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Bolsas de NY recuam com incertezas sobre acordo EUA-China pautando mercados



14/10/2019 | 17:42


As bolsas de Nova York encerraram o pregão desta segunda-feira em queda, com as incertezas envolvendo o acordo comercial entre os Estados Unidos e a China pautando os mercados e trazendo a aversão a risco de volta ao radar. Investidores reagem com cautela à notícia de que o país asiático pretende travar mais negociações antes de assinar qualquer entendimento com os americanos.

Com isso, o índice Dow Jones fechou em queda de 0,11%, aos 26.787,36 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,14%, para 29.66,15 pontos, e o Nasdaq, 0,10%, para 8.048,65 pontos. O subíndice do setor de materiais do S&P 500 liderou as perdas, com queda de 0,74%.

A segunda-feira foi marcada pelo retorno da aversão a risco ao radar dos investidores, reagindo às incertezas que pairam em relação ao acordo comercial dos EUA com a China. Nesta segunda, a imprensa americana veiculou que Pequim proporá mais negociações antes de firmar um entendimento definitivo com Washington, o que atenuou o otimismo gerado pelo "acordo fase 1" anunciado na sexta-feira pelo presidente americano, Donald Trump.

Em entrevista à emissora CNBC, o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, declarou que, caso um acordo com os chineses não seja fechado até 15 de dezembro, a elevação de tarifas americanas sobre importações do país asiático marcada para tal data entrará em vigor. Por outro lado, o aumento de tarifas previsto para esta terça, 15 de outubro, segue suspenso, o que já tinha sido informado na última sexta-feira e foi confirmado, domingo à noite, pelo líder da Casa Branca.

Entre as empresas do setor de tecnologia, as ações da Apple fecharam em queda de 0,14%. Mesmo assim, nesta segunda-feira, a empresa ultrapassou a Microsoft e se tornou a empresa mais valiosa do mundo, com valor de mercado de US$ 1,072 trilhão e ganho de 50% no valor de suas ações em um ano. A Microsoft encerrou o dia em queda de 0,09%.

A queda do petróleo, verificada ao longo do pregão, não foi suficiente para deixar todas as empresas do setor de energia operando no campo negativo: enquanto os papéis da Chesapeake cederam 3,60%, os da ExxonMobil encontraram espaço para subir 0,29%.

O dia também foi de liquidez mais reduzida, por conta do feriado do Dia de Colombo, nos EUA, o que, inclusive, manteve o mercado de Treasuries fechado. Investidores seguem monitorando, ainda, o início da temporada de balanços, previsto para esta terça-feira. /Com informações da Dow Jones Newswires.



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Bolsas de NY recuam com incertezas sobre acordo EUA-China pautando mercados


14/10/2019 | 17:42


As bolsas de Nova York encerraram o pregão desta segunda-feira em queda, com as incertezas envolvendo o acordo comercial entre os Estados Unidos e a China pautando os mercados e trazendo a aversão a risco de volta ao radar. Investidores reagem com cautela à notícia de que o país asiático pretende travar mais negociações antes de assinar qualquer entendimento com os americanos.

Com isso, o índice Dow Jones fechou em queda de 0,11%, aos 26.787,36 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,14%, para 29.66,15 pontos, e o Nasdaq, 0,10%, para 8.048,65 pontos. O subíndice do setor de materiais do S&P 500 liderou as perdas, com queda de 0,74%.

A segunda-feira foi marcada pelo retorno da aversão a risco ao radar dos investidores, reagindo às incertezas que pairam em relação ao acordo comercial dos EUA com a China. Nesta segunda, a imprensa americana veiculou que Pequim proporá mais negociações antes de firmar um entendimento definitivo com Washington, o que atenuou o otimismo gerado pelo "acordo fase 1" anunciado na sexta-feira pelo presidente americano, Donald Trump.

Em entrevista à emissora CNBC, o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, declarou que, caso um acordo com os chineses não seja fechado até 15 de dezembro, a elevação de tarifas americanas sobre importações do país asiático marcada para tal data entrará em vigor. Por outro lado, o aumento de tarifas previsto para esta terça, 15 de outubro, segue suspenso, o que já tinha sido informado na última sexta-feira e foi confirmado, domingo à noite, pelo líder da Casa Branca.

Entre as empresas do setor de tecnologia, as ações da Apple fecharam em queda de 0,14%. Mesmo assim, nesta segunda-feira, a empresa ultrapassou a Microsoft e se tornou a empresa mais valiosa do mundo, com valor de mercado de US$ 1,072 trilhão e ganho de 50% no valor de suas ações em um ano. A Microsoft encerrou o dia em queda de 0,09%.

A queda do petróleo, verificada ao longo do pregão, não foi suficiente para deixar todas as empresas do setor de energia operando no campo negativo: enquanto os papéis da Chesapeake cederam 3,60%, os da ExxonMobil encontraram espaço para subir 0,29%.

O dia também foi de liquidez mais reduzida, por conta do feriado do Dia de Colombo, nos EUA, o que, inclusive, manteve o mercado de Treasuries fechado. Investidores seguem monitorando, ainda, o início da temporada de balanços, previsto para esta terça-feira. /Com informações da Dow Jones Newswires.

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