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Rodrigo Alvarez estreia na literatura de ficção

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Com mais de 800 mil livros vendidos, o jornalista lança sua primeira ficção


Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

24/10/2019 | 07:00


Não é de hoje que o jornalista Rodrigo Alvarez se aventura nas publicações literárias. Dono de um número considerável de títulos, os quais já vendeu mais de 800 mil exemplares, o também correspondente internacional da Rede Globo agora se aventura, pela primeira vez, na ficção. Ele acaba de lançar O Primeiro Imortal (Editora Arqueiro, 336 páginas, R$ 49,90). 

Em conversa com o Diário, Alvarez, que sempre usou em suas publicações – entre elas Aparecida, a Biografia da Santa que Perdeu a Cabeça, Ficou Negra, foi Roubada, Cobiçada pelos Políticos e Conquistou o Brasil e Jesus, o Homem Mais Amado da História – dados factuais, aventurou-se, pela primeira vez, a criar uma história.

“É sensação é muito boa (lançar este livro), sempre quis fazer uma ficção. Ainda na adolescência escrevia contos e cheguei a esboçar algumas histórias mais longas, mas percebi que era muito jovem, não tinha experiência, não conhecia o mundo e achei que era melhor guardar o sonho. A vida foi me levando para o jornalismo, que foi um caminho que era próximo ao que esperava, e a sensação agora é de finalmente chegar a um lugar que eu desejei há quase 30 anos”, comemora. O livro, ressalta, assim como os outros, é muito baseado em pesquisas.

Nas páginas ele, que já viajou 50 países e morou nos Estados Unidos, na Europa e em Jerusalém, mescla arte, paleontologia, história e antropologia para contar a jornada de um sapiens ancestral em busca do sentido da própria existência. E aborda a possibilidade de vivermos eternamente, seja na Terra ou em outro lugar.

“Durante minhas viagens, conheci o Robert Ettinger, referência em criogenia, o congelamento de corpos para ressuscitação posterior. Fui à casa dele no Michigan para uma entrevista e aquilo me marcou muito. Ettinger me mostrou as fotos dos tanques de nitrogênio onde ele próprio havia congelado a família”, revela Rodrigo. “Naquele instante nasceu o livro. E numa demonstração de que eu estava na trilha certa, desde então, as tecnologias e as filosofias que pregam a imortalidade avançaram muito.” O livro é narrado na perspectiva dos ‘imortalistas’, nome dado aos seguidores e discípulos de Ettinger.

E a grande questão que ele coloca nesta ficção baseada em fatos reais, acrescenta, está no subtítulo da obra: ‘O que acontece com a alma quando o coração para de bater?’ “Quando o corpo é congelado, a alma sai e fica esperando outro corpo, ou vai para um purgatório? Os personagens vão discutindo entre eles e, ao final do livro, cada um vai se aproximando de uma compreensão sobre isso.” Dizer mais do que isso, ressalta o escritor, é spoiler.

Por conta da abordagem diferenciada, Alvarez diz que já foi procurado por um produtor de cinema brasileiro que está em Los Angeles e se interessou em apresentar aos estúdios de lá. “Quando escrevo um livro, ele ganha vida própria ao chegar até as pessoas.” A alma deles, pelo visto, é livre. 



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Rodrigo Alvarez estreia na literatura de ficção

Com mais de 800 mil livros vendidos, o jornalista lança sua primeira ficção

Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

24/10/2019 | 07:00


Não é de hoje que o jornalista Rodrigo Alvarez se aventura nas publicações literárias. Dono de um número considerável de títulos, os quais já vendeu mais de 800 mil exemplares, o também correspondente internacional da Rede Globo agora se aventura, pela primeira vez, na ficção. Ele acaba de lançar O Primeiro Imortal (Editora Arqueiro, 336 páginas, R$ 49,90). 

Em conversa com o Diário, Alvarez, que sempre usou em suas publicações – entre elas Aparecida, a Biografia da Santa que Perdeu a Cabeça, Ficou Negra, foi Roubada, Cobiçada pelos Políticos e Conquistou o Brasil e Jesus, o Homem Mais Amado da História – dados factuais, aventurou-se, pela primeira vez, a criar uma história.

“É sensação é muito boa (lançar este livro), sempre quis fazer uma ficção. Ainda na adolescência escrevia contos e cheguei a esboçar algumas histórias mais longas, mas percebi que era muito jovem, não tinha experiência, não conhecia o mundo e achei que era melhor guardar o sonho. A vida foi me levando para o jornalismo, que foi um caminho que era próximo ao que esperava, e a sensação agora é de finalmente chegar a um lugar que eu desejei há quase 30 anos”, comemora. O livro, ressalta, assim como os outros, é muito baseado em pesquisas.

Nas páginas ele, que já viajou 50 países e morou nos Estados Unidos, na Europa e em Jerusalém, mescla arte, paleontologia, história e antropologia para contar a jornada de um sapiens ancestral em busca do sentido da própria existência. E aborda a possibilidade de vivermos eternamente, seja na Terra ou em outro lugar.

“Durante minhas viagens, conheci o Robert Ettinger, referência em criogenia, o congelamento de corpos para ressuscitação posterior. Fui à casa dele no Michigan para uma entrevista e aquilo me marcou muito. Ettinger me mostrou as fotos dos tanques de nitrogênio onde ele próprio havia congelado a família”, revela Rodrigo. “Naquele instante nasceu o livro. E numa demonstração de que eu estava na trilha certa, desde então, as tecnologias e as filosofias que pregam a imortalidade avançaram muito.” O livro é narrado na perspectiva dos ‘imortalistas’, nome dado aos seguidores e discípulos de Ettinger.

E a grande questão que ele coloca nesta ficção baseada em fatos reais, acrescenta, está no subtítulo da obra: ‘O que acontece com a alma quando o coração para de bater?’ “Quando o corpo é congelado, a alma sai e fica esperando outro corpo, ou vai para um purgatório? Os personagens vão discutindo entre eles e, ao final do livro, cada um vai se aproximando de uma compreensão sobre isso.” Dizer mais do que isso, ressalta o escritor, é spoiler.

Por conta da abordagem diferenciada, Alvarez diz que já foi procurado por um produtor de cinema brasileiro que está em Los Angeles e se interessou em apresentar aos estúdios de lá. “Quando escrevo um livro, ele ganha vida própria ao chegar até as pessoas.” A alma deles, pelo visto, é livre. 

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