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Questão de consciência


Do Diário do Grande ABC

21/10/2019 | 11:01


Lixo é assunto que preocupa o Grande ABC há muito tempo. Por várias vezes foi tema de reportagens e manchetes deste Diário. Seja pela urgência na implementação de políticas específicas, escassez de áreas destinadas a aterros sanitários, ou a necessidade de investimento em coleta seletiva, caso em que material já utilizado pode se transformar em fonte de renda.

Hoje, o assunto volta a ter espaço de destaque. E mais uma vez negativo. A matéria principal dessa edição mostra que, apesar de existir há quase uma década legislação que versa sobre a redução na produção de rejeitos, ela tem sido nula na região. Comparação entre as quantidades de resíduos sólidos gerados em 2013 e 2018 revela que cada um dos habitantes das sete cidades é responsável por um quilo de detritos todos os dias.

Existem várias explicações para isso. Uma delas é a falta de incentivo à coleta seletiva. Hoje, apesar de existir em seis dos sete municípios, ainda é incipiente. Para se ter uma ideia, em Santo André, apenas 4,5% é reaproveitado. Existe também a chamada logística reversa, que nada mais é do que a criação de formas para que materiais já utilizados possam retornar a quem os produziu, de maneira que sejam reutilizados. 

Importantes iniciativas mas que, segundo especialista, são inócuas se não houver a conscientização das pessoas em relação ao consumo indiscriminado. Bem como, em relação à forma correta de dispensar embalagens e outros produtos que não sirvam mais.<EM>

O descarte inadequado – sem separação de orgânico e reciclável – faz com que materiais que poderiam proporcionar ciclo de reaproveitamento acabem, literalmente, tornando-se lixo. E a lição vem de quem ganha a vida com isso. Integrante de uma das cooperativas de reciclagem ouvida pela equipe de reportagem, revela a discriminação da sociedade pelo seu trabalho e pede conscientização dos indivíduos, pois muitos trabalhadores correm riscos de se ferir com agulhas, entre outros itens hospitalares. É preciso mudar de atitude. E já!



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Questão de consciência

Do Diário do Grande ABC

21/10/2019 | 11:01


Lixo é assunto que preocupa o Grande ABC há muito tempo. Por várias vezes foi tema de reportagens e manchetes deste Diário. Seja pela urgência na implementação de políticas específicas, escassez de áreas destinadas a aterros sanitários, ou a necessidade de investimento em coleta seletiva, caso em que material já utilizado pode se transformar em fonte de renda.

Hoje, o assunto volta a ter espaço de destaque. E mais uma vez negativo. A matéria principal dessa edição mostra que, apesar de existir há quase uma década legislação que versa sobre a redução na produção de rejeitos, ela tem sido nula na região. Comparação entre as quantidades de resíduos sólidos gerados em 2013 e 2018 revela que cada um dos habitantes das sete cidades é responsável por um quilo de detritos todos os dias.

Existem várias explicações para isso. Uma delas é a falta de incentivo à coleta seletiva. Hoje, apesar de existir em seis dos sete municípios, ainda é incipiente. Para se ter uma ideia, em Santo André, apenas 4,5% é reaproveitado. Existe também a chamada logística reversa, que nada mais é do que a criação de formas para que materiais já utilizados possam retornar a quem os produziu, de maneira que sejam reutilizados. 

Importantes iniciativas mas que, segundo especialista, são inócuas se não houver a conscientização das pessoas em relação ao consumo indiscriminado. Bem como, em relação à forma correta de dispensar embalagens e outros produtos que não sirvam mais.<EM>

O descarte inadequado – sem separação de orgânico e reciclável – faz com que materiais que poderiam proporcionar ciclo de reaproveitamento acabem, literalmente, tornando-se lixo. E a lição vem de quem ganha a vida com isso. Integrante de uma das cooperativas de reciclagem ouvida pela equipe de reportagem, revela a discriminação da sociedade pelo seu trabalho e pede conscientização dos indivíduos, pois muitos trabalhadores correm riscos de se ferir com agulhas, entre outros itens hospitalares. É preciso mudar de atitude. E já!

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