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Estado estima contratação de 2.000 trabalhadores para Piscinão Jaboticabal

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Investimento será de R$ 300 mi; previsão é de que o reservatório seja entregue em 2021


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

04/11/2019 | 12:35


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), prevê o envolvimento de 2.000 trabalhadores para atuar na construção do Piscinão Jaboticabal, nas divisas entre os municípios de São Bernardo, São Caetano e Capital. A estimativa da gestão tucana é iniciar as obras do equipamento – com capacidade de armazenamento de água de 910 mil metros cúbicos – até janeiro. A proposta visa que o reservatório reduza os transtornos causados por enchentes na região dos ribeirões dos Couros e dos Meninos, próximos à Via Anchieta. A intenção do Estado passa por entregar a unidade em agosto de 2021.

O prognóstico foi feito por Doria na manhã de ontem, no Palácio dos Bandeirantes. Pelo cronograma arquitetado pelo Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica), órgão atrelado ao Estado e responsável pela abertura da licitação para contratar empresa terceirizada, as propostas das interessadas têm de ser encaminhadas até o dia 4 de dezembro. A discussão do projeto está em debate há mais de dez anos e ganhou força por meio do Consórcio Intermunicipal após os desastres causados na região por causa das enxurradas de março, que deixaram dez mortos e centenas de desabrigados.

O reservatório tende a ser o maior do Estado. Segundo o governador, serão mais de R$ 300 milhões de investimento ao longo de praticamente dois anos de intervenções. “Depois de dez anos de debate teremos, (enfim), a execução (deste projeto). É ação conjunta dos governos federal e estadual, (em parceria) com as cidades do Grande ABC”, ressaltou Doria. “As obras começam agora. Em 2021 teremos o piscinão. Já para o verão entre 2021 e 2022 problema (de enchentes) completamente sanado. É obra robusta. Mais de 2.000 trabalhadores. Mas finalmente sai do papel para ser realizada em benefício da população do Grande ABC e São Paulo”, emendou o tucano.

No total, serão investidos cerca de R$ 315 milhões, sendo R$ 190 milhões em obras e outros R$ 125 milhões para desapropriação de terrenos. Após publicar decreto transformando em área de utilidade pública espaço onde deve ser implementado o equipamento, o Estado irá contrair empréstimo junto à Caixa – a transação financeira foi autorizada pela Assembleia Legislativa em outubro.

O presidente do Consórcio e prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), reforçou o empenho dos sete chefes do Executivo da região para ressuscitar o projeto, até então engavetado. Segundo ele, diante da enchente de março, os gestores conseguiram sensibilizar o governador. “Houve pró-atividade, resposta bastante rápida do governador. Entre março e novembro uma evolução célere, principalmente se tratando de poder público. São oito meses da decisão. Também tem simbolismo dentro do novo modelo (da entidade), resgatando a sua origem, de políticas de regionalidade.”

Já o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), enalteceu a decisão do correligionário. “Esse assunto ficou muitos anos só em discurso, e o governador tirou do papel.”



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Estado estima contratação de 2.000 trabalhadores para Piscinão Jaboticabal

Investimento será de R$ 300 mi; previsão é de que o reservatório seja entregue em 2021

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

04/11/2019 | 12:35


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), prevê o envolvimento de 2.000 trabalhadores para atuar na construção do Piscinão Jaboticabal, nas divisas entre os municípios de São Bernardo, São Caetano e Capital. A estimativa da gestão tucana é iniciar as obras do equipamento – com capacidade de armazenamento de água de 910 mil metros cúbicos – até janeiro. A proposta visa que o reservatório reduza os transtornos causados por enchentes na região dos ribeirões dos Couros e dos Meninos, próximos à Via Anchieta. A intenção do Estado passa por entregar a unidade em agosto de 2021.

O prognóstico foi feito por Doria na manhã de ontem, no Palácio dos Bandeirantes. Pelo cronograma arquitetado pelo Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica), órgão atrelado ao Estado e responsável pela abertura da licitação para contratar empresa terceirizada, as propostas das interessadas têm de ser encaminhadas até o dia 4 de dezembro. A discussão do projeto está em debate há mais de dez anos e ganhou força por meio do Consórcio Intermunicipal após os desastres causados na região por causa das enxurradas de março, que deixaram dez mortos e centenas de desabrigados.

O reservatório tende a ser o maior do Estado. Segundo o governador, serão mais de R$ 300 milhões de investimento ao longo de praticamente dois anos de intervenções. “Depois de dez anos de debate teremos, (enfim), a execução (deste projeto). É ação conjunta dos governos federal e estadual, (em parceria) com as cidades do Grande ABC”, ressaltou Doria. “As obras começam agora. Em 2021 teremos o piscinão. Já para o verão entre 2021 e 2022 problema (de enchentes) completamente sanado. É obra robusta. Mais de 2.000 trabalhadores. Mas finalmente sai do papel para ser realizada em benefício da população do Grande ABC e São Paulo”, emendou o tucano.

No total, serão investidos cerca de R$ 315 milhões, sendo R$ 190 milhões em obras e outros R$ 125 milhões para desapropriação de terrenos. Após publicar decreto transformando em área de utilidade pública espaço onde deve ser implementado o equipamento, o Estado irá contrair empréstimo junto à Caixa – a transação financeira foi autorizada pela Assembleia Legislativa em outubro.

O presidente do Consórcio e prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), reforçou o empenho dos sete chefes do Executivo da região para ressuscitar o projeto, até então engavetado. Segundo ele, diante da enchente de março, os gestores conseguiram sensibilizar o governador. “Houve pró-atividade, resposta bastante rápida do governador. Entre março e novembro uma evolução célere, principalmente se tratando de poder público. São oito meses da decisão. Também tem simbolismo dentro do novo modelo (da entidade), resgatando a sua origem, de políticas de regionalidade.”

Já o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), enalteceu a decisão do correligionário. “Esse assunto ficou muitos anos só em discurso, e o governador tirou do papel.”

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