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O novo cenário dos têxteis e roupas


Do Diário do Grande ABC

22/10/2019 | 12:26


O tratado de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia, outros acordos semelhantes em discussão e sua conjunção com a tecnologia abrem novas oportunidades de prospecção e crescimento da produção, venda interna e exportação de têxteis e confeccionados, na América do Sul. 

Os países asiáticos continuarão fortes nesse mercado, mas transformações advindas da geopolítica poderão abrir espaços para novos ofertadores na rede global de suprimentos, que tem valorizado cada vez mais as questões relacionadas ao compliance.

As novas tecnologias favorecem a exploração competitiva dessas oportunidades, já caminhando rumo à quarta revolução industrial. Cresce o emprego de novos materiais, processos, canais comerciais, técnicas de gestão e a hibridização de produtos e serviços, transformando toda a estrutura fabril. 

Inéditas tecnologias de produção e interfaces entre consumidores e fabricantes estimularão novos modelos de negócio. 

Pequenas indústrias, independentemente de sua relação com o varejo, poderão explorar meios próprios de venda, não necessariamente próximos de sua localização geográfica. No Brasil, esses avanços são simultâneos à preocupação com a sustentabilidade econômica, social e ambiental. 

Em nosso País, onde o setor têxtil e de confecção já se movimenta na direção da economia digital, há outros fatores favoráveis à prospecção competitiva das oportunidades que poderão ser abertas pela nova geopolítica internacional: são 27,5 mil empresas e 1,5 milhão de postos diretos de trabalho. 

Estamos entre os maiores produtores e consumidores de produtos têxteis e confeccionados do mundo, contando com indústria integrada, desde o cultivo do algodão e produção de fibras naturais, artificiais e sintéticas, até a fabricação de produtos finais, passando pelas fiações, tecelagens, design avançado e incorporação crescente de tecnologia e sustentabilidade nos produtos e serviços.

Há, contudo, imenso desafio para o Brasil e parcela significativa das nações sul-americanas: conquistar ganhos de competitividade, reduzindo impostos, burocracia, insegurança jurídica, gargalos da infraestrutura e outros fatores que oneram a produção, como regimes de juros e câmbio nem sempre condizentes com as metas de expansão econômica. 

De maneira geral, observam-se movimentos para solucionar tais problemas. O êxito nesse esforço é imprescindível para aproveitarmos as novas oportunidades e, de quebra, afastarmos o risco de perder mercados externos e interno. 

Fernando Valente Pimentel é o presidente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção).

Amizade

Vivemos tempos difíceis, e se mesmo assim você tem amigos com quem pode contar, lhe asseguro que, claro, serão poucos. Talvez você os conte nos dedos de uma só mão. Se esse é o seu caso, se ajoelhe agora e agradeça a Deus. Porque, infelizmente, hoje em dia mais e mais as pessoas estão sem amor, com inveja até de coisas ruins. Quero neste dia agradecer a Deus, pois, ao precisar, tive a certeza de que amizade verdadeira ainda existe. Quero aqui publicamente sugerir para que você ore pelos seus amigos, independentemente da reciprocidade, pois ela está de fato fora de moda. E digo mais. Nos dias de hoje o que mais falta é cada um de nós nos perguntarmos diariamente: e se fosse comigo? Deus abençoe a vida de todos nós!

Rosângela Caris

Mauá

Pesquisa

Recentemente realizei pesquisa, por conta própria, com os pedintes que se se localizam, todos os dias, ao longo da Rua General Glicério, no Centro de Santo André. Conversei com o André, Bernardo, Caetano, que relataram que ganham, em média, R$ 50 por dia, pedindo aos veículos que passam ao logo da avenida, situados às proximidades dos faróis. E que suas ‘atividades’ se intensificam entre 7h30 e 12h, rendendo cerca de R$ 1.000 ao mês, com cerca de cinco horas de atividade por dia. Os seus maiores medos são durante a noite, por causa da violência. Utilizam esse dinheiro na compra de álcool, drogas e alimentação. Já o trabalhador comum, operário, comerciários, empregadas domésticas etc, ralam muito com jornadas de trabalho extenuante, que muitas vezes ultrapassam as oito horas diárias e, no fim do mês, ganham até menos que esses pedintes, porque acumulam despesas, como alimentação, transportes etc. A quem mais interessa essa dicotomia de um Brasil cheio de contrastes? Aqui está uma boa reflexão para os nossos gestores. 

