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Depois da Sars e da gripe aviária, maremoto afeta o turismo asiático


Da AFP

28/12/2004 | 13:00


O maremoto que devastou as praias paradisíacas do sudeste da Ásia representa um novo golpe para a indústria turística da região, que começava a se recuperar depois de um período marcado pela Sars e a gripe aviária.

Os profissionais do setor acreditam que apesar da dimensão das perdas humanas e dos prejuízos materiais, a catástrofe deve causar um impacto menor que a ameaça terrorista, já que os maremotos são considerados um evento excepcional.

No Japão, o país asiático cujos habitantes viajam mais ao exterior, as agências de turismo acreditam que a curto prazo os destinos turísticos situados no Oceano Índico serão, inevitavelmente associados ao desastre.

"O impacto, a curto prazo, do tremor de terra é um verdadeiro golpe para a hotelaria", disse Tsuneo Nishiyama, porta-voz da maior agência de viagens do país, a Japan Travel Bureau.

"Também tememos que o impacto psicológico sobre os turistas japoneses dure mais tempo do que o previsto", acrescentou.

 Para o dono da empresa Abacus (prestadora do serviço de vendas de passagens) em Cingapura, Don Birch, as catástrofes naturais não impedem que os turistas asiáticos viajem para seus destinos preferidos.

"Na verdade, as pessoas se adaptam rapidamente e se esquecem. A última vez que uma tsunami como esta aconteceu foi há cem anos", enfatizou.

O turismo se recuperou este ano na Ásia, depois de um 2003 marcado pela epidemia de pneumonia asiática, que matou 800 pessoas, em particular em Hong Hong e na China.

No entanto, o fluxo de passageiros não se recuperou totalmente por causa da epidemia de gripe aviária do início do ano, que deixou pelo menos 32 mortos, e do temor de ataques terroristas após os atentados em Bali (Indonésia), em 2002, que mataram 202 pessoas.



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