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Grande vitória da regionalidade


Do Diário do Grande ABC

25/10/2019 | 11:11


 Em janeiro de 2019, quando assumi a presidência do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC com a proposta de novo modelo de gestão, encontrei diversos desafios. Um dos principais foi a retomada da regionalidade, voltando ao quadro integral de formação da entidade. Naquele momento, Diadema estava oficialmente fora do Consórcio. São Caetano e Rio Grande da Serra já tinham iniciado processo para tomarem o mesmo caminho. Com o projeto de órgão mais enxuto e com menor gasto para as prefeituras, havia sinalização para que as sete cidades estivessem novamente trabalhando juntas.

Pouco tempo depois, em março, houve fato muito triste, mas de fundamental importância para a retomada desta regionalidade. Forte chuva desaguou no Grande ABC e resultou na morte de dez pessoas. A tragédia trouxe luz à importância de trabalho integrado no combate às enchentes. Diante disso, dois dias depois do ocorrido, na assembleia mensal dos prefeitos, após grande hiato, estavam novamente sentados à mesma mesa os sete municípios.

A ação regional foi imediata. Desta reunião, foi fechada pauta prioritária, com base nas demandas de cada cidade. O documento foi levado no dia seguinte ao governador João Doria, em mãos, pelos sete chefes dos Executivos municipais. A resposta também foi imediata. Sensibilizado com o pleito do Grande ABC, Doria assumiu a responsabilidade do governo do Estado e garantiu que o projeto do Piscinão Jaboticabal seria, enfim, tirado do papel após longos anos de expectativa por parte dos governantes municipais.

E assim foi feito! Pouco tempo depois, o governo estadual publicou a DUP (Declaração de Utilidade Pública) das áreas previstas no projeto. 

Agora, veio a grande notícia, divulgada com destaque pelo Diário do Grande ABC, de que a concorrência pública para contratação da obra foi aberta. Ou seja, o Piscinão Jaboticabal virou realidade.

E devemos tratar esse projeto, que será o maior reservatório de retenção de água de chuva do Brasil, como grande vitória da regionalidade. Foi devido à retomada do protagonismo do Consórcio, sob novo modelo de gestão, que esse empreendimento, discutido há mais de dez anos, está saindo do papel. Somente foi possível ganho tão grande para população por conta desse trabalho integrado entre os prefeitos.

A população do Grande ABC é quem mais ganha com a construção do Piscinão Jaboticabal. Afinal de contas, é obra de grande e direto impacto no dia a dia das pessoas, que combate as enchentes na região, vai reduzir prejuízos, salvar vidas e melhorar as condições de milhares de moradores de áreas consideradas críticas.

Paulo Serra é presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC e prefeito de Santo André.

O sonho acabou...

Um dos filhos do presidente Bolsonaro, o Eduardo, percebeu que não iria conseguir ser embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Primeiro por não ser qualificado para tal cargo e, segundo, por saber que não iria aguentar a sabatina no Senado Federal. Sendo assim, se contentou em ser líder do partido PSL! Cada um tem aquilo que merece!

Thiago Scarabelli Sangregorio

São Bernardo

Justiça

Senhores ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), independentemente das publicações feitas pelo site Intercept obtidas através de hachers, não autorizados, não podemos esquecer que serão os presos de colarinho-branco e políticos os maiores beneficiados se não houver mais a prisão em segunda instância. Os pobres nas mesmas condições não terão recursos para protelarem, postergando suas sentenças pagando caríssimos honorários para as grandes bancas de advogados, e voltarão para cadeia. Então, que Justiça é esta?

Tânia Tavares 

Capital

Flanelinha

No domingo fui ao PS (Pronto-Socorro) Central levar meu pai ao médico e deixei o carro na Avenida das Rosas, na Vila Gonçalves, em São Bernardo. Ao retornar, um senhor de uns 70 anos pediu-me uns trocados ‘por ter cuidado do carro’. Quando retornei, na segunda-feira, para visitar meu pai fui surpreendido pelo mesmo flanelinha, com a seguinte frase: ‘O estacionamento cobra R$ 15 a hora, não vá me deixar apenas R$ 0,50’. Achei aquilo desaforo e expliquei a ele que aquilo era ilegal também pela forma como ele estava fazendo a abordagem às pessoas. Peço por gentileza que a Guarda Civil Municipal tome providências.

