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Bolsonaro quer processar líder que o chamou de 'vagabundo'

EBC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


19/10/2019 | 07:27


O presidente Jair Bolsonaro acionou a Advocacia-Geral da União (AGU) para processar o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO). O deputado federal disse, em áudio vazado de uma reunião interna da legenda, que vai "implodir" o presidente Jair Bolsonaro. Na mesma gravação, Waldir chamou Bolsonaro de "vagabundo".

Ontem, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o deputado repetiu a citação ao termo "vagabundo" e disse ainda que Bolsonaro estaria "comprando" deputados com "cargos e fundo partidário" para colocar o seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (SP), na liderança no partido.

Segundo uma fonte ouvida reservadamente, a AGU está avaliando as medidas cabíveis. Um dos pontos que devem ser considerados é a questão da imunidade parlamentar.

A reportagem apurou que o uso da AGU para o processo causou mal-estar entre integrantes da instituição. A avaliação é que a entidade não poderia defender algo pessoal do presidente, mas apenas atos oficiais do governo federal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Bolsonaro quer processar líder que o chamou de 'vagabundo'


19/10/2019 | 07:27


O presidente Jair Bolsonaro acionou a Advocacia-Geral da União (AGU) para processar o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO). O deputado federal disse, em áudio vazado de uma reunião interna da legenda, que vai "implodir" o presidente Jair Bolsonaro. Na mesma gravação, Waldir chamou Bolsonaro de "vagabundo".

Ontem, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o deputado repetiu a citação ao termo "vagabundo" e disse ainda que Bolsonaro estaria "comprando" deputados com "cargos e fundo partidário" para colocar o seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (SP), na liderança no partido.

Segundo uma fonte ouvida reservadamente, a AGU está avaliando as medidas cabíveis. Um dos pontos que devem ser considerados é a questão da imunidade parlamentar.

A reportagem apurou que o uso da AGU para o processo causou mal-estar entre integrantes da instituição. A avaliação é que a entidade não poderia defender algo pessoal do presidente, mas apenas atos oficiais do governo federal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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