Nelson Chada

Santo André

Robson Miguel

A reportagem neste Diário intitulada ‘Robson Miguel ministra curso de tupi-guarani em Ribeirão Pires’ é simplesmente sensacional (Cultura&Lazer, dia 17). Digo isso por ter tido o prazer de conhecer Robson durante apresentação no Parque da Independência, no Ipiranga, e tomar conhecimento de um pouco de seu talento. Como músico, ele foi um dos primeiros a executar o Hino Nacional Brasileiro ao violão, afirmando na época ser a música mais difícil para ser exibida nesse instrumento musical. Além disso, Robson também é autor do referido hino pátrio no idioma tupi-guarani, gravado em CD. Tenho o disco com gravações original e em tupi-guarani. Como descendente de família indígena, é impressionante o que esse músico possui de conhecimento da cultura tupi-guarani. Tenho quase certeza de que essa sua iniciativa será coroada de pleno sucesso em Ribeirão Pires. Deveria ser expandida para outras cidades da região. Só estranhei um descendente de índio como Robson Miguel estar morando em castelo, localizado em rua com o mesmo nome e não em uma aldeia. Mas parece ser coisa da evolução dos tempos.

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Incongruências

Vejo todos os dias nesta Palavra do Leitor, deste conceituado Diário, muitas pessoas atacando o governo Bolsonaro (dias 18, 19 e 20). Gostaria de saber delas se é mais importante o jeito despojado de falar ou é pior do que saquear os cofres públicos? Vocês têm noção do ninho de cobras que é e o que ocorre dentro do Congresso para ficarem se manifestando contra o nosso presidente? Vocês querem que volte o toma lá dá cá novamente? Dá impressão que seria muito fácil mudar este País, mas não é assim. Inclusive tem umas pessoas que deixam seus comentários e você não encontra elas em lugar nenhum. Não será fake?

Ailton Natalino de Lima

São Bernardo

Prioridade 

O País assiste estarrecido a mais uma briga desnecessária e infantil do presidente, de querer se apoderar do partido que o elegeu, o PSL. Trava também briga rasteira tentando destituir o líder do governo na Câmara, Delegado Waldir, só para entregar o cargo ao seu inapto filho Eduardo, o mesmo que deseja transformar em embaixador do Brasil nos Estados Unidos, envergonhando a reconhecida tradição do nosso Itamaraty. Passados dez meses, infelizmente Bolsonaro continua decepcionando! Porém, deve estar muito feliz com a visibilidade que lhe oferece o poder, mas que, no lugar de governar, demonstra claramente que essa não é, e jamais será, infelizmente, sua praia. Mesmo porque, dispende a maioria do seu tempo do Planalto criando crises perigosas internas e externas, regadas a mesquinharias, que só vêm prejudicando o País! E mesmo não sendo sua prioridade o Brasil, Bolsonaro já se articula pensando na reeleição.

Paulo Panossian

São Carlos (SP)


As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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O novo cenário dos têxteis e roupas

Do Diário do Grande ABC

22/10/2019 | 12:26


O tratado de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia, outros acordos semelhantes em discussão e sua conjunção com a tecnologia abrem novas oportunidades de prospecção e crescimento da produção, venda interna e exportação de têxteis e confeccionados, na América do Sul. 

Os países asiáticos continuarão fortes nesse mercado, mas transformações advindas da geopolítica poderão abrir espaços para novos ofertadores na rede global de suprimentos, que tem valorizado cada vez mais as questões relacionadas ao compliance.

As novas tecnologias favorecem a exploração competitiva dessas oportunidades, já caminhando rumo à quarta revolução industrial. Cresce o emprego de novos materiais, processos, canais comerciais, técnicas de gestão e a hibridização de produtos e serviços, transformando toda a estrutura fabril. 

Inéditas tecnologias de produção e interfaces entre consumidores e fabricantes estimularão novos modelos de negócio. 

Pequenas indústrias, independentemente de sua relação com o varejo, poderão explorar meios próprios de venda, não necessariamente próximos de sua localização geográfica. No Brasil, esses avanços são simultâneos à preocupação com a sustentabilidade econômica, social e ambiental. 

Em nosso País, onde o setor têxtil e de confecção já se movimenta na direção da economia digital, há outros fatores favoráveis à prospecção competitiva das oportunidades que poderão ser abertas pela nova geopolítica internacional: são 27,5 mil empresas e 1,5 milhão de postos diretos de trabalho. 

Estamos entre os maiores produtores e consumidores de produtos têxteis e confeccionados do mundo, contando com indústria integrada, desde o cultivo do algodão e produção de fibras naturais, artificiais e sintéticas, até a fabricação de produtos finais, passando pelas fiações, tecelagens, design avançado e incorporação crescente de tecnologia e sustentabilidade nos produtos e serviços.

Há, contudo, imenso desafio para o Brasil e parcela significativa das nações sul-americanas: conquistar ganhos de competitividade, reduzindo impostos, burocracia, insegurança jurídica, gargalos da infraestrutura e outros fatores que oneram a produção, como regimes de juros e câmbio nem sempre condizentes com as metas de expansão econômica. 

De maneira geral, observam-se movimentos para solucionar tais problemas. O êxito nesse esforço é imprescindível para aproveitarmos as novas oportunidades e, de quebra, afastarmos o risco de perder mercados externos e interno. 

