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Moradores protestam por auxílios-moradia atrasados

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Após reunião na sede da Dersa, empresa se comprometeu a pagar benefícios até o dia 11


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

04/11/2019 | 13:01


Cerca de 20 pessoas, moradoras de Mauá, estiveram na manhã de ontem na sede da empresa Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), em São Paulo, para cobrar o pagamento do auxílio-moradia, atrasado há quatro meses. Pelo menos 360 famílias foram removidas do Jardim Oratório há mais de dez anos para construção do Trecho Sul do Rodoanel Mário Covas e aguardam até hoje pelo atendimento habitacional definitivo.

As famílias, que foram incluídas no pagamento de auxílio-moradia, reclamam dos sucessivos atrasos no repasse do benefício, que não é feito desde agosto. Os moradores foram recebidos pelo gerente da divisão de desapropriações e programas sociais da empresa, Pedro Paes Neto, que informou que os pagamentos serão regularizados em 11 de novembro. 

A costureira Sirlei Centuski Pinheiro Ferreira, 47 anos, relatou que só não recebeu ordem de despejo da casa que aluga, no Jardim Oratório, porque tem contado com a compreensão da proprietária. “Ela entende a situação. Mas a maioria das famílias está com risco de ficar na rua”, explicou.

Em maio e, mais recentemente, em outubro o Diário mostrou que as famílias estavam com problemas e tendo de mudar de residência por conta do aluguel atrasado. A auxiliar de serviços gerais Cristiane Barbosa, 41, explicou que depois da publicação da reportagem, em maio, foi feito o pagamento de apenas um mês do auxílio. Desde então os repasses estão suspensos.

Em nota, a Dersa informou que trabalha junto à CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) “para regularizar ações de atendimento aos beneficiários, como auxilio-moradia e cumprimento das unidades habitacionais”. Apesar de ter entregue aos moradores documento garantindo o pagamento dia 11 de novembro, a empresa informou que os depósitos serão realizado pela CDHU em até 15 dias.



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Moradores protestam por auxílios-moradia atrasados

Após reunião na sede da Dersa, empresa se comprometeu a pagar benefícios até o dia 11

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

04/11/2019 | 13:01


Cerca de 20 pessoas, moradoras de Mauá, estiveram na manhã de ontem na sede da empresa Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), em São Paulo, para cobrar o pagamento do auxílio-moradia, atrasado há quatro meses. Pelo menos 360 famílias foram removidas do Jardim Oratório há mais de dez anos para construção do Trecho Sul do Rodoanel Mário Covas e aguardam até hoje pelo atendimento habitacional definitivo.

As famílias, que foram incluídas no pagamento de auxílio-moradia, reclamam dos sucessivos atrasos no repasse do benefício, que não é feito desde agosto. Os moradores foram recebidos pelo gerente da divisão de desapropriações e programas sociais da empresa, Pedro Paes Neto, que informou que os pagamentos serão regularizados em 11 de novembro. 

A costureira Sirlei Centuski Pinheiro Ferreira, 47 anos, relatou que só não recebeu ordem de despejo da casa que aluga, no Jardim Oratório, porque tem contado com a compreensão da proprietária. “Ela entende a situação. Mas a maioria das famílias está com risco de ficar na rua”, explicou.

Em maio e, mais recentemente, em outubro o Diário mostrou que as famílias estavam com problemas e tendo de mudar de residência por conta do aluguel atrasado. A auxiliar de serviços gerais Cristiane Barbosa, 41, explicou que depois da publicação da reportagem, em maio, foi feito o pagamento de apenas um mês do auxílio. Desde então os repasses estão suspensos.

Em nota, a Dersa informou que trabalha junto à CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) “para regularizar ações de atendimento aos beneficiários, como auxilio-moradia e cumprimento das unidades habitacionais”. Apesar de ter entregue aos moradores documento garantindo o pagamento dia 11 de novembro, a empresa informou que os depósitos serão realizado pela CDHU em até 15 dias.

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