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TRE-RS cassa presidente da Assembleia Legislativa



23/10/2019 | 07:57


Por quatro votos a três, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS) cassou, na segunda-feira, 21, o mandato do presidente da Assembleia Legislativa, Luis Augusto Lara (PTB), por abuso de poder econômico na eleição de 2018, em que ele se reelegeu para o sexto mandato consecutivo de deputado estadual. É a primeira vez que a corte eleitoral cassa mandato de um presidente da Assembleia gaúcha.

A primeira suplente do PTB, Secretária de Trabalho de Assistência Social, Regina Becker, deve assumir a vaga.

Lara virou réu em fevereiro, acusado de favorecimento no uso da máquina pública do município de Bagé, então administrada por seu irmão, Divaldo Vieira Lara (PTB). Segundo o Ministério Publico, servidores da prefeitura foram coagidos a doar valores em dinheiro e atuar na campanha do deputado. Divaldo Lara também teve seu mandato cassado. Os irmãos foram condenados a pagar multa de R$ 60 mil, cada. Ambos ficarão inelegíveis até 2026. A decisão cabe recurso.

O advogado do deputado, Antônio Augusto Mayer dos Santos, disse que irá aguardar a publicação do acórdão e, posteriormente, embargar a sentença. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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TRE-RS cassa presidente da Assembleia Legislativa


23/10/2019 | 07:57


Por quatro votos a três, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS) cassou, na segunda-feira, 21, o mandato do presidente da Assembleia Legislativa, Luis Augusto Lara (PTB), por abuso de poder econômico na eleição de 2018, em que ele se reelegeu para o sexto mandato consecutivo de deputado estadual. É a primeira vez que a corte eleitoral cassa mandato de um presidente da Assembleia gaúcha.

A primeira suplente do PTB, Secretária de Trabalho de Assistência Social, Regina Becker, deve assumir a vaga.

Lara virou réu em fevereiro, acusado de favorecimento no uso da máquina pública do município de Bagé, então administrada por seu irmão, Divaldo Vieira Lara (PTB). Segundo o Ministério Publico, servidores da prefeitura foram coagidos a doar valores em dinheiro e atuar na campanha do deputado. Divaldo Lara também teve seu mandato cassado. Os irmãos foram condenados a pagar multa de R$ 60 mil, cada. Ambos ficarão inelegíveis até 2026. A decisão cabe recurso.

O advogado do deputado, Antônio Augusto Mayer dos Santos, disse que irá aguardar a publicação do acórdão e, posteriormente, embargar a sentença. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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