Fernando Valente Pimentel é o presidente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção).

Amizade

Vivemos tempos difíceis, e se mesmo assim você tem amigos com quem pode contar, lhe asseguro que, claro, serão poucos. Talvez você os conte nos dedos de uma só mão. Se esse é o seu caso, se ajoelhe agora e agradeça a Deus. Porque, infelizmente, hoje em dia mais e mais as pessoas estão sem amor, com inveja até de coisas ruins. Quero neste dia agradecer a Deus, pois, ao precisar, tive a certeza de que amizade verdadeira ainda existe. Quero aqui publicamente sugerir para que você ore pelos seus amigos, independentemente da reciprocidade, pois ela está de fato fora de moda. E digo mais. Nos dias de hoje o que mais falta é cada um de nós nos perguntarmos diariamente: e se fosse comigo? Deus abençoe a vida de todos nós!

Rosângela Caris

Mauá

Pesquisa

Recentemente realizei pesquisa, por conta própria, com os pedintes que se se localizam, todos os dias, ao longo da Rua General Glicério, no Centro de Santo André. Conversei com o André, Bernardo, Caetano, que relataram que ganham, em média, R$ 50 por dia, pedindo aos veículos que passam ao logo da avenida, situados às proximidades dos faróis. E que suas ‘atividades’ se intensificam entre 7h30 e 12h, rendendo cerca de R$ 1.000 ao mês, com cerca de cinco horas de atividade por dia. Os seus maiores medos são durante a noite, por causa da violência. Utilizam esse dinheiro na compra de álcool, drogas e alimentação. Já o trabalhador comum, operário, comerciários, empregadas domésticas etc, ralam muito com jornadas de trabalho extenuante, que muitas vezes ultrapassam as oito horas diárias e, no fim do mês, ganham até menos que esses pedintes, porque acumulam despesas, como alimentação, transportes etc. A quem mais interessa essa dicotomia de um Brasil cheio de contrastes? Aqui está uma boa reflexão para os nossos gestores. 

Nelson Chada

Santo André

Robson Miguel

A reportagem neste Diário intitulada ‘Robson Miguel ministra curso de tupi-guarani em Ribeirão Pires’ é simplesmente sensacional (Cultura&Lazer, dia 17). Digo isso por ter tido o prazer de conhecer Robson durante apresentação no Parque da Independência, no Ipiranga, e tomar conhecimento de um pouco de seu talento. Como músico, ele foi um dos primeiros a executar o Hino Nacional Brasileiro ao violão, afirmando na época ser a música mais difícil para ser exibida nesse instrumento musical. Além disso, Robson também é autor do referido hino pátrio no idioma tupi-guarani, gravado em CD. Tenho o disco com gravações original e em tupi-guarani. Como descendente de família indígena, é impressionante o que esse músico possui de conhecimento da cultura tupi-guarani. Tenho quase certeza de que essa sua iniciativa será coroada de pleno sucesso em Ribeirão Pires. Deveria ser expandida para outras cidades da região. Só estranhei um descendente de índio como Robson Miguel estar morando em castelo, localizado em rua com o mesmo nome e não em uma aldeia. Mas parece ser coisa da evolução dos tempos.

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Incongruências

Vejo todos os dias nesta Palavra do Leitor, deste conceituado Diário, muitas pessoas atacando o governo Bolsonaro (dias 18, 19 e 20). Gostaria de saber delas se é mais importante o jeito despojado de falar ou é pior do que saquear os cofres públicos? Vocês têm noção do ninho de cobras que é e o que ocorre dentro do Congresso para ficarem se manifestando contra o nosso presidente? Vocês querem que volte o toma lá dá cá novamente? Dá impressão que seria muito fácil mudar este País, mas não é assim. Inclusive tem umas pessoas que deixam seus comentários e você não encontra elas em lugar nenhum. Não será fake?

Ailton Natalino de Lima

São Bernardo

Prioridade 

O País assiste estarrecido a mais uma briga desnecessária e infantil do presidente, de querer se apoderar do partido que o elegeu, o PSL. Trava também briga rasteira tentando destituir o líder do governo na Câmara, Delegado Waldir, só para entregar o cargo ao seu inapto filho Eduardo, o mesmo que deseja transformar em embaixador do Brasil nos Estados Unidos, envergonhando a reconhecida tradição do nosso Itamaraty. Passados dez meses, infelizmente Bolsonaro continua decepcionando! Porém, deve estar muito feliz com a visibilidade que lhe oferece o poder, mas que, no lugar de governar, demonstra claramente que essa não é, e jamais será, infelizmente, sua praia. Mesmo porque, dispende a maioria do seu tempo do Planalto criando crises perigosas internas e externas, regadas a mesquinharias, que só vêm prejudicando o País! E mesmo não sendo sua prioridade o Brasil, Bolsonaro já se articula pensando na reeleição.

Paulo Panossian

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