Ailton N. Lima

São Bernardo

Cães bravos

Oficina de funilaria Roberto Car, na Rua Champolion, 296, na Vila Suíça, em Santo André, insiste em deixar cachorros bravos na rua. São dois cães grandes e ferozes, um marrom e um preto, que tentam atacar as pessoas que passam na rua. Por um período, após os bichos rasgarem o vestido de uma mulher, o funileiro deixou-os presos, mas bastou algumas semanas para ele deixar os ferozes na rua novamente. Muitas vezes ele fecha a oficina na hora do almoço e deixa os cães para fora, muitas pessoas passam por ali como único caminho para descer à Vila Luzita, além de ter ponto de ônibus ali perto, e todas elas estão a perigo com esses animais ferozes na rua, que já até mataram uma gatinha de uma mulher da vizinhança. E a Prefeitura em nenhum momento apareceu para recolher os animais para um abrigo. Roberto, o funileiro, nem ao menos recebeu advertência por expor as pessoas ao perigo.

Carlos Santos

Santo André

Desastres

Lama em Brumadinho, em Minas Gerais; fogo na Amazônia. Óleo nas praias do Nordeste. Desmonte do Mais Médicos. Corte de bolsas na educação. Fim da aposentadoria. Tudo isso depois da eleição do ‘mito’. Será que veio das trevas para acabar com o Brasil?

Juvenal Avelino Suzélido

Jundiaí (SP)

E agora, Toffoli?

Como reagirá Dias Toffoli, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), depois da divulgação de áudio comprometedor sobre fala do investigado Fabricio de Queiroz, que cita o gabinete do senador Flavio Bolsonaro, dizendo que ‘tem 500 cargos lá, cara, na Câmara e no Senado’, e ‘20 continhos para a gente caía bem para c...’, ‘salariozinho bom para gente que é pai de família, cai igual uma ‘uva”. Ele é ex-assessor de Flavio, e amigo da família Bolsonaro, investigado por recolher parte dos salários dos integrantes do gabinete do hoje senador Flávio Bolsonaro, que supostamente também era beneficiado. E que, por possível acordo com o presidente Bolsonaro, o ministro Toffoli concedeu liminar suspendendo todas as investigações que se valeram dos dados do Coaf. Será que Toffoli vai se dignar a revogar essa estapafúrdia liminar depois de ouvir o conteúdo do áudio? Ou vai continuar se lixando para o caso? A ética e os bons costumes no País não são prioridades? 

Paulo Panossian

São Carlos (SP)

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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Grande vitória da regionalidade

Do Diário do Grande ABC

25/10/2019 | 11:11


 Em janeiro de 2019, quando assumi a presidência do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC com a proposta de novo modelo de gestão, encontrei diversos desafios. Um dos principais foi a retomada da regionalidade, voltando ao quadro integral de formação da entidade. Naquele momento, Diadema estava oficialmente fora do Consórcio. São Caetano e Rio Grande da Serra já tinham iniciado processo para tomarem o mesmo caminho. Com o projeto de órgão mais enxuto e com menor gasto para as prefeituras, havia sinalização para que as sete cidades estivessem novamente trabalhando juntas.

Pouco tempo depois, em março, houve fato muito triste, mas de fundamental importância para a retomada desta regionalidade. Forte chuva desaguou no Grande ABC e resultou na morte de dez pessoas. A tragédia trouxe luz à importância de trabalho integrado no combate às enchentes. Diante disso, dois dias depois do ocorrido, na assembleia mensal dos prefeitos, após grande hiato, estavam novamente sentados à mesma mesa os sete municípios.

A ação regional foi imediata. Desta reunião, foi fechada pauta prioritária, com base nas demandas de cada cidade. O documento foi levado no dia seguinte ao governador João Doria, em mãos, pelos sete chefes dos Executivos municipais. A resposta também foi imediata. Sensibilizado com o pleito do Grande ABC, Doria assumiu a responsabilidade do governo do Estado e garantiu que o projeto do Piscinão Jaboticabal seria, enfim, tirado do papel após longos anos de expectativa por parte dos governantes municipais.

E assim foi feito! Pouco tempo depois, o governo estadual publicou a DUP (Declaração de Utilidade Pública) das áreas previstas no projeto. 

Agora, veio a grande notícia, divulgada com destaque pelo Diário do Grande ABC, de que a concorrência pública para contratação da obra foi aberta. Ou seja, o Piscinão Jaboticabal virou realidade.

E devemos tratar esse projeto, que será o maior reservatório de retenção de água de chuva do Brasil, como grande vitória da regionalidade. Foi devido à retomada do protagonismo do Consórcio, sob novo modelo de gestão, que esse empreendimento, discutido há mais de dez anos, está saindo do papel. Somente foi possível ganho tão grande para população por conta desse trabalho integrado entre os prefeitos.

