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Sadia não aceita recusa e corre atrás dos donos da Perdigão



20/07/2006 | 00:03


A Sadia conseguiu ganhar tempo para negociar a compra da Perdigão, um dia depois da oferta ter sido rejeitada pela concorrente. Ontem, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), responsável pela fiscalização do mercado de ações, pediu explicações à Perdigão sobre a rejeição da proposta. Enquanto isso, a Sadia começou a procurar, um a um, os principais sócios da Perdigão para tentar reverter a decisão.

Na segunda-feira, a Sadia havia feito uma oferta pública para comprar todas as ações da Perdigão, em um negócio estimado em R$ 3,7 bilhões. Seria o primeiro caso de compra de uma empresa por outra no Brasil por meio da aquisição de ações em mercado. Agora, porém, a Sadia decidiu mudar sua estratégia e vai concentrar as negociações em conversas individuais com os principais acionistas da Perdigão.

A Sadia está procurando os representantes de sete fundos de pensão e da empresa Weg Participações. Donos de 55,38% das ações, os fundos e a Weg haviam rechaçado a proposta com o argumento que o preço oferecido pelos papéis era muito baixo.



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Sadia não aceita recusa e corre atrás dos donos da Perdigão


20/07/2006 | 00:03


A Sadia conseguiu ganhar tempo para negociar a compra da Perdigão, um dia depois da oferta ter sido rejeitada pela concorrente. Ontem, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), responsável pela fiscalização do mercado de ações, pediu explicações à Perdigão sobre a rejeição da proposta. Enquanto isso, a Sadia começou a procurar, um a um, os principais sócios da Perdigão para tentar reverter a decisão.

Na segunda-feira, a Sadia havia feito uma oferta pública para comprar todas as ações da Perdigão, em um negócio estimado em R$ 3,7 bilhões. Seria o primeiro caso de compra de uma empresa por outra no Brasil por meio da aquisição de ações em mercado. Agora, porém, a Sadia decidiu mudar sua estratégia e vai concentrar as negociações em conversas individuais com os principais acionistas da Perdigão.

A Sadia está procurando os representantes de sete fundos de pensão e da empresa Weg Participações. Donos de 55,38% das ações, os fundos e a Weg haviam rechaçado a proposta com o argumento que o preço oferecido pelos papéis era muito baixo.

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