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Cetesb tenta tranqüilizar moradores do Barão de Mauá


Do Diário OnLine

05/08/2003 | 00:11


A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) emitiu nota oficial nesta segunda-feira para tentar tranqüilizar as quase cinco mil pessoas que vivem no Conjunto Residencial Barão de Mauá, no Parque São Vicente (Mauá). Um novo foco de vazamento de gás metano no subsolo do prédio do Bloco 2, da etapa 6, está preocupando os moradores. Mas a Cetesb afirma que o problema está sendo vistoriado regularmente.

O solo sobre o qual o Barão de Mauá foi construído está contaminado por 44 gases tóxicos e inflamáveis. Antes do conjunto residencial, o local abrigava uma fábrica da Cofap. Quase dois anos após o escândalo do condomínio de Mauá vir à tona, os moradores voltaram a se queixar de problemas relacionados à contaminação.

A Cetesb afirma que o "aparecimento de odores na entrada do prédio" foi objeto de vistorias nos dias 30 de maio e 2 e 4 de junho de 2003, "constatando-se a presença de odor, de pequena intensidade, no hall." A nota afirma ainda que o monitoramento dos índices de explosividade de vários pontos do condomínio está sendo efetuado diariamente pela SQG Empreendimentos e Construções Ltda, com acompanhamento da Cetesb.

A entidade deu prazo de uma semana para a apresentação do plano de trabalho de avaliação das ações a serem adotadas para a identificação da eventual existência de gases no colchão de brita do prédio. "A Cetesb, ao longo desses dois anos, tem autuado a SQG pelo não cumprimento integral de algumas exigências técnicas e que, em função disso, novas medidas corretivas deverão ser aplicadas", avisa a nota.

"A Cetesb lembra, ainda, que o trabalho de recuperação da área, apesar de ser um processo demorado, complexo e custoso, deve ser prestado pela SQG de maneira eficiente, para minorar os impactos sobre o meio ambiente e a comunidade envolvida", afirma ainda o documento.



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