A população do Grande ABC é quem mais ganha com a construção do Piscinão Jaboticabal. Afinal de contas, é obra de grande e direto impacto no dia a dia das pessoas, que combate as enchentes na região, vai reduzir prejuízos, salvar vidas e melhorar as condições de milhares de moradores de áreas consideradas críticas.

Paulo Serra é presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC e prefeito de Santo André.

O sonho acabou...

Um dos filhos do presidente Bolsonaro, o Eduardo, percebeu que não iria conseguir ser embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Primeiro por não ser qualificado para tal cargo e, segundo, por saber que não iria aguentar a sabatina no Senado Federal. Sendo assim, se contentou em ser líder do partido PSL! Cada um tem aquilo que merece!

Thiago Scarabelli Sangregorio

São Bernardo

Justiça

Senhores ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), independentemente das publicações feitas pelo site Intercept obtidas através de hachers, não autorizados, não podemos esquecer que serão os presos de colarinho-branco e políticos os maiores beneficiados se não houver mais a prisão em segunda instância. Os pobres nas mesmas condições não terão recursos para protelarem, postergando suas sentenças pagando caríssimos honorários para as grandes bancas de advogados, e voltarão para cadeia. Então, que Justiça é esta?

Tânia Tavares 

Capital

Flanelinha

No domingo fui ao PS (Pronto-Socorro) Central levar meu pai ao médico e deixei o carro na Avenida das Rosas, na Vila Gonçalves, em São Bernardo. Ao retornar, um senhor de uns 70 anos pediu-me uns trocados ‘por ter cuidado do carro’. Quando retornei, na segunda-feira, para visitar meu pai fui surpreendido pelo mesmo flanelinha, com a seguinte frase: ‘O estacionamento cobra R$ 15 a hora, não vá me deixar apenas R$ 0,50’. Achei aquilo desaforo e expliquei a ele que aquilo era ilegal também pela forma como ele estava fazendo a abordagem às pessoas. Peço por gentileza que a Guarda Civil Municipal tome providências.

Ailton N. Lima

São Bernardo

Cães bravos

Oficina de funilaria Roberto Car, na Rua Champolion, 296, na Vila Suíça, em Santo André, insiste em deixar cachorros bravos na rua. São dois cães grandes e ferozes, um marrom e um preto, que tentam atacar as pessoas que passam na rua. Por um período, após os bichos rasgarem o vestido de uma mulher, o funileiro deixou-os presos, mas bastou algumas semanas para ele deixar os ferozes na rua novamente. Muitas vezes ele fecha a oficina na hora do almoço e deixa os cães para fora, muitas pessoas passam por ali como único caminho para descer à Vila Luzita, além de ter ponto de ônibus ali perto, e todas elas estão a perigo com esses animais ferozes na rua, que já até mataram uma gatinha de uma mulher da vizinhança. E a Prefeitura em nenhum momento apareceu para recolher os animais para um abrigo. Roberto, o funileiro, nem ao menos recebeu advertência por expor as pessoas ao perigo.

Carlos Santos

Santo André

Desastres

Lama em Brumadinho, em Minas Gerais; fogo na Amazônia. Óleo nas praias do Nordeste. Desmonte do Mais Médicos. Corte de bolsas na educação. Fim da aposentadoria. Tudo isso depois da eleição do ‘mito’. Será que veio das trevas para acabar com o Brasil?

Juvenal Avelino Suzélido

Jundiaí (SP)

E agora, Toffoli?

Como reagirá Dias Toffoli, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), depois da divulgação de áudio comprometedor sobre fala do investigado Fabricio de Queiroz, que cita o gabinete do senador Flavio Bolsonaro, dizendo que ‘tem 500 cargos lá, cara, na Câmara e no Senado’, e ‘20 continhos para a gente caía bem para c...’, ‘salariozinho bom para gente que é pai de família, cai igual uma ‘uva”. Ele é ex-assessor de Flavio, e amigo da família Bolsonaro, investigado por recolher parte dos salários dos integrantes do gabinete do hoje senador Flávio Bolsonaro, que supostamente também era beneficiado. E que, por possível acordo com o presidente Bolsonaro, o ministro Toffoli concedeu liminar suspendendo todas as investigações que se valeram dos dados do Coaf. Será que Toffoli vai se dignar a revogar essa estapafúrdia liminar depois de ouvir o conteúdo do áudio? Ou vai continuar se lixando para o caso? A ética e os bons costumes no País não são prioridades? 

Paulo Panossian

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As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.

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