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Europeus e australiana vencem o prêmio da júri da 43ª Mostra



31/10/2019 | 08:30


Dois filmes europeus e um da Oceania foram premiados pelo júri internacional da 43.ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: System Crasher, alemão escrito e dirigido por Nora Fingscheidt, e Dente de Leite, da australiana Shannon Murphy, foram escolhidos como as melhores ficções desta edição. Honeyland, o documentário de Ljubomir Stefanov e Tamara Kotevska, da Macedônia do Norte, foi o vencedor na categoria.

Os filmes da seção Competição Novos Diretores mais votados pelo público foram submetidos ao júri (Beto Brant, Lisandro Alonso, Maria de Medeiros e Xénia Maingot), e recebem o Troféu Bandeira Paulista.

Os vencedores desta edição da Mostra foram anunciados em uma cerimônia na noite desta quarta-feira, 30, no Auditório Ibirapuera, onde também seria exibido o filme Dois Papas, de Fernando Meirelles, elogiado pela crítica nos últimos dias.

Os prêmios da crítica - a imprensa especializada que cobre o evento - também foram revelados. O melhor filme brasileiro foi Aos Olhos de Ernesto, de Ana Luiza Azevedo, com roteiro da diretora e de Jorge Furtado. O melhor estrangeiro, de novo, foi o documentário Honeyland.

Os resultados foram diversos entre a votação do público (durante a Mostra, cada espectador recebe uma ficha para votação, e pode escolher uma nota de 1 a 5 para cada filme; o resultado é proporcional). Pacificado, dirigido pelo americano Paxton Winters, foi a melhor ficção brasileira, e Chorão: Marginal Alado, o melhor documentário nacional. Parasita, do sul-coreano Bong Joon-ho e vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, foi a melhor ficção estrangeira, e A Grande Muralha Verde, de Jared P. Scott com produção executiva de Fernando Meirelles, levou a escolha de melhor documentário internacional do público.

A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) também escolhe todos os anos o melhor filme brasileiro entre os realizados por diretores estreantes. Neste ano, o eleito foi o longa Currais, de David Aguiar e Sabina Colares.

Repescagem

A Mostra também anunciou nesta quarta-feira os 29 filmes que compõem a repescagem - uma nova chance para os cinéfilos verem os filmes que se destacaram nesta edição do evento, até a próxima quarta, 6. Os filmes premiados estão na programação, bem como longas de Amos Gitai e Olivier Assayas, diretores que receberam o Prêmio Leon Cakoff este ano, e de Elia Suleiman, que levou o Prêmio Humanidade.

Toda a programação da repescagem ocorre no Cinesesc (R. Augusta, 2075). Nesta quinta-feira, a agenda é toda dedicada a Olivier Assayas: Irma Vep (1996) às 14h; Horas de Verão (2008) às 16h; Vidas Duplas (2018) às 18h; e Espionagem na Rede (2002) às 20h10.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Europeus e australiana vencem o prêmio da júri da 43ª Mostra


31/10/2019 | 08:30


Dois filmes europeus e um da Oceania foram premiados pelo júri internacional da 43.ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: System Crasher, alemão escrito e dirigido por Nora Fingscheidt, e Dente de Leite, da australiana Shannon Murphy, foram escolhidos como as melhores ficções desta edição. Honeyland, o documentário de Ljubomir Stefanov e Tamara Kotevska, da Macedônia do Norte, foi o vencedor na categoria.

Os filmes da seção Competição Novos Diretores mais votados pelo público foram submetidos ao júri (Beto Brant, Lisandro Alonso, Maria de Medeiros e Xénia Maingot), e recebem o Troféu Bandeira Paulista.

Os vencedores desta edição da Mostra foram anunciados em uma cerimônia na noite desta quarta-feira, 30, no Auditório Ibirapuera, onde também seria exibido o filme Dois Papas, de Fernando Meirelles, elogiado pela crítica nos últimos dias.

Os prêmios da crítica - a imprensa especializada que cobre o evento - também foram revelados. O melhor filme brasileiro foi Aos Olhos de Ernesto, de Ana Luiza Azevedo, com roteiro da diretora e de Jorge Furtado. O melhor estrangeiro, de novo, foi o documentário Honeyland.

Os resultados foram diversos entre a votação do público (durante a Mostra, cada espectador recebe uma ficha para votação, e pode escolher uma nota de 1 a 5 para cada filme; o resultado é proporcional). Pacificado, dirigido pelo americano Paxton Winters, foi a melhor ficção brasileira, e Chorão: Marginal Alado, o melhor documentário nacional. Parasita, do sul-coreano Bong Joon-ho e vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, foi a melhor ficção estrangeira, e A Grande Muralha Verde, de Jared P. Scott com produção executiva de Fernando Meirelles, levou a escolha de melhor documentário internacional do público.

A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) também escolhe todos os anos o melhor filme brasileiro entre os realizados por diretores estreantes. Neste ano, o eleito foi o longa Currais, de David Aguiar e Sabina Colares.

Repescagem

A Mostra também anunciou nesta quarta-feira os 29 filmes que compõem a repescagem - uma nova chance para os cinéfilos verem os filmes que se destacaram nesta edição do evento, até a próxima quarta, 6. Os filmes premiados estão na programação, bem como longas de Amos Gitai e Olivier Assayas, diretores que receberam o Prêmio Leon Cakoff este ano, e de Elia Suleiman, que levou o Prêmio Humanidade.

Toda a programação da repescagem ocorre no Cinesesc (R. Augusta, 2075). Nesta quinta-feira, a agenda é toda dedicada a Olivier Assayas: Irma Vep (1996) às 14h; Horas de Verão (2008) às 16h; Vidas Duplas (2018) às 18h; e Espionagem na Rede (2002) às 20h10.

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