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Lançamento de livro de 50 anos de historia de FMABC

Celso Luis Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

A sensação de entrar na Livraria da Vila, em São Paulo, no lançamento do FMABC 50 anos: Histórias e Memórias era de estar em grande reencontro de universidade


Marcela Ibelli
Do Diário do Grande ABC

13/10/2019 | 10:00


 A sensação de entrar na Livraria da Vila, em São Paulo, no lançamento do FMABC 50 anos: Histórias e Memórias era de estar em grande reencontro de universidade. E foi mesmo. Dezenas de ex-alunos fizeram questão de prestigiar a noite de autógrafos do atualreitor David Uip.

 “Por causado livro, asturmasse reconectaram. Inclusive tem colegas meus da segunda classe aqui”, observouo infectologista. “Meupai era técnicode vá- riostimes da faculdade e deufesta para todo mundo. Essa história também está lá. Ele morreu em 2016, mas tenho certeza que está comemorando junto.”

 Para a nova geração de médicos,Uip aconselha. “A medicina é grande profissão e na FMABC os alunos vão encontrar alegria, modernidade, previsão para ótimo futuro e, além de tudo, as pessoas se gostam. Medicina e humanidade são a combinação perfeita. Nós adoramos cuidar do próximo”, encerra.

Veja mais noticias da nossa coluna:

 Na ponta da língua

 Os alunos falaram muito sobre o hino da FMABC. Bastava alguém começar a cantar e todos lembravam da letra, cujo trecho é: ‘Nossa gente sempre unida/No eterno axuxe/Faz da nossa escola a vida/E a vida é o nosso ABC’. “Me emocionei ao saber da criação do hino pela primeira turma. Está sendo passado pelas gerações, são nossos dogmas”, conta Guilherme Peixoto, 32 anos, da 39ª turma.

Os três prefeitos

 Orlando Morando, prefeito de São Bernardo, foi quem indicou a livraria do JK Iguatemi, em São Paulo, para a noite de autógrafos. “A FMABC é patrimônio do Brasil, não dá para limitar ao Grande ABC. É instituição de ensino muito bem conceituada e forma excelentes médicos e gestores públicos.”

  •   De São Caetano, José Auricchio Júnior, que estudou na Faculdade de Medicina do ABC, também falou sobre a importância da universidade na região. “Mantém o DNA do ensino médico, a tradição. Me orgulha muito ser egresso de lá e pelo fato estratégico que oferece. Medicina é a profissão mais bonita. Quando não conseguimos curar, temos de procurar aliviar e quando não for possível, precisamos dar conforto às pessoas.” 
  •  Para Paulo Serra, de Santo André, a parceria com a instituição de ensino é essencial na capacitação de mão de obra que inicia na carreira médica, especialmente nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) da região. “O desenvolvimento da saúde pública está ligado à faculdade. O Grande ABC foi privilegiado por ter e manter instituição assim.”

Representante feminina

 “É um sonho poder reunir todo mundo. Só quem estudou lá entende essa união”, revela Adriana Stephan, da 20ª turma. A atual diretora de saúde de São Caetano fala sobre as mulheres na profissão. “Ainda vivemos em mundo machista, mas menos. Na medicina é mais fácil. A médica tem atenção e jeito materno que fazem a diferença.”

Não acaba na formatura

 “Nos tornamos família. Muitos continuam atuando na universidade, o que demonstra nossa gratidão. É sensação de pertencimento”, explica Roberto Milani, da 29ª turma, que se casou com colega da universidade. “A faculdade é melhor quando os ex-alunos viram professores”, completa Paulo Pirozzi, da 6ª turma. Ele dá aula desde 1985.



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Lançamento de livro de 50 anos de historia de FMABC

A sensação de entrar na Livraria da Vila, em São Paulo, no lançamento do FMABC 50 anos: Histórias e Memórias era de estar em grande reencontro de universidade

Marcela Ibelli
Do Diário do Grande ABC

13/10/2019 | 10:00


 A sensação de entrar na Livraria da Vila, em São Paulo, no lançamento do FMABC 50 anos: Histórias e Memórias era de estar em grande reencontro de universidade. E foi mesmo. Dezenas de ex-alunos fizeram questão de prestigiar a noite de autógrafos do atualreitor David Uip.

 “Por causado livro, asturmasse reconectaram. Inclusive tem colegas meus da segunda classe aqui”, observouo infectologista. “Meupai era técnicode vá- riostimes da faculdade e deufesta para todo mundo. Essa história também está lá. Ele morreu em 2016, mas tenho certeza que está comemorando junto.”

 Para a nova geração de médicos,Uip aconselha. “A medicina é grande profissão e na FMABC os alunos vão encontrar alegria, modernidade, previsão para ótimo futuro e, além de tudo, as pessoas se gostam. Medicina e humanidade são a combinação perfeita. Nós adoramos cuidar do próximo”, encerra.

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 Na ponta da língua

 Os alunos falaram muito sobre o hino da FMABC. Bastava alguém começar a cantar e todos lembravam da letra, cujo trecho é: ‘Nossa gente sempre unida/No eterno axuxe/Faz da nossa escola a vida/E a vida é o nosso ABC’. “Me emocionei ao saber da criação do hino pela primeira turma. Está sendo passado pelas gerações, são nossos dogmas”, conta Guilherme Peixoto, 32 anos, da 39ª turma.

Os três prefeitos

 Orlando Morando, prefeito de São Bernardo, foi quem indicou a livraria do JK Iguatemi, em São Paulo, para a noite de autógrafos. “A FMABC é patrimônio do Brasil, não dá para limitar ao Grande ABC. É instituição de ensino muito bem conceituada e forma excelentes médicos e gestores públicos.”

  •   De São Caetano, José Auricchio Júnior, que estudou na Faculdade de Medicina do ABC, também falou sobre a importância da universidade na região. “Mantém o DNA do ensino médico, a tradição. Me orgulha muito ser egresso de lá e pelo fato estratégico que oferece. Medicina é a profissão mais bonita. Quando não conseguimos curar, temos de procurar aliviar e quando não for possível, precisamos dar conforto às pessoas.” 
  •  Para Paulo Serra, de Santo André, a parceria com a instituição de ensino é essencial na capacitação de mão de obra que inicia na carreira médica, especialmente nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) da região. “O desenvolvimento da saúde pública está ligado à faculdade. O Grande ABC foi privilegiado por ter e manter instituição assim.”

Representante feminina

 “É um sonho poder reunir todo mundo. Só quem estudou lá entende essa união”, revela Adriana Stephan, da 20ª turma. A atual diretora de saúde de São Caetano fala sobre as mulheres na profissão. “Ainda vivemos em mundo machista, mas menos. Na medicina é mais fácil. A médica tem atenção e jeito materno que fazem a diferença.”

Não acaba na formatura

 “Nos tornamos família. Muitos continuam atuando na universidade, o que demonstra nossa gratidão. É sensação de pertencimento”, explica Roberto Milani, da 29ª turma, que se casou com colega da universidade. “A faculdade é melhor quando os ex-alunos viram professores”, completa Paulo Pirozzi, da 6ª turma. Ele dá aula desde 1985.

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