (-16,0%), da hortelã (-14,8%), do alho poró (-13,7%), da beterraba com folhas (-12,8%) e do nabo (-12,4%).

O setor de diversos registrou forte queda de 5,99%. As principais baixas ficaram por conta da cebola nacional (-29,5%), das batatas lavada (-12,9%) e asterix (-3,8%) e do alho nacional (-2,3%). As principais altas foram do alho estrangeiro chinês (9,1%), do amendoim com casca (4,1%) e do coco seco (1,3%).

O setor de pescados subiu 3,60%. As principais altas foram da tainha (23,5%), da pescada (21,2%), da pescada tortinha (20,5%), da sardinha fresca (16,7%), da betara (15,8%) e da abrótea (15,1%). As principais quedas ocorreram com a cavalinha (-15,1%), com a lula congelada (-13,9%) e com a corvina (-2,0%).



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Indicador de preço dos alimentos no atacado da Ceagesp sobe 0,71% em outubro


06/11/2019 | 12:21


O índice de preços da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) encerrou outubro com alta de 0,71%, em comparação com o mês anterior. Todos os setores apresentaram alta no atacado, com exceção do setor de Diversos, que registrou queda pelo terceiro mês consecutivo.

"Para os próximos meses, com a chegada da estação das chuvas, existe a possibilidade de elevações dos preços dos alimentos e perda de qualidade", prevê a Ceagesp, em comunicado.

No período de janeiro a outubro de 2019 foram comercializadas no entreposto de São Paulo cerca de 2.657.082 toneladas ante 2.523.298 toneladas negociadas no mesmo período de 2018. Elevação de 5,3% ou 133.784 toneladas. "Duas ocorrências no ano passado contribuíram com esse porcentual de crescimento entre 2019 e 2018, que foram a greve dos caminhoneiros em maio e dos funcionários da Ceagesp entre fim de julho e começo de agosto, quando não houve recolhimento das notas fiscais de entrada", explica a companhia.

Em outubro, o setor de frutas subiu 0,28%. As principais altas foram: carambola (42,6%), limão taiti (33,5%), abacate margarida (22,3%), kiwi estrangeiro (17,6%) e laranja pera (15,8%). As principais quedas ocorreram com o mamão havaí (-42,9%), acerola (-15,9%), banana nanica (-14,9%), mamão formosa (-14,3%) e banana prata (-10,7%).

O setor de legumes registrou alta de 1,83% no mês passado. Os principais aumentos ocorreram com: ervilha torta (47,2%), berinjela (33,8%), quiabo (29,9%), cará (21,0%), jiló (18,7%) e pimentão verde (17,3%). As principais quedas foram registradas nos preços do chuchu (-21,8%), pimenta cambuci (-15,8%), cenoura (-14,2%), berinjela japonesa (-13,7%) e abobrinha brasileira (-13,6%).

O setor de verduras teve alta de 1,35%. As principais altas registradas foram: coentro (74,5%), couve flor (38,0%), rúcula (33,7%), brócolis (29,0%), rabanete (27,3%) e erva doce (24,5%). As maiores baixas se deram nos preços do salsão (-25,5%), do louro (-16,0%), da hortelã (-14,8%), do alho poró (-13,7%), da beterraba com folhas (-12,8%) e do nabo (-12,4%).

O setor de diversos registrou forte queda de 5,99%. As principais baixas ficaram por conta da cebola nacional (-29,5%), das batatas lavada (-12,9%) e asterix (-3,8%) e do alho nacional (-2,3%). As principais altas foram do alho estrangeiro chinês (9,1%), do amendoim com casca (4,1%) e do coco seco (1,3%).

O setor de pescados subiu 3,60%. As principais altas foram da tainha (23,5%), da pescada (21,2%), da pescada tortinha (20,5%), da sardinha fresca (16,7%), da betara (15,8%) e da abrótea (15,1%). As principais quedas ocorreram com a cavalinha (-15,1%), com a lula congelada (-13,9%) e com a corvina (-2,0%).

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