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Gás de cozinha vai ficar entre 4,8% e 5,3% mais caro

Arquivo/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em agosto, o preço havia registrado a primeira queda no ano, mas consumidor não a sentiu


Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

22/10/2019 | 07:16


Após a Petrobras anunciar a primeira redução no preço do gás de cozinha neste ano, em agosto, agora foi a vez de dizer ao consumidor que o valor do botijão de até 13 quilos vai pesar no bolso. A estatal avisou ontem que o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) residencial vai subir entre 4,8% e 5,3%.

Além disso, o gás empresarial, destinado a embalagens acima de 13 quilos, também será reajustado, mas em escala menor, de 2,9% e 3,2%, dependendo do polo de suprimento.

O aumento passa a valer a partir de hoje, nas unidades da petroleira. De acordo com o Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo), a diferença de preço entre o GLP empresarial e o residencial está praticamente igual, “o que é um bom sinal para o mercado”. O motivo da alta ainda não foi justificado.

Em agosto, a redução havia sido de 8,17%, o que significou menos R$ 2,14 em um custo médio de R$ 69,92 no botijão no Grande ABC e, portanto, o consumidor não sentiu impacto no preço final, apesar da pressão do governo para a estabelecer política de preços mais atrativa ao GLP.
 



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Gás de cozinha vai ficar entre 4,8% e 5,3% mais caro

Em agosto, o preço havia registrado a primeira queda no ano, mas consumidor não a sentiu

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

22/10/2019 | 07:16


Após a Petrobras anunciar a primeira redução no preço do gás de cozinha neste ano, em agosto, agora foi a vez de dizer ao consumidor que o valor do botijão de até 13 quilos vai pesar no bolso. A estatal avisou ontem que o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) residencial vai subir entre 4,8% e 5,3%.

Além disso, o gás empresarial, destinado a embalagens acima de 13 quilos, também será reajustado, mas em escala menor, de 2,9% e 3,2%, dependendo do polo de suprimento.

O aumento passa a valer a partir de hoje, nas unidades da petroleira. De acordo com o Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo), a diferença de preço entre o GLP empresarial e o residencial está praticamente igual, “o que é um bom sinal para o mercado”. O motivo da alta ainda não foi justificado.

Em agosto, a redução havia sido de 8,17%, o que significou menos R$ 2,14 em um custo médio de R$ 69,92 no botijão no Grande ABC e, portanto, o consumidor não sentiu impacto no preço final, apesar da pressão do governo para a estabelecer política de preços mais atrativa ao GLP.
 

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